A venda da SAF do Vasco para a Almirante Participações, empresa ligada a Marcos Lamacchia, enteado da presidente Leila Pereira, movimenta a política interna do Palmeiras às vésperas da semifinal da Copa do Brasil entre os clubes. A oposição alviverde aponta possível conflito de interesses e pediu a saída de José Roberto Lamacchia, marido de Leila, do Conselho Deliberativo. A Anresf avalia o caso e impôs medidas cautelares que proíbem relações comerciais entre Vasco, Palmeiras e o conglomerado Crefipar/Crefisa.
Coluna de Juca Kfouri publicada no UOL em 29/10/2026, intitulada 'A lucidez política da juventude brasileira'. O texto completo é restrito a assinantes e o corpo da matéria não está disponível no conteúdo extraído. Pelo título e contexto, a crônica aborda a consciência e o posicionamento político da juventude brasileira.
A colunista Milly Lacombe critica duramente o comportamento de Neymar após a expulsão no jogo entre Santos e Bahia, comparando o craque ao senador Flávio Bolsonaro, que fugiu do Brasil após derrota eleitoral. O texto aborda a acusação de Richarlison contra Flávio Bolsonaro sobre uma propriedade em Angra e o confronto nas redes sociais entre os jogadores. A autora conclui que o futebol brasileiro é um espelho da política, cheio de homens covardes e fujões.
O artigo retrata as reações de personalidades do esporte brasileiro à reeleição de Lula como presidente do Brasil. Enquanto Richarlison, atletas do vôlei e o Corinthians celebraram a vitória do petista, Neymar, Diego Souza, Felipe Melo e Fagner se posicionaram contra o resultado.
Coluna de opinião de Juca Kfouri em tom poético e de crítica moral, na qual o autor contrasta o dedo que perdeu trabalhando com honestidade com as 'mãos sujas' de quem nunca trabalhou, só ganha, rouba e mata. O texto cita o 'dedo no gatilho do assassino de Ana Clara' como crítica à violência armada e à impunidade. Publicado no dia da votação, o texto se insere no contexto decisivo das eleições de 2026 no Brasil.
O colunista Mauro Cezar Pereira critica o silêncio dos jogadores de futebol diante das ameaças à democracia brasileira, argumentando que figuras públicas com grande influência deveriam se posicionar contra o fascismo e a violência política. O texto evoca exemplos históricos como Sócrates, Casagrande, Wladimir e a Democracia Corinthiana, sugerindo que interesses comerciais explicariam a omissão dos atletas de hoje. Para o autor, defender a democracia não é questão partidária, mas compromisso com princípios fundamentais.
O Conselho Deliberativo do Palmeiras aprovou a suspensão por nove meses do conselheiro José Corona Netto, após atritos com a presidente Leila Pereira em reunião de orçamento. A presidente esteve presente na votação, mas se manteve em silêncio para evitar um novo confronto. O clube viverá eleição em 2027, com Paulo Buosi como candidato da situação.
Clarence Seedorf evita comentar a crise política do Corinthians e afirma que veio para trabalhar no campo. O holandês, que fará sua estreia contra o Vitória pelo Campeonato Brasileiro, compara a situação com momentos vividos em clubes europeus. A matéria também menciona as críticas de Gabriel Paulista à diretoria alvinegra após a goleada sofrida contra o Palmeiras.
A oposição do São Paulo protocolou a primeira chapa para a eleição do Conselho Deliberativo, com Marcelo Portugal Gouvêa como candidato à presidência, Eduardo Alfano na vice e Fábio Mariz no conselho. A situação continua sem nome definido após desistências de Harry Massis Júnior e Adilson Alves Martins. As eleições de conselheiros estão marcadas para 28 de novembro e a presidencial para dezembro.
A colunista Alicia Klein analisa a goleada do Palmeiras sobre o Corinthians no Dérbi e o Fla-Flu, explorando os possíveis significados políticos presentes nos gestos e manifestações nas arquibancadas, como a imagem de Nossa Senhora da Mancha Verde e o protesto contra as bets no Fla-Flu. O texto conecta futebol e política num dia de atos no Brasil e movimentação no TSE, mantendo tom opinativo e irônico.
