O Corinthians enfrenta um novembro decisivo, com quatro jogos para somar ao menos sete pontos e escapar da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. No dia 28 de novembro, o clube também definirá seu novo presidente entre quatro candidatos, após a impugnação da candidatura de Sérgio Janikian. O atual mandatário, Osmar Stabile, desistiu de concorrer à reeleição em meio à crise esportiva, financeira e institucional.
Memphis Depay treinou sem restrições no Corinthians e será relacionado para o clássico contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro, após recuperação de edema muscular na coxa direita. O atacante deve iniciar a partida como opção no banco, com minutagem progressiva, enquanto o clube luta contra o rebaixamento. O texto também destaca a renovação do contrato do jogador até 31 de julho de 2028, aprovada pelo CORI e celebrada pelo presidente Osmar Stabile.
O Corinthians aguarda o aval do departamento jurídico para fechar um acordo de até R$ 70 milhões com a empresa Fever, que assumiria serviços atualmente prestados pela OneFan, como venda de ingressos e gestão do Fiel Torcedor. O negócio depende da resolução de contratos existentes com a OneFan, que preveem multas de cerca de R$ 40 milhões e levaram a empresa a notificar o clube. A OneFan ameaça recorrer à Justiça caso os contratos sejam encerrados sem acordo.
O Corinthians encaminhou um acordo com a empresa Fever para substituir a One Fan na gestão de ingressos do clube, com adiantamento de R$ 50 milhões mediante memorando de entendimento. Com o valor, o clube planeja quitar três meses de direitos de imagem, férias e premiações devidos ao elenco masculino, além de dívidas com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e a CBF. A saída da One Fan envolve multa rescisória estimada em R$ 30 milhões, que a diretoria pretende reduzir em batalha jurídica.
O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stábile, presidente do Corinthians, acusado de apropriação indébita na contratação da empresa Bear Security. A juíza concluiu que a acusação não reuniu elementos mínimos do crime e que a contratação seguiu os mecanismos internos do clube. Paralelamente, a Comissão de Ética do Corinthians avançou em procedimento que pode levar ao impeachment do dirigente.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-29
A Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stabile, presidente do Corinthians, no processo sobre a contratação da empresa de segurança Bear Security. A juíza apontou ausência de justa causa e de elementos concretos para caracterizar o crime de apropriação indébita, além de indeferir os pedidos de medidas cautelares pessoais e patrimoniais. A decisão destaca que os pagamentos seguiram controles internos e contavam com documentação fiscal adequada.
A Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stabile, presidente do Corinthians, por suposta apropriação indébita de cerca de R$ 721 mil. A juíza Daniela Cavallanti concluiu que a acusação não tinha elementos mínimos para sustentar a existência do crime e negou também os pedidos de medidas cautelares, como o afastamento do dirigente. A denúncia apontava que o clube teria custeado serviços de uma empresa de segurança utilizados pessoalmente pelo presidente e familiares.
A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians avançou com o procedimento administrativo que apura irregularidades na contratação das empresas de segurança Bear Security e Mega Assessoria durante a gestão de Osmar Stabile. O rito foi alterado para o previsto no Estatuto Social para casos de impeachment, com prazo de 10 dias para defesa do presidente. A decisão não significa condenação ou afastamento imediato, mas pode resultar na destituição do dirigente.
A crônica retrata o dia de contrastes do Corinthians: as Brabas venceram o Independiente Santa Fe por 2 a 1 e garantiram a quarta final consecutiva da Libertadores Feminina, enquanto o time masculino amarga o 18º lugar no Brasileirão, sem vitórias há dez rodadas. Em paralelo, o clube enfrenta turbulências institucionais, com risco de perda do patrocínio máster, rito de destituição do presidente Osmar Stabile e negativas de racha no elenco.
A Comissão de Ética do Corinthians converteu o processo administrativo que apura a contratação da empresa Bear Security em rito de destituição contra o presidente Osmar Stabile. O caso envolve alegações de uso de recursos do clube para custear segurança privada em benefício particular do dirigente, sem a autorização da Polícia Federal. Stabile também foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por apropriação indébita continuada, com pedido de ressarcimento superior a R$ 1,2 milhão.
