Flamengo e clubes da Libra se aproximaram para um diálogo em busca de acordo sobre a divisão de cotas de TV, após o clube rubro-negro obter novo bloqueio judicial de R$ 13 milhões. A divergência gira em torno de R$ 53 milhões sobre critérios de audiência, com o Flamengo buscando um valor maior do que o proposto pela Libra. Se um acordo for alcançado, o dinheiro bloqueado será liberado.
O Grêmio comunicou oficialmente sua permanência na Liga Brasileira (Libra), após uma assembleia do bloco que selou a reaproximação entre os clubes. A decisão ocorreu após discussões sobre a possibilidade de o clube gaúcho mudar para o Forte Futebol União (FFU) e um período de distanciamento entre Flamengo e Libra.
A CBF convocou os clubes brasileiros para uma reunião em 6 de abril, no Rio de Janeiro, com o objetivo de unificar as ligas de futebol do país. A entidade busca integrar os blocos da Libra e da FFU em um único projeto comum para elevar o futebol nacional em organização, competitividade e relevância global. Essa iniciativa atende a uma demanda dos clubes por maior participação na consolidação de uma liga única.
A crônica esportiva aborda o Flamengo em diversos fronts: o grupo desafiador sorteado para a Libertadores, a fase artilheira do jogador Samuel Lino, o bom desempenho no Brasileirão e a negociação tensa com a Libra sobre os direitos de TV. O texto destaca a busca do clube por uma temporada equilibrada, tanto em campo quanto financeiramente.
A reunião da Libra resultou em uma reaproximação entre os clubes que estavam em conflito, com a indicação de um acordo entre a Libra e o Flamengo sobre a divisão dos direitos de TV. A assembleia abordou a eleição de um novo conselho gestor e a destinação de 3% do contrato da Libra para clubes fora da Série A, além de acertar uma nova reunião para tentar um acordo sobre a divisão da fatia de audiência com a Globo.
A Libra busca a reaproximação com o Flamengo após divergências sobre a divisão de direitos de transmissão, ensaiando a formação de uma liga única. Novos representantes foram escolhidos e um novo diálogo está em curso para resolver o impasse financeiro. A assembleia foi suspensa para ser retomada em breve.
Palmeiras, Bahia e Red Bull Bragantino apresentaram uma proposta formal para destinar 3% do contrato da Libra com a Globo aos times da Série C, visando acalmar divergências. Essa manobra intensifica o racha interno na Libra, especialmente com o Flamengo, que convocou uma assembleia com Grêmio e Remo para discutir a gestão e as finanças da entidade.
O artigo narra um dia repleto de acontecimentos no Flamengo, destacando a convocação de Léo Pereira para a Seleção Brasileira e a saída de Rodrigo Caio, que explica sua decisão de se juntar à comissão técnica. Paralelamente, são abordadas as divergências na Libra entre os clubes da Série A e os da Série C, e a expectativa de que vários jogadores do elenco rubro-negro possam disputar a Copa do Mundo.
O Atlético Mineiro e o Vitória obtiveram aprovação interna e da FFU para ingressarem na entidade. Com isso, trinta clubes integram a Forte Futebol União, enquanto a Libra enfrenta dificuldades e pode ser extinta ou reduzida. A FFU se apresenta como um modelo promissor para a criação de uma liga de futebol no Brasil.
A assembleia da Futebol Forte União (FFU) não contará mais com a entrada do Grêmio, que recuou devido a pressões da CBF. A Libra, onde o Grêmio estaria, enfrenta problemas com Flamengo, São Paulo, Santos e Palmeiras, este último buscando proteção da CBF.
O Grêmio desistiu de migrar para a Futebol Forte União e optou por se aliar ao Flamengo para convocar uma reunião da Libra. O encontro, marcado para 18 de março, visa resolver problemas na gestão do contrato com a Globo e eleger um novo conselho gestor. Outros clubes como Atlético-MG demonstram interesse em solucionar as questões da entidade.
A crônica detalha o Flamengo em um dia de ajustes, destacando a provável ausência de Bruno Henrique devido a pubalgia e a aproximação do zagueiro Danilo com o novo técnico Leonardo Jardim. No âmbito institucional, o Grêmio apoia o Flamengo na Libra, enquanto no campo, Pedro e Arrascaeta mostram bom entrosamento sob o novo comando, com o clube liderando o público no Brasil.
O Grêmio decidiu migrar do bloco de negociação Libra para o Futebol Forte União (FFU) para direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. A mudança, que deve ser votada em 17 de março, visa obter maior sucesso nas negociações e potencial de arrecadação, com foco na antecipação de receitas de TV.
A Libra, liga de futebol, enfrenta uma crise existencial com a retirada da oferta de empréstimo de um banco e desentendimentos internos. O Grêmio é o primeiro clube a preparar sua saída, com São Paulo e Santos também considerando migrar para a Forte Futebol União (FFU). A liga sofre com a falta de liderança e um contrato falho com a Globo, agravando sua fragilidade.
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) fechou acordo com a Libra e a FFU, blocos comerciais de clubes de futebol brasileiro. Cinco clubes da Libra – Flamengo, Palmeiras, Grêmio, Santos e São Paulo – dividirão um pagamento de R$ 559 mil como contrapartida pela liberação dos blocos para atrair novos membros. O acordo visa garantir a livre concorrência e encerra investigações sobre possíveis irregularidades na formação dos grupos.
O Cade multou a Libra em R$ 559 mil pela prática de 'gun jumping', que é iniciar uma operação empresarial antes da aprovação do órgão regulador. A Futebol Forte União do Futebol Brasileiro (FFU) firmou acordo sem penalidade, pois não atingiu os critérios de faturamento que tornariam a notificação obrigatória. Ambas as entidades terão 60 dias para informar atos já realizados e se comprometeram a comunicar mudanças futuras na negociação de direitos de transmissão por três anos.
Clubes que integram a Libra, grupo que negocia direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, receberam duas propostas de investimento. Uma delas é do banco Daycoval, que oferece R$ 70 milhões ao Grêmio por 5% dos direitos por 15 anos. A outra vem da Sportsmedia, investidora da Futebol Forte União, que propõe comprar 10% dos direitos por 50 anos para fomentar a criação de uma liga.
Náutico e São Bernardo, recém-promovidos à Série B, optaram por rejeitar as propostas da Liga Brasileira (Libra) e da Liga Forte União (LFU). Em vez disso, ambos os clubes firmaram contrato diretamente com a CBF para a venda de seus direitos, preferindo o modelo tradicional de negociação pela confederação.
O Flamengo está pressionando a cúpula da Libra, entidade que organiza o contrato de direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, para resolver um problema que causa prejuízos financeiros aos clubes. A ausência de reajuste no contrato, mesmo com o aumento do número de equipes na Série A, pode levar a perdas significativas para todas as equipes envolvidas.
O Flamengo está envolvido em negociações intensas, com a possibilidade de pagar até R$ 250 milhões por Lucas Paquetá, apesar de um episódio de apostas do qual foi inocentado. Paralelamente, o clube busca reajustar seu contrato com a Libra, diante de um cenário financeiro e político complexo.