O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stábile, presidente do Corinthians, acusado de apropriação indébita na contratação da empresa Bear Security. A juíza concluiu que a acusação não reuniu elementos mínimos do crime e que a contratação seguiu os mecanismos internos do clube. Paralelamente, a Comissão de Ética do Corinthians avançou em procedimento que pode levar ao impeachment do dirigente.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-29
A Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stabile, presidente do Corinthians, no processo sobre a contratação da empresa de segurança Bear Security. A juíza apontou ausência de justa causa e de elementos concretos para caracterizar o crime de apropriação indébita, além de indeferir os pedidos de medidas cautelares pessoais e patrimoniais. A decisão destaca que os pagamentos seguiram controles internos e contavam com documentação fiscal adequada.
A Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stabile, presidente do Corinthians, por suposta apropriação indébita de cerca de R$ 721 mil. A juíza Daniela Cavallanti concluiu que a acusação não tinha elementos mínimos para sustentar a existência do crime e negou também os pedidos de medidas cautelares, como o afastamento do dirigente. A denúncia apontava que o clube teria custeado serviços de uma empresa de segurança utilizados pessoalmente pelo presidente e familiares.
A Comissão de Ética do Corinthians converteu o processo administrativo que apura a contratação da empresa Bear Security em rito de destituição contra o presidente Osmar Stabile. O caso envolve alegações de uso de recursos do clube para custear segurança privada em benefício particular do dirigente, sem a autorização da Polícia Federal. Stabile também foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por apropriação indébita continuada, com pedido de ressarcimento superior a R$ 1,2 milhão.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-27
O departamento de compliance do Corinthians apontou cinco 'riscos significativos' na contratação da empresa Bear Security Ltda., contratada pelo presidente Osmar Stabile para segurança privada. O Ministério Público de São Paulo denunciou Stabile por apropriação indébita continuada, pedindo ressarcimento de R$ 721 mil ao clube. A defesa do dirigente alega que os gastos decorrem de ameaças reais e graves à integridade física dele e de seus familiares.
A Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, réu no processo que apura suposto desvio de materiais esportivos da Nike. A juíza também indeferiu medidas cautelares solicitadas pelo promotor, como acesso ao Parque São Jorge. O dirigente divulgou uma manifesto defendendo sua inocência e criticando o 'justiçamento' público.
A Justiça negou o pedido do Ministério Público de prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura irregularidades com materiais esportivos fornecidos pela Nike. A juíza Amanda Eiko Sato também negou o afastamento do dirigente do cargo e rejeitou pedido da defesa de suspeição do promotor. O caso envolve a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI do clube e testemunha importante da acusação, às vésperas de uma audiência.
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura irregularidades com materiais esportivos fornecidos pela Nike. O pedido foi feito após a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI do clube e testemunha chave, que o promotor considera possível tentativa de intimidação de testemunhas. A defesa do dirigente classificou o pedido como descabido e ilegal, alegando perseguição política.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão do ex-diretor de tecnologia Marcelo Munhoes pode configurar tentativa de intimidação de testemunhas. Mendonça é acusado de apropriação indébita agravada e furto qualificado, em investigação sobre desaparecimento de materiais esportivos da Nike no clube. A defesa do dirigente classificou o pedido como abusivo e alegou suspeição do promotor Cássio Conserino.
Por Gabriel Oliveira, Leonardo Lourenço e Vitor Chicarolli em 2026-09-24
A Polícia Federal realizou uma fiscalização no Parque São Jorge, sede social do Corinthians, para verificar a regularização da empresa de segurança privada que atua no local. Segundo o clube, trata-se de diligência padrão e a regularidade foi constatada. O artigo também contextualiza a denúncia do Ministério Público contra o presidente Osmar Stabile, envolvendo a empresa Bear Security.
Por Bruno Cassucci e Gabriel Oliveira em 2026-06-03
O Ministério Público denunciou Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, por apropriação indébita e outras acusações relacionadas ao caso dos materiais esportivos da Nike. A denúncia se baseia em relatórios, auditorias internas e depoimentos, apesar de um relatório da Polícia Civil ter considerado que não houve crime. Caso a Justiça aceite a denúncia, Mendonça se tornará réu e poderá sofrer medidas cautelares.
O Ministério Público de São Paulo denunciou três ex-dirigentes e um ex-funcionário do Corinthians por apropriação indébita e omissão relevante. Os acusados são suspeitos de desviarem mais de R$ 3,4 milhões em espécie, valores repassados ao ex-chefe da segurança do clube. O MP pede o ressarcimento do valor, corrigido pela inflação, e indenização por danos morais.
A Justiça de São Paulo rejeitou um recurso do Ministério Público contra Duilio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians. O MP buscava explicações sobre a negativa de pedidos como bloqueio de bens e quebras de sigilo em um processo que investiga apropriação indébita pelo uso indevido do cartão corporativo do clube.
O ex-presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, tornou-se réu após o Ministério Público de São Paulo receber denúncia por crime de apropriação indébita. Ele é acusado de usar o cartão de crédito do clube para despesas pessoais, como cerveja, cigarro e remédios, totalizando R$ 35 mil. A defesa de Duilio expressou confiança no Judiciário para esclarecer os fatos.
O Ministério Público de São Paulo denunciou Duílio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians, por apropriação indébita. Ele teria utilizado o cartão corporativo do clube para despesas pessoais, totalizando R$ 41,8 mil. O MP também pede bloqueio de bens, medidas cautelares e auditoria nas despesas.
A Justiça de São Paulo rejeitou parte da denúncia do Ministério Público contra Andrés Sanchez e Roberto Gavioli, ex-dirigentes do Corinthians, nas acusações de lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário. As investigações sobre apropriação indébita, no entanto, continuarão em uma vara criminal comum, com medidas restritivas impostas aos acusados.