O jogador iraniano Sardar Azmoun não foi convocado para amistosos após postar uma foto com autoridades de Dubai, sendo visto como um ato de deslealdade ao governo do Irã em meio a tensões políticas. A participação do país na Copa do Mundo de 2026 também está incerta devido ao conflito com os Estados Unidos.
O ex-treinador de futebol Vanderlei Luxemburgo, de 73 anos, foi internado na UTI de um hospital em Palmas, Tocantins, com suspeita de infecção pulmonar. Ele está consciente e com quadro de saúde estável, com assessoria afirmando que não há motivo para preocupação e que ele aproveita para realizar exames previstos. Luxemburgo se afastou do futebol em 2023 e recentemente se filiou ao Podemos para ser pré-candidato ao Senado pelo Tocantins.
O artigo de Milly Lacombe explora a obsessão nacional em torno de Neymar, questionando o porquê de o jogador continuar sendo um assunto constante, mesmo quando não está em campo ou jogando bem. A autora sugere que essa fixação se deve ao fato de Neymar representar as qualidades únicas do futebol brasileiro, como ousadia e criatividade, e o sonho coletivo que ele personifica, apesar de suas controvérsias pessoais e políticas.
Carlos Belmonte, diretor de futebol do São Paulo, se afastou da política interna do clube, deixando a coordenação do grupo Legião. A decisão, embora não surpreendente, reflete seu distanciamento do cargo de homem-forte do futebol para focar em sua família. Novas lideranças assumiram postos de coordenação, enquanto a corrida eleitoral do clube se intensifica.
A embaixada do Irã no México solicitou à FIFA que a seleção iraniana dispute suas partidas da Copa do Mundo de 2026 em sedes mexicanas, evitando os Estados Unidos devido a tensões políticas e preocupações com segurança. A FIFA, segundo a imprensa, não cogita aceitar o pedido, citando questões logísticas e de planejamento.
A matéria discute a contradição da FIFA ao conceder um "Prêmio da Paz" a Donald Trump, que posteriormente fez declarações sobre o Irã que colocaram em xeque a segurança da seleção iraniana na Copa do Mundo. O texto aborda a dificuldade do futebol em conciliar compromissos com direitos humanos e neutralidade esportiva, exigindo coerência e transparência em suas decisões.
O colunista Juca Kfouri discute a dualidade entre a tragédia humana global, exemplificada pela morte de uma criança palestina em Gaza, e o entretenimento do futebol. Ele aborda a crítica comum de misturar esporte com política e defende que, apesar do sofrimento no mundo, o ser humano precisa de paliativos e distrações para sobreviver, mesmo que pareça insensível.
A política interna do São Paulo FC está em ebulição com a proximidade da eleição presidencial. A dissolução da antiga Coalizão, que sustentou a eleição de Julio Casares, gerou uma reorganização dos grupos políticos do clube. Diversos nomes começam a ser especulados como possíveis candidatos, com Vinícius Pinotti despontando como um dos favoritos.
O artigo discute a ausência de Lionel Messi em uma cerimônia na Casa Branca para receber a Medalha Presidencial da Liberdade, oferecida por Joe Biden, e sua posterior aparição ao lado de Donald Trump. A matéria explora as possíveis motivações políticas por trás dessas decisões, sugerindo que Messi evitou um democrata para se associar a um republicano.
A campeã olímpica de patinação artística, Amber Glenn, afirmou que não irá à Casa Branca celebrar seu ouro em Milão-Cortina. A atleta, que se declara bissexual, expressou sua oposição às políticas de Donald Trump em relação a mulheres e diversidade sexual.
A guerra no Irã levanta sérias preocupações sobre a realização da próxima Copa do Mundo, com a FIFA considerando a transferência de jogos e a própria federação iraniana avaliando a retirada da seleção. O conflito coloca em xeque a capacidade da FIFA de gerir um torneio global em meio a instabilidade e questiona a coerência de suas políticas de neutralidade e direitos humanos, especialmente após a exclusão da Rússia da Copa anterior.
O São Paulo demonstrou solidez e entrega em campo ao vencer o Red Bull Bragantino e avançar no Campeonato Paulista, mesmo diante de turbulências políticas e investigações criminais. A equipe de Hernán Crespo surpreende no início da temporada, enquanto os bastidores do clube seguem marcados por disputas de poder e polêmicas.
O dirigente Marcelo Paz mantém sua autonomia no departamento de futebol do Corinthians, mesmo em meio a um cenário político interno agitado. Em ano eleitoral, Paz é visto como um capital político por diferentes alas do clube, mas busca atuar de forma diplomática e independente, com respaldo do presidente Osmar Stábile.
O artigo de Alicia Klein rebate a fake news de que o Palmeiras é fascista, apresentando dez fatos históricos que contrariam essa narrativa. A autora explora a origem da polêmica, a contextualização histórica de homenagens a figuras ligadas ao fascismo e demonstra como o clube teve uma trajetória multifacetada, com vínculos com movimentos antifascistas e até mesmo de esquerda.
Paulo Planet Buarque, conselheiro histórico do São Paulo, faleceu aos 98 anos. Sócio desde 1939, teve atuação decisiva na vida política e institucional do clube, presidindo o Conselho Deliberativo e atuando em momentos cruciais da gestão. Sua carreira profissional também foi de destaque no direito, política e jornalismo esportivo.
O departamento de futebol do Corinthians tornou-se palco de intensos embates políticos internos, com críticas direcionadas principalmente ao gerente Renan Bloise e à equipe de scout. As disputas giram em torno da origem das indicações de jogadores e de supostos vazamentos de informações, gerando pressão por mudanças no setor.
O artigo discute como a performance de Bad Bunny no Super Bowl rompeu com a ideia de neutralidade esportiva, transformando o evento em um manifesto artístico pela inclusão e pelos direitos humanos. A análise destaca que o esporte, por sua natureza jurídica, econômica e social, não pode se dissociar de questões políticas e de dignidade humana, especialmente quando a autonomia esportiva é exercida em detrimento de direitos fundamentais.
O artigo analisa a apresentação de Bad Bunny no show de intervalo do Super Bowl como um ato de protesto contra as políticas anti-imigrantes do então presidente Trump. O autor destaca como a performance em espanhol homenageou a cultura latino-americana e criticou o chauvinismo e a política segregacionista de Trump, enquanto o esporte se mostra inseparável da política.
O Corinthians enfrenta um dia de intensos embates políticos internos e movimentações no departamento de futebol, com Renan Bloise no centro das atenções. Paralelamente, o clube avança em negociações para reforços, como a iminente chegada do volante Allan, e busca solucionar problemas de ineficiência ofensiva em campo, evidenciada pela falha em pênaltis contra o Palmeiras.
O São Paulo atravessa um período de estabilidade política e melhora nos resultados esportivos, celebrada pelo elenco. Após meses de turbulência institucional, o clube busca focar no futebol e deixar para trás as polêmicas extracampo.