O ex-atacante Jô teve sua prisão mantida pela Justiça após audiência de custódia em Belo Horizonte. A detenção ocorreu por falta de pagamento de pensão alimentícia. A assessoria do atleta informou que ele atravessa instabilidade financeira e busca um acordo com a genitora do filho.
O ex-técnico Paulo Massaro acionou o Operário-MS na Justiça do Trabalho cobrando R$ 232.957,74 em uma ação trabalhista. Ele alega que recebia remuneração mensal de R$ 23 mil, mas apenas R$ 1.518,00 eram registrados oficialmente em contrato. Massaro também reivindica bônus por título e premiações não pagas, além de indenização por rescisão antecipada e publicação de sua rescisão no BID.
O Ministério Público denunciou Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, por apropriação indébita e outras acusações relacionadas ao caso dos materiais esportivos da Nike. A denúncia se baseia em relatórios, auditorias internas e depoimentos, apesar de um relatório da Polícia Civil ter considerado que não houve crime. Caso a Justiça aceite a denúncia, Mendonça se tornará réu e poderá sofrer medidas cautelares.
A Justiça determinou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, e mais quatro investigados em um esquema de exploração clandestina de um camarote no Morumbis. O caso, revelado em dezembro passado, envolve diretores do clube em uma suposta venda ilegal do espaço.
A Justiça do Trabalho condenou a Ponte Preta a pagar dívidas trabalhistas a um ex-atacante. O processo, movido por Matheus Régis, cobre pendências na rescisão contratual, como férias e 13º salário proporcionais. A decisão em primeira instância reconhece a irregularidade dos descontos aplicados pelo clube.
O ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, foi expulso do quadro associativo do clube pelo Conselho Deliberativo. A decisão foi motivada por sua participação em ações para reverter sua destituição da presidência em maio de 2025, o que levou a processos disciplinares. A defesa de Augusto Melo contestou a validade do processo, alegando falhas e buscando suspensão judicial, mas a liminar não foi apreciada a tempo da votação.
John Textor, empresário e dono da SAF do Botafogo, declarou publicamente que não pretende deixar o clube, mesmo diante de contestações sobre a propriedade das ações. Ele afirma ser o controlador de 90% da SAF e está em disputa judicial com a Eagle Bidco, que alega ser a dona das ações. Textor assegura seu compromisso com o Botafogo e a busca por títulos.
A Justiça do Distrito Federal derrubou uma liminar que suspendia os pagamentos do BRB ao Flamengo, referentes a um contrato de patrocínio renovado até março de 2027 no valor de R$ 42,6 milhões. A decisão judicial considerou que não houve indicação concreta de vício legal ou irregularidade formal no ato impugnado.
A Justiça de Brasília derrubou uma liminar que suspendia pagamentos de patrocínio do BRB ao Flamengo. O processo, iniciado por uma ação popular, questionava a legalidade e a economicidade do acordo, mas foi extinto por inadequação da via eleita e falta de comprovação de ilegalidade. Com a decisão, os pagamentos de mais de R$ 42 milhões foram liberados.
John Textor entrou com uma ação judicial contra a Eagle Bidco, alegando que a empresa não cumpriu os termos para a transferência das ações da SAF Botafogo. Segundo Textor, ele ainda detém 90% das ações, e a Eagle não teria o direito de vendê-las. A disputa judicial pode levar à rescisão do acordo de compra e venda.
O goleiro Felipe Alves está cobrando quase R$ 7 milhões do Santa Cruz na Justiça após ter sua rescisão contratual publicada. O atleta alega salários atrasados, FGTS, férias e direito de imagem não pagos em 2026, além de auxílio moradia em aberto desde fevereiro. Representantes tentaram um acordo por diversas vezes sem sucesso.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, entrou com uma ação judicial para tentar reverter sua expulsão do quadro associativo do clube. A defesa alega que o processo interno foi marcado por graves irregularidades, como a presidência de Leonardo Pantaleão tanto da Comissão de Ética quanto da sessão de votação, e a realização de um escrutínio aberto e nominal em desacordo com o estatuto do clube. A expulsão ocorreu após investigações apontarem gastos pessoais no cartão corporativo do clube.
Um grupo de conselheiros da Ponte Preta entrou com uma ação judicial pedindo o afastamento imediato e a destituição do presidente Luiz Antônio Alves Torrano. A ação alega irregularidades na condição associativa de Torrano, que não cumpriria os requisitos estatutários para ocupar a presidência do clube.
O Conselho Deliberativo do Corinthians votará a expulsão de Andrés Sánchez do quadro associativo. Paralelamente, o Ministério Público aguarda decisão judicial sobre o afastamento de ex-presidentes. Andrés solicitou autorização judicial para acessar o clube, pois uma medida cautelar proíbe sua entrada.
O atacante Memphis Depay condicionou o parcelamento de uma dívida de R$ 43 milhões à renovação de seu contrato com o Corinthians. Caso o clube não renove, o estafe do jogador buscará o pagamento integral na Justiça. O Corinthians busca parceiros, como a EZZE Seguros, para viabilizar a permanência do atleta, que alega aceitar redução salarial.
Botafogo e Eagle chegaram a um acordo de paz na Justiça, abrindo caminho para a entrada de um novo investidor na SAF. A negociação encerra um imbróglio judicial e arbitral que se arrastava há mais de um ano. A GDA surge como favorita para adquirir os 90% da SAF, com uma proposta na casa dos 105 milhões de dólares.
A Justiça do Distrito Federal suspendeu, em caráter provisório, novos pagamentos do BRB ao Flamengo referentes a um contrato de patrocínio renovado até março de 2027 no valor de R$ 42,6 milhões. A decisão atende a uma ação popular que alega afronta à moralidade administrativa e que a manutenção dos repasses seria lesiva ao patrimônio público, especialmente devido a suspeitas de envolvimento do BRB em um esquema fraudulento do Banco Master.
A Justiça condenou a Chapecoense a pagar R$ 450 mil à família do jornalista Giovani Klein, uma das vítimas do trágico acidente aéreo de 2016. O clube foi considerado civilmente responsável como afretador da aeronave, com culpa grave por negligência na escolha da empresa aérea. A decisão inclui danos morais para a esposa e os pais do jornalista, mas pedidos de danos materiais e pensão foram negados por falta de comprovação.
A Justiça de Santa Catarina condenou a Chapecoense a indenizar a família do jornalista Giovane Klein, morto no acidente aéreo de 2016. A decisão reconheceu a responsabilidade do clube na contratação do voo da LaMia, que resultou na tragédia. O clube foi considerado negligente na escolha da companhia aérea por motivos financeiros, sem a devida diligência na verificação de sua regularidade e segurança.
A Justiça de São Paulo condenou o jogador Dudu a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais à presidente do Palmeiras, Leila Pereira. A decisão decorre de um processo movido pela dirigente após xingamentos do atacante nas redes sociais. A magistratura considerou as publicações de Dudu como ofensas pessoais, negando o pedido de reconvenção do jogador.