O artigo analisa criticamente os cursos ministrados por Juliano Cazarré, argumentando que eles reforçam conceitos de poder, controle e dominação masculina. A autora Milly Lacombe defende que esses cursos promovem uma visão patriarcal e colonial de gênero, incentivando a rejeição do feminino e a manutenção de hierarquias sociais prejudiciais.
A Federação Paulista de Futebol (FPF) anunciou a mudança do nome do Paulistão Feminino para Paulistão F. A alteração visa reforçar a igualdade de gênero no esporte e criar uma identidade própria para o torneio, mantendo sua tradição e relevância.
A Confederação Brasileira de Futsal (CBFS) reuniu-se com os clubes e definiu as datas para o Campeonato Brasileiro da modalidade em 2026. O torneio terá início em junho e término em dezembro, com a participação de 16 equipes, apresentando uma redução em relação às edições anteriores.
O artigo discute a proliferação de cursos voltados para a masculinidade, criticando suas propostas que reforçam papéis de gênero tradicionais e ignoram a vulnerabilidade masculina. A autora argumenta que essas iniciativas, muitas vezes ligadas a figuras como Jair Bolsonaro, aprofundam disfunções sociais em vez de resolver problemas reais como a violência contra a mulher.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) apoia a nova política do Comitê Olímpico Internacional (COI) que bane mulheres trans de competições femininas. No entanto, o COB questiona a aplicação prática e o cronograma da nova regra, buscando esclarecimentos do COI sobre quando a política entrará em vigor e como será aplicada.
A Associação Internacional de Boxe (IBA) manifestou apoio às novas regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) que restringem a participação de mulheres transgênero em competições esportivas femininas. A IBA considera a decisão uma "vitória do senso comum" e um passo para a proteção da integridade do esporte feminino, alinhando-se com políticas que já defendia anteriormente.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) confirmou que sua nova política de teste de gênero, que restringe a participação de atletas transgênero na categoria feminina, não se aplicará às competições masculinas. A medida, baseada na detecção do gene SRY, entra em vigor a partir de 2028 e visa garantir a integridade das categorias esportivas.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou uma nova política que bane mulheres transgênero de competições oficiais, introduzindo um teste genético para determinar o gênero biológico. A medida, baseada em estudos científicos, visa garantir a justiça e a segurança nas competições femininas, permitindo que atletas com o gene SRY não possam competir na categoria feminina. Essa diretriz entrará em vigor a partir dos Jogos de Los Angeles em 2028.
A boxeadora taiwanesa Lin Yu-ting, campeã olímpica, foi liberada para competir no Campeonato Asiático após polêmica de gênero. Ela havia sido reprovada em um teste de elegibilidade da World Boxing, mas um recurso da Confederação de Boxe de Taiwan permitiu sua participação. A decisão se baseia na política de elegibilidade por sexo da federação, que inclui testes para garantir igualdade e segurança nas competições.
O artigo critica as declarações do apresentador Ratinho sobre o que define uma mulher, considerando-as transfóbicas e misóginas. A autora argumenta que a identidade feminina não se resume a características biológicas como útero e menstruação, e que a nomeação de Erika Hilton para a comissão da mulher na Câmara representa um avanço contra a redução de mulheres a órgãos sexuais.
O artigo analisa a Lei da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) e sua implicação para o futebol feminino. A legislação atual, ao incluir "feminino e masculino" com conjunção aditiva, pode criar obstáculos para negócios focados exclusivamente no esporte feminino. O texto propõe alterações legislativas, como a inclusão de "e/ou" ou a tipificação para SAFs exclusivas de futebol feminino, visando o fomento da modalidade.
O zagueiro Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino, será julgado no TJD-SP por declarações machistas contra a árbitra Daiana Muniz após a eliminação do time. O atleta proferiu que "não deveriam colocar uma mulher para apitar um jogo desse tamanho", o que gerou repercussão e pedidos de desculpas. Especialistas analisam o caso, citando os artigos 243-G e 243-F do CBJD e os limites da liberdade de expressão.
O artigo argumenta que o debate sobre a escala de trabalho 6x1 é incompleto se não considerar o trabalho doméstico e as relações de gênero. A autora Milly Lacombe destaca que a emancipação feminina está atrelada à independência econômica, dificultada pela sobrecarga de tarefas domésticas não remuneradas. Sem incluir essas discussões, a análise das horas de trabalho beneficia apenas uma parcela da população, ignorando a exaustão e opressão das mulheres.
O artigo analisa a declaração machista do jogador Gustavo Marques contra a árbitra Daiane Muniz, criticando a persistência do machismo no futebol, mesmo em 2026. A autora ressalta a importância da educação e da sanção para combater atitudes discriminatórias no esporte.
O zagueiro Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino, fez declarações machistas contra a árbitra Daiana Muniz após a eliminação do time no Paulistão. O jogador pode ser punido pela Justiça Desportiva com suspensão de cinco a dez jogos por ato discriminatório. Tanto o clube quanto a Federação Paulista repudiaram as falas.
A colunista Yara Fantoni aborda a presença feminina na arbitragem de futebol, defendendo que a capacidade não tem gênero. O texto critica a generalização e os estereótipos ao analisar o desempenho de árbitras mulheres, comparando-o à crítica objetiva direcionada a árbitros homens.
O artigo discute a persistência da exclusão feminina no combinado nórdico dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, apesar do discurso de igualdade do movimento olímpico. A autora ressalta que, enquanto a presença feminina geral nos jogos avança, a modalidade continua exclusivamente masculina, destoando dos ideais de equidade e inclusão.
O artigo relembra os 10 anos do último jogo profissional de Ronaldinho Gaúcho, ocorrido em 20 de janeiro de 2016, no Torneio da Flórida. A partida, um amistoso entre Internacional e Fluminense, marcou o encerramento discreto da carreira de um dos maiores gênios do futebol mundial. A matéria também detalha a breve e controversa passagem de Ronaldinho pelo Fluminense em 2015 e as negociações que o levaram ao clube.
A colunista Milly Lacombe critica os recentes discursos do presidente Lula contra o machismo, considerando-os fracos e vazios. Ela argumenta que, ao se separar dos supostos machistas e indicar um fanático religioso para o STF, Lula legitima a misoginia e perpetua a violência contra as mulheres. Lacombe defende que o debate de gênero é central na política e que é preciso que os homens se impliquem na questão, reconhecendo suas próprias ações como parte do problema.
O Prêmio Brasil Olímpico (PBO) de 2025 introduzirá uma novidade na categoria "Atleta da Torcida", que pela primeira vez contemplará um representante masculino e outro feminino eleitos pelo público. A cerimônia ocorrerá no Rio de Janeiro em 11 de dezembro, com transmissão ao vivo.