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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: Relato majoritariamente factual, mas dá amplo espaço à defesa do dirigente e destaca a vitória judicial do clube

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Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

A Justiça de São Paulo recusou o pedido feito pelo Ministério Público para a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians . Em manifestação na noite da última quinta-feira (22), a juíza Amanda Eiko Sato, da 25ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, indeferiu ainda as medidas cautelares solicitadas pelo promotor Cássio Conserino como acesso às dependências do Parque São Jorge e a restrição de contato com dirigentes e testemunhas. O pedido de prisão preventiva foi feito pelo MP-SP no âmbito do processo que apura o suposto desvio de matérias esportivos da Nike, no qual o dirigente do Timão se tornou réu em meados do mês de junho ao ser acusado de apropriação indébita agravada continuada, tentativa de apropriação indébita agravada continuada, furto qualificado pelo abuso de confiança e coação no curso do processo. Na última semana, o promotor Cássio Conserino levou à Justiça o pedido de prisão preventiva após a demissão do agora ex-diretor de tecnologia do Corinthians, Marcelo Munhoes, responsável pelo relatório que embasou a denúncia do MP sobre Armando Mendonça. Na visão do MP-SP, o desligamento do funcionário poderia configurar tentativa de intimidação de testemunhas e interferência na produção de provas às vésperas da audiência de instrução marcada para o próximo dia 10 de novembro. Em nota oficial, o Corinthians comunicou o desligamento de diretores em meio ao processo eleitoral no clube. Aos meus filhos, à minha esposa, aos meus irmãos, aos meus amigos e a todos que confiam em mim. Entrei na vida política do Corinthians por amor ao clube e pela vontade de contribuir com sua história. Desde pequeno, acompanhando meu pai na política da OAB, aprendi que divergências não precisam transformar pessoas em inimigas. Essa convicção continua comigo. Sei quanto os últimos acontecimentos têm sido dolorosos para minha família. A exposição pública alcança também quem está ao nosso lado, sofre em silêncio e conhece nossa vida para além das manchetes. Nunca imaginei enfrentar uma turbulência assim. Mas sigo com a mesma disposição que manifestei no dia da minha posse: a vida exige coragem. Hoje, essa coragem também está em manter a serenidade, responder com responsabilidade e confiar na Justiça. Quem exerce uma função no Corinthians deve prestar contas e está sujeito à crítica. Tenho plena consciência disso. Cobrar explicações é legítimo. O cuidado que peço é que suspeitas não sejam tratadas como sentenças e que o direito de defesa seja respeitado também fora do processo. A Justiça é serena, técnica, impessoal e responsável. O justiceiro é ruidoso, personalista, seletivo e seduzido pelo aplauso. A Justiça respeita o tempo da prova. O justiceiro se alimenta da suspeita. A Justiça protege a instituição sem destruir pessoas por conveniência. O justiceiro primeiro escolhe o culpado e depois procura uma narrativa que sustente a condenação pública. A Justiça exige provas, equilíbrio e responsabilidade. É assim que se protegem as pessoas e as instituições. O Corinthians precisa de Justiça. Não de justiçamento. Continuarei a apresentar meus esclarecimentos pelos meios adequados, com firmeza e respeito. Minha confiança na verdade e na Justiça permanece intacta. À minha família e aos meus amigos, obrigado por estarem ao meu lado. Sigo de consciência tranquila, com coragem para enfrentar este momento e com o compromisso de honrar a confiança de vocês. Vasco (F) - 24/10, 18h30 (de Brasília) - Brasileirão Mirassol (C) - 30/10, 20h (de Brasília) - Brasileirão São Paulo (F) - 04/11, 21h30 (de Brasília) - Brasileirão