O artigo investiga as condições do futebol feminino no Brasil, um ano e meio antes da Copa do Mundo de 2027. Ele revela amadorismo, falta de auxílio financeiro e estruturas precárias em campeonatos estaduais organizados pelas federações das oito cidades-sede. Problemas como ausência de ambulâncias, médicos e premiações, além da baixa quantidade de equipes em algumas competições, são detalhados.
O Botafogo social revelou uma investigação sobre as finanças da SAF, acusando-a de destinar R$ 628 milhões para sanar problemas financeiros do Lyon. Os valores arrecadados pelo futebol alvinegro teriam sido usados para evitar o rebaixamento do clube francês. O impasse entre SAF e clube social foi resolvido, permitindo a venda de jogadores.