O Corinthians está em negociações avançadas para um patrocínio de R$ 17 milhões com a plataforma adulta Fatal Fans. O clube realizou um amplo debate interno, analisando riscos jurídicos, institucionais e de imagem, com o objetivo de gerar novas receitas para manter diversas modalidades esportivas.
O artigo detalha as finanças dos clubes brasileiros em 2025, destacando que Flamengo e Palmeiras lideram em receitas e superávits. Outras cinco equipes ultrapassaram a marca de R$ 1 bilhão em faturamento, mas algumas enfrentam déficits significativos, como o Atlético-MG. A análise abrange 24 clubes da Série A e B, apontando um cenário financeiro desafiador para muitos.
Um relatório de finanças do futebol brasileiro, intitulado "Convocados 2026", destaca Juventude, Mirassol e São Paulo como clubes com cenários financeiros positivos, além de Flamengo e Palmeiras. O estudo analisa receitas, EBITDA, endividamento e demonstrações financeiras, apontando os destaques e pontos de atenção de cada clube.
Clubes da Série A do Brasileirão movimentaram R$ 14,3 bilhões em 2025, um aumento real de 32% em relação ao ano anterior. A maior parte desse valor é impulsionada por receitas não recorrentes, como transferências de jogadores e premiações. O economista Cesar Grafietti destaca a necessidade de maior previsibilidade e geração de caixa recorrente para garantir a saúde financeira do futebol brasileiro.
O West Ham United, apesar de possuir o nono maior orçamento da Premier League na temporada 2024/2025, foi rebaixado para a Championship. O clube registrou receitas significativas, mas a queda acarretará perdas financeiras substanciais, estimadas entre R$ 541 milhões e R$ 811 milhões.
Estrelas do tênis planejam um boicote às coletivas de imprensa em Roland Garros a partir de sexta-feira para protestar contra o valor da premiação. Os atletas limitarão as entrevistas a 15 minutos e recusarão entrevistas exclusivas, buscando maior participação nas receitas do torneio.
O São Paulo Futebol Clube está em negociações avançadas com a XP Investimentos para discutir possíveis parcerias financeiras. As tratativas, ainda em estágio inicial, incluem a análise de diferentes modelos de negócio, como a criação de um fundo, operações de crédito e, especialmente, a possibilidade de a XP adquirir os naming rights do estádio do Morumbi.
O Palmeiras encerrou o primeiro trimestre de 2026 com um déficit de R$ 14,647 milhões, abaixo da previsão de superávit. A principal causa foi a menor receita com negociação de atletas, levando o clube a planejar vendas na próxima janela de transferências. Apesar do resultado trimestral, o Palmeiras mantém a projeção de fechar o ano com superávit.
O Palmeiras emitiu uma nota oficial rebatendo um comunicado conjunto de Grêmio e Flamengo sobre um acordo com a Libra. O clube paulista nega ter assinado documentos que implicassem receitas adicionais para o Grêmio e afirma que o acordo mencionado não ocorreu fora do âmbito institucional da Libra.
Flamengo e Grêmio fecharam um acordo paralelo envolvendo R$ 150 milhões extras do contrato de TV do Brasileiro, gerando incômodo em outros clubes da Libra e no Palmeiras. O acerto visa compensar o Grêmio por perdas em receitas de pay-per-view, em troca de apoio à nova divisão de audiência da Libra.
O tenista Jannik Sinner expressou descontentamento com as premiações em Roland Garros, criticando a divisão de receitas dos Grand Slams e afirmando que os jogadores se sentem desrespeitados. Ele, junto com outros atletas de ponta, busca uma participação mais justa nas receitas e melhorias nas condições oferecidas pelo torneio.
O Internacional contratou Carlos Noval para comandar suas categorias de base, buscando um perfil com histórico na formação de atletas e geração de valor esportivo e financeiro. A decisão é baseada no sucesso de Noval no Flamengo, onde esteve envolvido no desenvolvimento de jogadores e na geração de receitas significativas com transferências.
Flamengo e Grêmio fecharam um novo acordo com a Libra, válido até 2029, que altera o critério de rateio da verba de audiência, aumentando a participação dos dois clubes nas receitas. A mudança ocorre após o Palmeiras anunciar sua saída do grupo, alegando interesses individuais. O novo entendimento busca um equilíbrio e fortalece o compromisso dos clubes com uma liga forte e sustentável.
O Palmeiras anunciou sua saída da Libra devido a divergências sobre o papel do bloco, optando por acompanhar os próximos passos da estruturação de uma liga única pela CBF. A decisão ocorre após atritos com outros clubes, como o Flamengo, sobre a divisão de receitas de direitos de TV.
A tenista Aryna Sabalenka cogita a possibilidade de um boicote em Roland Garros como forma de protesto por uma premiação mais justa no tênis. A atleta, número 1 do mundo, destacou que os jogadores podem se unir para reivindicar uma maior participação nas receitas dos torneios. A discussão surge mesmo com o anúncio de aumento na premiação de Roland Garros, que ainda assim fica atrás de outros Grand Slams.
Um contrato de empréstimo entre a SAF do Botafogo e a GDA Luma está limitando o controle do clube sobre suas receitas e finanças. A GDA Luma, interessada em assumir o controle da SAF, emprestou US$ 22,8 milhões em fevereiro, com garantias que incluem recebíveis de vendas de atletas e estrutura de conta vinculada.
O CRB divulgou seu balanço financeiro referente à temporada de 2025, registrando um déficit de R$ 1,31 milhão. As receitas totais alcançaram R$ 47,4 milhões, enquanto as despesas ultrapassaram R$ 48,7 milhões, impulsionadas principalmente pelos altos custos do futebol profissional.
Durcesio Mello, presidente interino da SAF do Botafogo, prometeu transparência financeira e a publicação do balanço de 2025 dentro do prazo legal. Ele busca novas receitas para cobrir salários e despesas urgentes, após o afastamento de John Textor e a suspensão dos direitos de voto da acionista majoritária.
O Operário-PR apresentou um balanço financeiro positivo em 2025, registrando um superávit de R$ 52 mil e revertendo um déficit anterior. O clube viu suas receitas crescerem para R$ 39,5 milhões, impulsionadas principalmente pelos direitos de transmissão e patrocínios, enquanto as despesas também aumentaram, porém em menor proporção para o resultado final. O futebol profissional continuou sendo a maior fonte de arrecadação e também de gastos.
A diretoria do Corinthians enfrenta pressão interna para reduzir custos no futebol, visando adequar o clube ao plano de reestruturação financeira. Há um movimento por cortes no departamento de futebol, incluindo scout e saúde/performance, e uma meta de reduzir a folha salarial para abaixo de R$ 30 milhões mensais. Paralelamente, o clube busca arrecadar R$ 151 milhões com vendas de atletas, explorando mercados alternativos e com a contratação de um analista de mercado internacional para promover o clube no exterior.