Coluna de opinião que argumenta que o fascismo está historicamente ligado ao ataque aos direitos das mulheres, com base na hierarquia de gênero e no controle do corpo feminino. A autora conecta discurso de gênero de políticos de extrema direita no Brasil e nos EUA ao alerta sobre as eleições de 2026. Conclui que a eleição de domingo decidiria entre os valores do fascismo e a manutenção da democracia.
O colunista Juca Kfouri critica a vitória de um candidato ligado à milícia no primeiro turno das eleições, descrevendo-o como herdeiro da ditadura que governou o Brasil por 21 anos. Ele defende que resta aos opositores aceitar a decisão do eleitorado e resistir, ainda que exista um segundo turno para uma difícil reação. O texto conclui apelando ao bom senso em nome dos excluídos do Brasil.
O comentarista Mauro Cezar criticou a denúncia do atacante Paulinho no STJD por provocação ao Flamengo. Ele avalia que a CBF busca um controle excessivo no futebol, comparando a situação a uma ditadura, e que a reação do jogador após comemorar um gol deve ser vista como parte do esporte.
O artigo lamenta o falecimento do jornalista Raimundo Pereira aos 85 anos, destacando sua trajetória marcada pela luta contra a ditadura e pela imprensa democrática. Pereira, vencedor do Prêmio Esso, fundou o jornal Movimento e resistiu à repressão, sendo comparado a um 'vietcong' de seu tempo.
Um documentário sobre a revista Placar, intitulado 'Placar - A Revista Militante', foi lançado na plataforma de filmes Reserva Imovision. O filme investiga o papel da publicação como espaço de resistência política durante a ditadura militar brasileira, destacando como o futebol e o jornalismo esportivo foram utilizados para pensamento crítico e debate.
Um conselheiro do São Paulo, Edson Lapolla, criticou veementemente a gestão do presidente Júlio Casares, chamando o clube de 'ditadura' e prevendo a renúncia de Casares. Lapolla aponta problemas desde 2015, com denúncias de aparelhamento e contratos questionáveis, e defende mudanças estatutárias para o futuro do clube.
O artigo reflete sobre como a cobertura jornalística da Copa do Mundo nos EUA em 2026 possivelmente ignorará questões políticas e sociais relevantes, seguindo um padrão histórico de foco exclusivo no futebol. O autor, Juca Kfouri, critica essa tendência e cita o exemplo de Peter Arnett para defender um jornalismo mais rigoroso e abrangente.