Colunista analisa a troca de mensagens entre o diretor-geral da editora Globo, Frederic Kachar, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, revelando uma relação de poder marcada por favores, negociatas e agenciamento de encontros com mulheres. O texto critica como práticas jornalísticas se curvaram aos interesses de Vorcaro e discute a questão de gênero e masculinidade envolvida. Questiona a permanência de Kachar no cargo, sugerindo que o escândalo pode não ter consequências.
Por Gabriel Duarte e Guilherme Macedo em 2026-10-02
O Cruzeiro pegou um empréstimo de R$ 25 milhões com o Fundo Victoria, ligado ao Banco Master de Daniel Vorcaro, durante a gestão de Ronaldo Fenômeno, após a eliminação na Copa do Brasil de 2024. A dívida foi quitada em 2025 por Pedro Lourenço, novo dono da SAF, por R$ 29,756 milhões com juros. Vorcaro está preso preventivamente sob suspeita de fraudes financeiras, mas as conversas com Ronaldo não são foco das investigações da Polícia Federal.
Crônica sobre o momento do Cruzeiro, discutindo a produção ofensiva do time e as críticas a Kaio Jorge após a eliminação na Copa do Brasil. O texto aborda o calendário de outubro no Brasileirão, a confiança do técnico Artur Jorge em Gerson e as situações contratuais de jogadores como Fagner, William, Lucas Villalba e Matías Viña. Também retoma o empréstimo de R$ 25 milhões do Fundo Victoria e registra o otimismo de Cássio quanto ao futuro promissor do clube.
Novas mensagens vazadas pela revista Veja indicam que Ronaldo Fenômeno, então dono parcial da SAF do Cruzeiro, teria solicitado um empréstimo ao banqueiro Daniel Vorcaro em março de 2024 para auxiliar o clube após eliminação na Copa do Brasil. As conversas sugerem que a liberação do crédito chegou a acontecer, mas nada consta nos demonstrativos financeiros oficiais daquele ano.
A Sports Media, investidora da Forte Futebol União (FFU), recebeu R$ 750 milhões de um fundo administrado por investigados em operações da Polícia Federal ligadas a crime organizado e ao Banco Master. A operação, que envolveu o Fundo Miller, foi liquidada em agosto de 2025, com o dinheiro devolvido e um lucro de cerca de R$ 150 milhões para o cotista principal, a Farallon. A investigação aponta que a Trustee DTVM, administradora do Fundo Miller e executivos ligados a ela, podem ter atuado em esquema de ocultação de dinheiro.
Um deputado distrital acionou o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TC-DF) e o próprio BRB contra o patrocínio renovado do banco ao Flamengo. O parlamentar alega que o contrato de R$ 42,6 milhões, firmado em meio a uma crise financeira do BRB ligada ao escândalo do Banco Master, não atende ao interesse público e pede sua suspensão cautelar.
A renovação do contrato de patrocínio entre Flamengo e BRB está complicada devido à crise enfrentada pelo Banco Master, que gerou uma investigação e afastamento de seu ex-presidente. Apesar da intenção mútua de renovar o acordo de até R$ 40 milhões, a instabilidade financeira do BRB e a possibilidade de usar uma empresa associada para gerir o patrocínio tornam o cenário incerto.
O conselheiro do Palmeiras, João Carlos Mansur, foi alvo de uma nova operação da Polícia Federal que investiga a suposta emissão de créditos fraudulentos pelo Banco Master. Mansur, que já foi investigado em outras operações relacionadas a lavagem de dinheiro, também é ligado a investimentos em outros clubes e esteve presente em reuniões recentes do Conselho do Palmeiras.
O empresário Daniel Vorcaro, sócio da SAF do Atlético-MG, foi destituído do Conselho de Administração do clube após votação em Assembleia Geral Extraordinária. Vorcaro está preso desde 17 de novembro, respondendo por crimes como gestão fraudulenta e organização criminosa.
O acionista do Atlético-MG, Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso pela Polícia Federal enquanto tentava deixar o país em um avião particular. A prisão ocorreu após uma operação que investiga a venda de títulos de crédito falsos emitidos pelo banco. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master.
Daniel Vorcaro, principal investidor de um fundo com 20% da SAF do Atlético-MG, foi preso por operações do Banco Master. Ele integra o Conselho de Administração do clube e foi o responsável por montar o FIP Galo Forte, que investiu R$ 300 milhões. Anteriormente, o investimento já havia gerado questionamentos sobre a origem do dinheiro, com suspeitas de lavagem de dinheiro ligadas à operação "Carbono Oculto".