Conselheiros e associados do São Paulo acionaram a Justiça para reverter decisões sobre o processo de impeachment do presidente Julio Casares. A ação busca o retorno do quórum mínimo de dois terços para aprovação e a inclusão do voto online na destituição.
A votação sobre o impeachment do presidente do São Paulo, Julio Casares, foi remarcada para o dia 16 de janeiro e será realizada de forma presencial e com voto secreto no Morumbi. A mudança nos critérios de votação e a data atendem a um pedido da defesa de Casares, aumentando o quórum necessário para sua destituição. O grupo de oposição ao presidente avalia judicializar a decisão.
A votação para a destituição do presidente do São Paulo, Julio Casares, foi marcada para 14 de janeiro. O processo foi acelerado após investigações policiais e revelações sobre supostos desvios e venda de jogadores abaixo do valor de mercado. Caso aprovado pelo Conselho Deliberativo, uma Assembleia Geral ratificará a decisão.
O Conselho Deliberativo do São Paulo agendou a votação para o impeachment do presidente Julio Casares para o dia 14 de janeiro. A decisão ocorrerá de forma secreta e presencial, exigindo dois terços dos votos favoráveis para a destituição. Anteriormente, o Conselho Consultivo se posicionou contra o impeachment, alegando falta de provas materiais.
A oposição do Conselho Deliberativo do São Paulo protocolou um pedido de impeachment contra o presidente Júlio Casares. O pedido, assinado por 57 conselheiros, alega "administração temerária" e cita descumprimento de orçamento, venda de jogadores abaixo do valor de mercado e esquema de venda ilegal de ingressos.
A oposição do Conselho Deliberativo do São Paulo está coletando assinaturas para iniciar um processo de destituição do presidente Julio Casares. A movimentação foi intensificada após a divulgação de um áudio que aponta para a comercialização indevida de ingressos de um camarote.
A oposição do São Paulo está articulando a destituição do presidente Julio Casares, devido a um escândalo envolvendo a comercialização ilegal de ingressos de um camarote. O processo é complexo e depende da aprovação de dois terços dos conselheiros do clube. O caso veio à tona após a divulgação de um áudio e levou ao afastamento de dois diretores.
A Justiça anulou a assembleia que destituiu Francisco Cezário da presidência da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), alegando violação do direito de defesa. No entanto, o afastamento criminal por conta da Operação Cartão Vermelho permanece. A CBF reconhece a gestão atual de Estevão Petrallás e preza pela estabilidade institucional.