Náutico e São Bernardo, recém-promovidos à Série B, optaram por rejeitar as propostas da Liga Brasileira (Libra) e da Liga Forte União (LFU). Em vez disso, ambos os clubes firmaram contrato diretamente com a CBF para a venda de seus direitos, preferindo o modelo tradicional de negociação pela confederação.
A Liga Forte União (LFU) apresentou suas contas referentes à temporada, registrando um aumento expressivo de R$ 460 milhões na venda de direitos de transmissão de TV. O bloco distribuiu R$ 1,5 bilhão aos 33 times filiados, evidenciando uma maior equidade na distribuição de receitas entre os clubes.
O Sindicato Nacional das Associações de Futebol entrou com um pedido no Cade para questionar a legalidade da venda de parte dos direitos de TV da Série A pela LFU a investidores. A entidade alega desrespeito à Lei Geral do Esporte, enquanto a LFU defende a legalidade de seu modelo de negócios.
Um parecer jurídico aponta ilegalidades na criação da Liga Forte União (LFU), especialmente na cessão antecipada de direitos de transmissão por 50 anos a fundos de investimento. O documento foi entregue ao Cade, que investiga suspeitas de concentração econômica e intervenção na autonomia esportiva.
O Corinthians está calculando o valor exato que receberá da Liga Forte União (LFU) em dezembro de 2025 e março de 2026. A quantia a ser recebida dependerá da posição final da equipe no Brasileirão e das dívidas pendentes, como transfer bans, que podem consumir parte dos recursos.
O Cade, em liminar, proibiu a Libra e a LFU de admitirem novos clubes em suas estruturas até a conclusão de uma investigação sobre prática de gun jumping. A decisão visa evitar a concentração econômica antes da aprovação do órgão. O Atlético-MG é citado como exemplo de movimentação que motivou a medida.
O Cade determinou que a Libra e a LFU não podem associar novos clubes, impactando o Atlético-MG e o Vitória. A investigação apura suspeita de 'gun jumping' por parte das ligas.