O Botafogo estreou no Brasileirão com uma goleada de 4 a 0 sobre o Cruzeiro, demonstrando força ofensiva e liderando a competição. Simultaneamente, a Justiça impediu Textor de vender jogadores, reavivando o debate sobre o futuro da SAF e a influência da política no clube, enquanto torcedores protestavam. A análise também aborda outras partidas da rodada, lesões e movimentações de técnicos e jogadores.
Um investidor de Maricá, cidade com forte economia impulsionada pelo petróleo, demonstrou interesse na compra da SAF do Vasco em 2025. O prefeito da cidade, Washington Quaquá, vascaíno assumido, pretendia usar o Fundo Soberano de Maricá para realizar o investimento.
O presidente do Vasco, Pedrinho, informou que as negociações para a venda da SAF do clube para um investidor estão avançadas, tendo passado por quatro fases distintas. O possível comprador foi identificado como Marcos Faria Lamacchia, que possui laços familiares com o dono da Crefisa, Leila Pereira.
O artigo analisa a complexa realidade financeira do Cruzeiro e sua relação com o Fair Play Financeiro (FFP), demonstrando como a amortização de contratações e a dependência de aportes de investidores criam uma armadilha econômica. A estratégia do Flamengo de inflacionar o mercado é apresentada como uma forma de expor a fragilidade financeira de clubes com menos receita orgânica.
O Vasco está em negociações avançadas para vender sua SAF ao filho de José Lamacchia, marido de Leila Pereira, presidente do Palmeiras. Marcos Faria Lamacchia, com experiência no mercado financeiro e no setor bancário, é o interessado em adquirir o futebol do clube cruz-maltino. A transação pode viabilizar o fluxo de caixa do Vasco, que já recebeu um empréstimo considerável da Crefisa.
O Conselho Deliberativo do Santa Cruz ratificou a venda de 90% das ações da sua Associação Anônima do Futebol (SAF) para o grupo Cobra Coral Participações S.A. A decisão, aprovada com ampla maioria em reuniões anteriores, marca um passo crucial para a oficialização da operação. A estimativa é que a SAF esteja operacional em abril de 2026, com a transferência definitiva do Estádio do Arruda para os investidores sujeita a um aporte de R$ 100 milhões em melhorias.
O empresário Diego Fernandes, apontado como possível investidor do São Paulo, publicou uma foto de uma reunião com Khalfan Belhoul, CEO de um fundo árabe. Na postagem, Fernandes citou que o São Paulo FC esteve na pauta da conversa, que também abordou finanças, inovação, tecnologia e esportes globais. A publicação gerou repercussão entre os torcedores tricolores.
O Sindicato Nacional das Associações de Futebol entrou com um pedido no Cade para questionar a legalidade da venda de parte dos direitos de TV da Série A pela LFU a investidores. A entidade alega desrespeito à Lei Geral do Esporte, enquanto a LFU defende a legalidade de seu modelo de negócios.
O empresário Georgios Frangulis, namorado da tenista Aryna Sabalenka e dono do Le Mans, descartou a possibilidade de comprar o Corinthians, clube pelo qual torce. Apesar de se mostrar disposto a ajudar, ele acredita que um investidor estrangeiro seria ideal para o clube paulista.
O banqueiro Daniel Vorcaro, investidor e membro do Conselho da SAF do Atlético-MG, foi preso pela Polícia Federal. O caso está ligado ao Banco Master, do qual ele é acionista, e gera incertezas para o clube mineiro, pois Vorcaro detém 20% da SAF e participa ativamente das decisões.
Daniel Vorcaro, principal investidor de um fundo com 20% da SAF do Atlético-MG, foi preso por operações do Banco Master. Ele integra o Conselho de Administração do clube e foi o responsável por montar o FIP Galo Forte, que investiu R$ 300 milhões. Anteriormente, o investimento já havia gerado questionamentos sobre a origem do dinheiro, com suspeitas de lavagem de dinheiro ligadas à operação "Carbono Oculto".
O investidor Diego Fernandes, cogitado para realizar um aporte financeiro no São Paulo, viu seu nome perder força nos bastidores do clube. Após reuniões consideradas pouco produtivas com diferentes grupos políticos e a falta de contato direto com a presidência, o interesse em sua participação parece ter esfriado.
A matéria analisa a implementação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) no Atlético-MG, dois anos após sua criação, destacando o desafio de conciliar a gestão profissional com as inerentes influências políticas do esporte. O texto explora como o modelo empresarial busca garantir sustentabilidade e autonomia, contrastando-o com a instabilidade do modelo associativo e mencionando a experiência de executivos e a visão europeia sobre Fair Play Financeiro.