A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians converteu o processo disciplinar contra o presidente interino Osmar Stabile para o rito de destituição previsto no Estatuto Social do clube. O despacho aponta, em tese, suposto uso de serviços de segurança custeados pelo clube para interesses particulares, irregularidades em contratações e falta de autorização da Polícia Federal para a empresa Bear Security. Stabile terá dez dias para apresentar defesa, e a decisão não representa condenação nem afastamento automático.
O zagueiro André Ramalho negou a existência de crise interna no Corinthians e garantiu que o elenco está unido na luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Ele revelou conversas francas com o presidente Osmar Stabile e com a torcida, além de rebater notícias sobre desentendimentos no vestiário. O time acumula dez partidas sem vitória e encara o Mirassol na próxima rodada.
A possibilidade de Vanderlei Luxemburgo assumir uma função no departamento de futebol do Corinthians perdeu força após divergências técnicas do treinador sobre a condução do futebol do clube e o trabalho de Clarence Seedorf. As conversas não avançaram para uma negociação formal com o presidente Osmar Stabile. A contratação também seria uma alternativa caso o time não evoluísse no Campeonato Brasileiro.
O elenco do Corinthians busca se fechar em grupo e afastar a política interna do clube em meio à luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. O movimento ganhou força após declarações do presidente Osmar Stabile negando incômodos dos atletas com os atrasos nos pagamentos. A matéria detalha o desgaste na relação entre jogadores e diretoria, incluindo interferências políticas na rotina do futebol e a saída de executivos considerados importantes pelo grupo.
Júlio Cesar, gerente de futebol do Corinthians, negou que o clube tenha feito proposta a Vanderlei Luxemburgo para assumir o comando técnico, afirmando que soube da possibilidade pela imprensa e que o presidente Osmar Stabile negou qualquer contato. O UOL, porém, apurou que conversas existiram, mas a proposta não foi formalizada por divergências. O executivo também elogiou o trabalho de Clarence Seedorf, que comanda o time em meio à crise e à luta contra o rebaixamento.
O Corinthians atravessa um dia de extremos: o time masculino caiu para o 18º lugar, com 33 pontos e 66% de risco de rebaixamento segundo a UFMG, acumulando dez jogos sem vitória. Enquanto o clube luta contra o Z4 e enfrenta problemas institucionais envolvendo Osmar Stabile, o time feminino venceu o Independiente Santa Fe por 2 a 1 e avançou à final da Libertadores Feminina, buscando o tetracampeonato consecutivo.
Por Paulo Cobos, colunista do ESPN.com.br em 2026-10-27
Artigo de opinião do colunista Paulo Cobos critica duramente a gestão do presidente Osmar Stabile diante da crise financeira e esportiva do Corinthians, que caminha para o rebaixamento à Série B. O texto ironiza a fala de Stabile de que a culpa é da bola que não entra e condena a decisão de não vender jogadores após a conquista da Copa do Brasil, contrariando o modelo adotado por Flamengo e Palmeiras. O autor aponta a chantagem do então técnico Dorival Jr. contra vendas como fator decisivo para o colapso do clube.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-27
O departamento de compliance do Corinthians apontou cinco 'riscos significativos' na contratação da empresa Bear Security Ltda., contratada pelo presidente Osmar Stabile para segurança privada. O Ministério Público de São Paulo denunciou Stabile por apropriação indébita continuada, pedindo ressarcimento de R$ 721 mil ao clube. A defesa do dirigente alega que os gastos decorrem de ameaças reais e graves à integridade física dele e de seus familiares.
O Corinthians aguarda o envio da proposta oficial da Caixa Econômica Federal para avançar no acordo de naming rights da Neo Química Arena e quitar a dívida do estádio. Segundo o comentarista Samir Carvalho, a documentação e os termos de um contrato de 15 anos, avaliado em R$ 640 milhões, já estão alinhados, mas faltam aprovações do CORI e do Conselho Deliberativo. O clube também espera a mediação do presidente Lula para a assinatura do acordo.
Vanderlei Luxemburgo é tratado nos bastidores do Corinthians como a 'última salvação' caso Clarence Seedorf não consiga fazer o time voltar a vencer. Segundo Samir Carvalho, do Canal UOL, há uma ala interna que pressiona o presidente Osmar Stabile a recorrer a Luxa nas últimas cinco rodadas para evitar o rebaixamento. A diretoria avaliará o trabalho de Seedorf nos próximos dois jogos, embora o presidente não seja entusiasta da ideia.