O ex-técnico Vanderlei Luxemburgo não conseguiu se eleger ao Senado pelo Tocantins, ficando em sétimo lugar com 67.987 votos (4,11% dos válidos). As duas vagas do estado foram para Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB). A matéria também resgata a relação de Luxemburgo com o Tocantins, onde mora e investe, e sua vitoriosa carreira no futebol brasileiro.
Em contexto do primeiro turno das Eleições 2026, a matéria relembra esportistas brasileiros que ingressaram na política, como Romário, Pelé, Bebeto, Leila Barros, Danrlei, Roberto Dinamite, Ademir da Guia e Oscar Schmidt. O texto detalha as trajetórias políticas de cada ex-atleta e destaca a candidatura de Marcelinho Carioca a deputado distrital no Distrito Federal pelo Republicanos.
O artigo lista ex-atletas, principalmente ex-jogadores de futebol, que disputam as eleições de 2026 no Brasil em cargos como deputado federal, deputado estadual e senador. Nomes como Edmundo, Vanderlei Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Leila Barros e Luis Fabiano concorrem por diferentes partidos e estados. Segundo o TSE, mais de 158 milhões de eleitores estão aptos a votar, com mais de 20 mil candidaturas registradas no país.
Vários ex-atletas, entre eles Edmundo, Marcelinho Carioca, Vanderlei Luxemburgo e Leila Barros, disputaram cargos nas eleições e não conquistaram mandatos. A reportagem lista os resultados e percentuais de votos de cada candidato derrotado nas disputas pela Câmara dos Deputados, Senado e assembleias legislativas. Entre os nomes estão ex-jogadores de futebol, ex-jogadores de vôlei e uma ex-judoca.
O colunista Juca Kfouri lista argumentos para rejeitar a candidatura de Bolsonaro nas eleições de 2026, destacando avanços como a saída do Brasil do mapa da fome e quatro anos sem sobressaltos. Ele caracteriza o retorno de Bolsonaro ao poder como ameaça à democracia, mencionando a tentativa de golpe, a idolatria a torturadores e a negação da ciência. O texto conclui afirmando que não é preciso gostar de Lula, bastando rejeitar Bolsonaro, e convoca os eleitores às urnas sem ódio e sem medo.
O colunista Milton Neves propõe um teste provocativo ao leitor: vale ver o candidato político eleito se, em troca, o time do coração for rebaixado para a Série B no mesmo ano? A partir dessa única pergunta, a crônica explora o embate entre o fanatismo político e o fanatismo futebolístico. O texto é interativo e convida o internauta a responder nos comentários qual paixão fala mais alto.
Walter Casagrande resgata a trajetória de Teotônio Vilela, político alagoano que defendeu a democracia durante a ditadura militar, e o contrasta com a pobreza política e de propostas dos candidatos atuais às vésperas das eleições. O texto destaca a música 'O Menestrel das Alagoas', de Milton Nascimento e Fernando Brant, e a ligação do autor com a Democracia Corinthiana de 1982. Casagrande conclui reafirmando sua defesa incondicional da democracia brasileira.
O artigo discute como a crise política atual está intrinsecamente ligada a uma crise de gênero, analisando os papéis socialmente construídos para homens e mulheres. A autora argumenta que só é possível compreender e corrigir essa crise ao abordar as expectativas de comportamento impostas pelos gêneros, que fomentam a competição masculina e a subserviência feminina.
O São Paulo atravessa uma crise política e administrativa que se reflete no desempenho do time no Brasileirão. A rápida troca de treinadores e a saída de diretores importantes criaram instabilidade, levando a uma queda preocupante na tabela. O texto critica a gestão do clube, que falha em honrar compromissos e perde pontos cruciais em casa.
O artigo discute como a Copa do Mundo de 2026 consolidou mudanças que alteraram a essência do torneio, com a política, interesses comerciais e entretenimento ganhando espaço. Donald Trump é destacado como um símbolo dessa transformação, evidenciando a aproximação inédita entre esporte e esfera política/comercial.