A coluna discute a contratação de Cuca pelo Santos e a controvérsia envolvendo seu passado com um caso de estupro coletivo nos anos 80. A autora argumenta que a palavra 'superação' usada pelo presidente do Santos é inadequada, defendendo a conscientização e a justiça restaurativa como caminhos para a transformação social, em vez de punição pura e simples. A matéria amplia o debate para além de Cuca, abordando a violência contra a mulher no futebol e a reação de homens que minimizam o assunto.
A Comissão de Justiça do Conselho Deliberativo do Corinthians se posicionou contra a convocação unilateral de uma reunião por Osmar Stabile, presidente do clube. O órgão alertou para o risco de intervenção judicial no Corinthians e recomendou o cancelamento do pleito. O Ministério Público de São Paulo também solicitou a inclusão do atrito no inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial.
Flamengo e clubes da Libra se aproximaram para um diálogo em busca de acordo sobre a divisão de cotas de TV, após o clube rubro-negro obter novo bloqueio judicial de R$ 13 milhões. A divergência gira em torno de R$ 53 milhões sobre critérios de audiência, com o Flamengo buscando um valor maior do que o proposto pela Libra. Se um acordo for alcançado, o dinheiro bloqueado será liberado.
A Justiça anulou uma liminar que impedia o São Paulo de retirar equipamentos da FGoal do Morumbis. A decisão redistribuiu o processo e levanta questionamentos sobre a conduta da empresa. O clube paulista, agora com respaldo jurídico, pode prosseguir com a retirada dos materiais.
O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, declarou que o caso de abuso sexual envolvendo o técnico Cuca na Suíça, ocorrido em 1987, está superado. A declaração foi feita após o anúncio da contratação de Cuca pelo clube, com o dirigente minimizando a condenação inicial e mencionando a anulação da sentença pela justiça suíça em 2024.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, entrou com um processo contra o site Meu Timão, solicitando indenização e a remoção de comentários e notícias considerados difamatórios contra a Crefisa. A Justiça negou uma liminar inicial para a retirada do conteúdo, argumentando o direito à liberdade de expressão no ambiente esportivo. O Meu Timão defende a moderação de conteúdo e a preservação da liberdade de expressão.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, apresentou uma justificativa judicial para sua ausência em uma audiência da Comissão de Ética do clube. Ele alega que uma decisão judicial o impede de ter contato com dirigentes, e que comparecer à oitiva configuraria descumprimento da medida.
O Bayern de Munique enfrenta um obstáculo legal incomum para escalar seu goleiro de 16 anos, Leonard Prescott, na Champions League. A lei alemã restringe o trabalho de menores de 18 anos após as 20h, o que pode impedir a estreia do jovem na partida que começa às 21h, exigindo permissão judicial. O clube já solicitou autorização e uma multa considerável pode ser aplicada em caso de descumprimento, semelhante ao caso de Lamine Yamal na Eurocopa.
Uma disputa judicial entre o São Paulo e a FGoal Eventos e Marketing, empresa responsável pela operação de alimentos e bebidas no MorumBIS, resultou em uma liminar que impede a retirada de estruturas da FGoal no estádio. A empresa alega que o clube violou o aviso prévio de 120 dias ao rescindir o contrato, que estava previsto para durar até 2029. O São Paulo, por sua vez, afirma que a rescisão ocorreu por identificação de movimentações financeiras suspeitas e buscará reverter a decisão judicial para prosseguir com a troca para a nova empresa, GSH.
O goleiro Bruno teve seu pedido de liberdade condicional negado pela Justiça do Rio, mantendo-o foragido após revogação do benefício. A decisão ocorreu devido à viagem do jogador para assinar contrato com um clube do Acre, o que configurou descumprimento das regras da pena. Bruno, condenado por homicídio qualificado de Eliza Samudio, já havia passado por diversas progressões de regime e clubes desde sua prisão em 2010.
A Justiça de São Paulo rejeitou um recurso do Ministério Público contra Duilio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians. O MP buscava explicações sobre a negativa de pedidos como bloqueio de bens e quebras de sigilo em um processo que investiga apropriação indébita pelo uso indevido do cartão corporativo do clube.
A Justiça determinou que o São Paulo não retire estruturas da FGoal do Morumbis, atendendo a um pedido da empresa de alimentação. O clube tentou remover os materiais após o fim do prazo de desocupação, alegando irregularidades contratuais. A FGoal, por sua vez, busca o cumprimento do aviso prévio e indenização.
Andrés Sanchez solicitou o adiamento de uma audiência na Comissão de Ética do Corinthians, alegando que sua participação por videoconferência violaria medidas restritivas impostas pela Justiça. A comissão exigiu comprovação judicial para reagendar, enquanto o depoimento anterior à Comissão de Justiça poderá ser considerado. O ex-presidente deve esclarecer despesas investigadas, com possibilidade de recomendação de expulsão.
A Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia contra Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, e o ex-diretor financeiro Roberto Gavioli, acusados de lavagem de dinheiro e crime tributário. A juíza entendeu que os fatos descritos não configuram os crimes imputados, pois não houve ocultação de dinheiro com aparência de legalidade nem conclusão de processo administrativo fiscal.
A Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia de lavagem de dinheiro e crime tributário contra Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, e Roberto Gavioli, ex-diretor financeiro. A juíza considerou que os fatos não caracterizavam lavagem de dinheiro e que irregularidades tributárias só poderiam ser analisadas após processo administrativo fiscal. O Ministério Público já recorreu da decisão.
A Justiça de São Paulo rejeitou as denúncias de lavagem de dinheiro e crime tributário contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o ex-diretor financeiro Roberto Gavioli. A magistrada considerou que não há justa causa para a ação penal, pois os gastos foram pessoais e não configuram lavagem de dinheiro. A acusação de apropriação indébita, no entanto, ainda está sob investigação.
Um pedido sigiloso de prisão temporária relacionado ao caso do camarote clandestino do São Paulo mobilizou ex-dirigentes do clube investigados. O pedido, que não mencionava o nome do alvo inicialmente, foi anexado ao inquérito principal e gerou pedidos de acesso por parte dos advogados dos ex-diretores, que foram negados pela Justiça.
O jogador Bobadilla, do São Paulo, firmou um acordo com a Justiça após proferir ofensas xenofóbicas contra um atleta do Talleres durante uma partida da Conmebol Libertadores. O acordo prevê medidas socioeducativas, como aulas sobre xenofobia e doação de livros, para que o caso seja encerrado sem processo criminal.
O sistema de reconhecimento facial da Neo Química Arena, casa do Corinthians, capturou oito foragidos da justiça. A tecnologia, integrada ao programa Muralha Paulista, comparou rostos de torcedores com bancos de dados e identificou indivíduos com mandados de prisão em aberto. Desde o início da tecnologia em eventos esportivos, 278 foragidos foram detidos em estádios paulistas.
O CSA obteve uma liminar na Justiça de Alagoas que lhe garante o direito de votar em uma assembleia da Futebol Forte União (FFU) sobre a aceitação de novos clubes. A decisão surge em meio à possibilidade de o Grêmio deixar a Libra e se juntar à FFU, o que impactaria a divisão de receitas.