A Comissão de Ética do Corinthians converteu o processo administrativo que apura a contratação da empresa Bear Security em rito de destituição contra o presidente Osmar Stabile. O caso envolve alegações de uso de recursos do clube para custear segurança privada em benefício particular do dirigente, sem a autorização da Polícia Federal. Stabile também foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por apropriação indébita continuada, com pedido de ressarcimento superior a R$ 1,2 milhão.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-27
O departamento de compliance do Corinthians apontou cinco 'riscos significativos' na contratação da empresa Bear Security Ltda., contratada pelo presidente Osmar Stabile para segurança privada. O Ministério Público de São Paulo denunciou Stabile por apropriação indébita continuada, pedindo ressarcimento de R$ 721 mil ao clube. A defesa do dirigente alega que os gastos decorrem de ameaças reais e graves à integridade física dele e de seus familiares.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-26
Fabio Soares Souza, ex-diretor administrativo do Corinthians, prestou depoimento por escrito ao Ministério Público de São Paulo no caso da contratação da empresa Bear Security, que atuou como segurança particular do presidente Osmar Stabile. Ele acusou Stabile de tomar todas as decisões no clube de forma personalista e de tentar transferir a responsabilidade pelas escolhas da Presidência para outros diretores. Em desabafo pessoal, o ex-diretor relatou um 'assassinato de reputação' e descreveu um 'ambiente radioativo' nos bastidores do Parque São Jorge.
O ex-lutador do UFC Tim Kennedy foi atingido por três tiros na perna durante uma emboscada na província de Kivu do Sul, na República Democrática do Congo, em 17 de setembro. O ataque, direcionado a um grupo ligado à empresa de segurança privada Vectus Global, deixou cerca de 20 mortos e feridos. Kennedy, veterano das Forças Especiais do Exército dos EUA, recebe tratamento no Centro Médico Militar Walter Reed, nos arredores de Washington.
A Polícia Federal visitou o Parque São Jorge, sede do Corinthians, para verificar se a Mega Assessoria Operacional, investigada por atuar em segurança privada sem autorização federal, ainda prestava serviços ao clube. Os agentes constataram que outra empresa, regular, já é responsável pelo serviço e encerraram a ação. O caso foi encaminhado ao Ministério Público de São Paulo e à PF em julho após consulta indicar irregularidade na autorização da Mega.
Por Gabriel Oliveira, Leonardo Lourenço e Vitor Chicarolli em 2026-09-24
A Polícia Federal realizou uma fiscalização no Parque São Jorge, sede social do Corinthians, para verificar a regularização da empresa de segurança privada que atua no local. Segundo o clube, trata-se de diligência padrão e a regularidade foi constatada. O artigo também contextualiza a denúncia do Ministério Público contra o presidente Osmar Stabile, envolvendo a empresa Bear Security.