A gestão de Julio Casares no São Paulo chega ao fim com o afastamento e renúncia do presidente. O novo presidente em exercício, Harry Massis Jr., inicia mudanças profundas, incluindo a saída de nomes próximos a Casares, em meio a escândalos e denúncias. As futuras escolhas de Massis determinarão o rumo do clube em um ano crucial.
O novo presidente do São Paulo, Harrys Massis, iniciou uma 'limpeza' no clube após a renúncia de Julio Casares. Massis articulou a saída de diretores e o CEO, Márcio Carlo Magno, com o objetivo de afastar nomes envolvidos em escândalos e investigações. As mudanças visam restaurar a paz nos bastidores e a credibilidade da gestão.
O Conselho Deliberativo do São Paulo vota o impeachment do presidente Julio Casares em meio a investigações de escândalos. A votação, inicialmente presencial e com regras de quórum específicas, sofreu alterações devido a liminar judicial, permitindo votos híbridos e mantendo o quórum de dois terços para a aprovação. Caso aprovado, Casares será afastado e substituído pelo vice-presidente, Harry Massis Júnior.
Torcedores do São Paulo protestaram e hostilizaram o presidente Julio Casares em frente a uma reunião do Conselho Consultivo do clube. O Conselho se posicionou contra o impeachment de Casares por ampla maioria, citando falta de provas materiais. A decisão ocorreu após escândalos recentes envolvendo o mandatário.
O comentarista Renan Teixeira criticou veementemente a gestão do São Paulo, descrevendo o clube como uma "completa vergonha" e "sem gestão, sem planejamento, sem convicção, sem rumo". As declarações surgiram após uma série de escândalos nos bastidores, gerando preocupação para a temporada de 2026.