O presidente Lula parabenizou o Corinthians por suas recentes conquistas. O time masculino sagrou-se campeão da Supercopa Rei 2026 ao vencer o Flamengo, enquanto a equipe feminina foi vice-campeã do primeiro Mundial de Clubes da história, após ser superada pelo Arsenal. Lula destacou a garra e as campanhas de ambas as equipes.
O presidente Lula e representantes da CBF se reuniram com Gianni Infantino, presidente da Fifa, para formalizar o pedido do Brasil em sediar a Copa do Mundo de Clubes de 2029. A candidatura brasileira foi bem recebida pela entidade, que vê viabilidade na proposta.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, brincou com Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, sobre assumir a seleção brasileira. A principal pauta do encontro, que também contou com o presidente da CBF, Samir Xaud, foi a Copa do Mundo feminina de 2027 no Brasil. Lula aproveitou a ocasião para pedir que o país sedie a Copa do Mundo de Clubes de 2029.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou a Gianni Infantino, presidente da Fifa, que o Brasil sedie a Copa do Mundo de Clubes de 2029. A intenção é aproveitar as melhorias nos estádios preparadas para a Copa do Mundo Feminina de 2027. O pedido já havia sido feito pela CBF, e o evento nos EUA em 2025 foi considerado um sucesso.
A CBF e o Governo Federal reforçarão o interesse do Brasil em sediar a Copa do Mundo de Clubes de 2029 em uma reunião com o presidente da FIFA, Gianni Infantino. O apoio do governo será um trunfo na candidatura brasileira, que já conta com o Flamengo classificado. A reunião também abordará a Copa do Mundo Feminina de 2027 e a possibilidade de o Brasil sediar um congresso da FIFA.
Walter Casagrande Jr. critica a gestão de São Paulo sob Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas, acusando-os de defender criminosos e negligenciar a cidade. O colunista também condena o apoio de figuras políticas brasileiras a Donald Trump e às sanções contra o Brasil, defendendo a soberania nacional e a atuação do governo Lula e do STF.
O artigo relembra o amistoso "Jogo da Paz" entre Brasil e Haiti em 2004, destacando seu contexto político e social. A partida, vencida pelo Brasil por 6 a 0, ocorreu em um momento delicado para o Haiti, assolado por guerra civil e com o Brasil liderando uma missão de paz da ONU.
A colunista Milly Lacombe critica os recentes discursos do presidente Lula contra o machismo, considerando-os fracos e vazios. Ela argumenta que, ao se separar dos supostos machistas e indicar um fanático religioso para o STF, Lula legitima a misoginia e perpetua a violência contra as mulheres. Lacombe defende que o debate de gênero é central na política e que é preciso que os homens se impliquem na questão, reconhecendo suas próprias ações como parte do problema.
A colunista Milly Lacombe critica a fala do presidente Lula sobre violência contra mulheres, considerando-a rudimentar e constrangedora. O artigo discute a necessidade de homens se implicarem na luta contra o feminicídio, indo além de discursos e mudando atitudes cotidianas.
A colunista Milly Lacombe critica a escolha de Lula para um novo ministro do STF, ressaltando que foi mais um homem branco e hétero, em detrimento de mulheres ou pessoas negras. A autora argumenta que o presidente utiliza a pauta identitária de forma superficial, sem um compromisso real com a diversidade de gênero e raça.
A colunista Milly Lacombe critica a 'colossal inaptidão' do presidente Lula em lidar com questões de gênero, argumentando que sua proibição da linguagem neutra na administração pública é ineficaz e ignora a evolução natural da língua. A autora defende que a linguagem não-binária é essencial para a inclusão e a luta contra a dominação e violência de gênero, especialmente diante do avanço do fascismo.