A boxeadora taiwanesa Lin Yu-ting, campeã olímpica, foi liberada para competir no Campeonato Asiático após polêmica de gênero. Ela havia sido reprovada em um teste de elegibilidade da World Boxing, mas um recurso da Confederação de Boxe de Taiwan permitiu sua participação. A decisão se baseia na política de elegibilidade por sexo da federação, que inclui testes para garantir igualdade e segurança nas competições.
O artigo critica as declarações do apresentador Ratinho sobre o que define uma mulher, considerando-as transfóbicas e misóginas. A autora argumenta que a identidade feminina não se resume a características biológicas como útero e menstruação, e que a nomeação de Erika Hilton para a comissão da mulher na Câmara representa um avanço contra a redução de mulheres a órgãos sexuais.
O artigo analisa a Lei da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) e sua implicação para o futebol feminino. A legislação atual, ao incluir "feminino e masculino" com conjunção aditiva, pode criar obstáculos para negócios focados exclusivamente no esporte feminino. O texto propõe alterações legislativas, como a inclusão de "e/ou" ou a tipificação para SAFs exclusivas de futebol feminino, visando o fomento da modalidade.
O zagueiro Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino, será julgado no TJD-SP por declarações machistas contra a árbitra Daiana Muniz após a eliminação do time. O atleta proferiu que "não deveriam colocar uma mulher para apitar um jogo desse tamanho", o que gerou repercussão e pedidos de desculpas. Especialistas analisam o caso, citando os artigos 243-G e 243-F do CBJD e os limites da liberdade de expressão.
O artigo argumenta que o debate sobre a escala de trabalho 6x1 é incompleto se não considerar o trabalho doméstico e as relações de gênero. A autora Milly Lacombe destaca que a emancipação feminina está atrelada à independência econômica, dificultada pela sobrecarga de tarefas domésticas não remuneradas. Sem incluir essas discussões, a análise das horas de trabalho beneficia apenas uma parcela da população, ignorando a exaustão e opressão das mulheres.
O artigo analisa a declaração machista do jogador Gustavo Marques contra a árbitra Daiane Muniz, criticando a persistência do machismo no futebol, mesmo em 2026. A autora ressalta a importância da educação e da sanção para combater atitudes discriminatórias no esporte.
O zagueiro Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino, fez declarações machistas contra a árbitra Daiana Muniz após a eliminação do time no Paulistão. O jogador pode ser punido pela Justiça Desportiva com suspensão de cinco a dez jogos por ato discriminatório. Tanto o clube quanto a Federação Paulista repudiaram as falas.
A colunista Yara Fantoni aborda a presença feminina na arbitragem de futebol, defendendo que a capacidade não tem gênero. O texto critica a generalização e os estereótipos ao analisar o desempenho de árbitras mulheres, comparando-o à crítica objetiva direcionada a árbitros homens.
O artigo discute a persistência da exclusão feminina no combinado nórdico dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, apesar do discurso de igualdade do movimento olímpico. A autora ressalta que, enquanto a presença feminina geral nos jogos avança, a modalidade continua exclusivamente masculina, destoando dos ideais de equidade e inclusão.
O artigo relembra os 10 anos do último jogo profissional de Ronaldinho Gaúcho, ocorrido em 20 de janeiro de 2016, no Torneio da Flórida. A partida, um amistoso entre Internacional e Fluminense, marcou o encerramento discreto da carreira de um dos maiores gênios do futebol mundial. A matéria também detalha a breve e controversa passagem de Ronaldinho pelo Fluminense em 2015 e as negociações que o levaram ao clube.
A colunista Milly Lacombe critica os recentes discursos do presidente Lula contra o machismo, considerando-os fracos e vazios. Ela argumenta que, ao se separar dos supostos machistas e indicar um fanático religioso para o STF, Lula legitima a misoginia e perpetua a violência contra as mulheres. Lacombe defende que o debate de gênero é central na política e que é preciso que os homens se impliquem na questão, reconhecendo suas próprias ações como parte do problema.
O Prêmio Brasil Olímpico (PBO) de 2025 introduzirá uma novidade na categoria "Atleta da Torcida", que pela primeira vez contemplará um representante masculino e outro feminino eleitos pelo público. A cerimônia ocorrerá no Rio de Janeiro em 11 de dezembro, com transmissão ao vivo.
A colunista Milly Lacombe critica a fala do presidente Lula sobre violência contra mulheres, considerando-a rudimentar e constrangedora. O artigo discute a necessidade de homens se implicarem na luta contra o feminicídio, indo além de discursos e mudando atitudes cotidianas.
A colunista Milly Lacombe critica a escolha de Lula para um novo ministro do STF, ressaltando que foi mais um homem branco e hétero, em detrimento de mulheres ou pessoas negras. A autora argumenta que o presidente utiliza a pauta identitária de forma superficial, sem um compromisso real com a diversidade de gênero e raça.
A colunista Milly Lacombe critica a 'colossal inaptidão' do presidente Lula em lidar com questões de gênero, argumentando que sua proibição da linguagem neutra na administração pública é ineficaz e ignora a evolução natural da língua. A autora defende que a linguagem não-binária é essencial para a inclusão e a luta contra a dominação e violência de gênero, especialmente diante do avanço do fascismo.