A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf) advertiu o Botafogo por não apresentar documentos requisitados em abril, prevendo multa de R$ 100 mil caso o clube descumpra a nova ordem. A investigação envolve relações financeiras do clube com o Lyon e o contrato de empréstimo de John Textor para quitar dívida de contratação.
John Textor afirma que ainda é o dono da SAF do Botafogo e alerta potenciais investidores sobre a compra de "algo inválido". O empresário atacou o clube social alvinegro, alegando que eles buscam o poder de volta e que uma possível revenda de ações seria ilegal. Textor também defendeu a entrada de novos investidores como Evangelos Marinakis e Kia Joorabchian.
John Textor, afastado do comando da SAF do Botafogo, criticou a postura do volante Danilo, que teria pedido para não jogar para forçar sua saída do clube. Textor destacou o alto investimento feito no jogador e a importância de honrar o compromisso com o clube que apostou nele. O dirigente também explicou negociações anteriores envolvendo o atleta e o Nottingham Forest.
John Textor, afastado do Botafogo, criticou publicamente o volante Danilo por seu desejo de sair. O empresário sugeriu que o Palmeiras é o destino mais provável para o jogador caso não haja proposta da Europa, afirmando que aceitaria sua saída para o clube paulista se o interesse persistir.
O Botafogo foi advertido pela ANRESF por não apresentar documentos requisitados em abril, referentes ao Fair Play Financeiro. A agência fiscalizadora deu um prazo de dez dias para o clube cumprir a exigência, sob pena de multas, levantando suspeitas sobre as finanças da SAF e a relação com outros clubes do grupo.
John Textor, empresário e dono da SAF do Botafogo, declarou publicamente que não pretende deixar o clube, mesmo diante de contestações sobre a propriedade das ações. Ele afirma ser o controlador de 90% da SAF e está em disputa judicial com a Eagle Bidco, que alega ser a dona das ações. Textor assegura seu compromisso com o Botafogo e a busca por títulos.
O Botafogo encerrou o primeiro semestre de 2026 com um desempenho oscilante dentro de campo, marcado por eliminações precoces e uma recuperação parcial no Brasileirão. Paralelamente, o clube enfrentou turbulências financeiras e políticas relacionadas à gestão da SAF, com disputas pelo poder e expectativa de um novo dono.
John Textor entrou com uma ação judicial contra a Eagle Bidco, alegando que a empresa não cumpriu os termos para a transferência das ações da SAF Botafogo. Segundo Textor, ele ainda detém 90% das ações, e a Eagle não teria o direito de vendê-las. A disputa judicial pode levar à rescisão do acordo de compra e venda.
A Eagle Bidco, a SAF Botafogo e o clube social pediram a suspensão de um processo judicial no Rio de Janeiro para tentar uma solução consensual. A negociação visa oficializar a saída do Botafogo da Eagle, rede multiclubes de John Textor, e o retorno dos 90% das ações ao clube associativo.
O Botafogo SAF e a Eagle Bidco selaram um acordo de paz, suspendendo processos judiciais por um mês para pavimentar o caminho para a recuperação judicial e a chegada de um novo investidor, o grupo GDA Luma. Este acordo é crucial para a recuperação financeira do clube, visando equacionar uma dívida de aproximadamente R$ 2 bilhões e evitar a perda de jogadores.
Botafogo e Eagle chegaram a um acordo de paz na Justiça, abrindo caminho para a entrada de um novo investidor na SAF. A negociação encerra um imbróglio judicial e arbitral que se arrastava há mais de um ano. A GDA surge como favorita para adquirir os 90% da SAF, com uma proposta na casa dos 105 milhões de dólares.
A SAF do Botafogo rompeu oficialmente com John Textor, criticando seu "absoluto descompromisso" com a estabilidade financeira e institucional do clube. A mudança de direção se deu após a nomeação de Eduardo Iglesias, alinhado ao presidente do clube social, como diretor-geral, afastando o último elo com a gestão anterior. Textor se manifestou publicamente em apoio a Durcesio Mello, afastado do cargo e visto como seu principal aliado na estrutura.
A SAF do Botafogo nomeou Eduardo Iglesias como seu novo diretor geral em meio a disputas judiciais. Iglesias, que já atuou na criação da SAF e em negociações com credores, assume o cargo interinamente ocupado por Durcesio Mello. A mudança ocorre em um momento de instabilidade para o clube, com imbróglios judiciais e impedimentos de contratação.
O Botafogo rompeu oficialmente com John Textor, afastando o empresário e anunciando uma nova gestão. A SAF criticou a administração anterior, citando instabilidade financeira e institucional. O clube agora busca equilibrar os bastidores para focar na sua caminhada no Brasileirão.
O Botafogo enfrenta uma crise interna com a disputa judicial envolvendo a SAF e o afastamento de John Textor, além de problemas financeiros que geraram transfer bans. Apesar disso, a equipe tem mantido um bom desempenho sob o comando de Franclim Carvalho, buscando a classificação na Copa do Brasil, competição que representa um objetivo histórico para o clube.
A SAF Botafogo obteve uma decisão judicial favorável no Rio de Janeiro, anulando uma medida recente do tribunal arbitral que previa a saída de Durcesio Mello do comando e a devolução de poderes à Eagle. A Justiça suspendeu essa decisão arbitral, reforçando o papel interino de Durcesio e mantendo a assembleia para referendar sua nomeação.
John Textor, afastado do comando do Botafogo, propôs uma nova estrutura de relacionamento entre a SAF e o clube social, batizada de "SAF/Social 2.0". A proposta, enviada por e-mail, inclui um investimento de US$ 25 milhões, a quitação de dívidas e maior participação do clube social na gestão da SAF. Textor acredita ter conquistado o direito de permanecer permanentemente no clube.
O Tribunal Arbitral da FGV afastou John Textor da presidência da SAF Botafogo, com a decisão provisória prestes a ser ratificada. O afastamento impacta diretamente a venda do jogador Alexander Barboza ao Palmeiras, essencial para quitar a folha de pagamento do clube. A indefinição sobre a permanência de Durcesio Mello na diretoria também influencia a gestão.
O Botafogo enfrenta um clima de ansiedade com a expectativa de um novo investimento, enquanto a Justiça do Rio de Janeiro suspende os direitos de voto da Eagle na SAF, mantendo Durcesio Mello como administrador do futebol. O clube social assume o comando, com a GDA Luma despontando como possível investidora.
O afastamento de John Textor da SAF do Botafogo será reanalisado nesta quarta-feira pelo Tribunal Arbitral da FGV. A decisão judicial que retirou os direitos de voto da Eagle Bidco deixa o clube social como única parte com poder de voto, alinhando Durcesio Mello com Textor para definir o futuro do cargo. Textor busca manter influência no clube, com discussões sobre empréstimos e conversão em ações da SAF.