O artigo questiona se as recentes mudanças na diretoria do Corinthians, incluindo a expulsão de ex-presidentes, representam uma limpeza genuína ou apenas uma encenação. A autora sugere que o clube deveria buscar inspiração em seu sucesso no futebol feminino e envolver figuras notáveis e torcedores na gestão, em vez de seguir um modelo empresarial com potencial fracasso.
O artigo de Juca Kfouri compara a situação atual do Corinthians com os 12 Trabalhos de Hércules, especificamente a limpeza das Cavalariças do Rei Áugias. O autor argumenta que a recente saída de dirigentes e a pressão da torcida são apenas o começo de uma profunda reestruturação necessária para o clube. Kfouri defende a implementação do modelo SAF (Sociedade Anônima do Futebol) como solução para as dívidas e para o futuro do Corinthians.
Os segundos e terceiros colocados na última eleição presidencial do Santos, Maurício Maruca e Rodrigo Marino, se uniram para concorrer juntos no pleito deste ano. A chapa busca trazer modernização na gestão e um projeto de longo prazo para o clube, com a eleição prevista para outubro ou dezembro.
O artigo analisa a gestão de Carlo Ancelotti em relação a Neymar, comparando-a com uma crise anterior com Rivaldo. PVC discute a abordagem do treinador em lidar com jogadores de alto calibre e potencial controvérsia, focando na sua estratégia para alcançar o sucesso em competições.
O Relatório Convocados 2026 revela que as dívidas dos clubes da Série A e B do Brasil atingiram R$ 17,3 bilhões em 2025, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. Dívidas operacionais, impulsionadas por contratações, lideraram o crescimento, com Atlético-MG, Botafogo e Corinthians concentrando 43% do total. Especialistas apontam má gestão financeira, financiamento de arenas e descompasso operacional como principais causas do endividamento.
Arnaldo Ribeiro e Julio Gomes, em análise no UOL News Esporte, criticam a postura do Corinthians em relação a Memphis Depay, que estaria "jogando quando quer". A dupla avalia que o clube se tornou refém do jogador, mesmo com títulos recentes, e questiona a gestão que permite tal autonomia.
O artigo discute o endividamento dos clubes de futebol brasileiros, que atingiu R$ 17,3 bilhões em 2025. Botafogo, Atlético-MG e Corinthians lideram essa lista, com o Botafogo apresentando um crescimento do endividamento devido a contratações e investimentos em arenas. A matéria ressalta a importância da gestão financeira para o futuro dos clubes.
O jornalista Mauro Cezar criticou a abordagem do Corinthians em relação à dívida com Memphis Depay, questionando a ideia de buscar "parceiros" para suprir o valor. Ele defende que o clube reconheça o erro de gestão e negocie a dívida diretamente, sem insistir em manter um jogador com custo elevado.
Juca Kfouri analisa a expulsão de Andrés Sánchez do quadro social do Corinthians, comparando o caso a Al Capone e criticando a gestão do ex-presidente, especialmente o negócio da Neo Química Arena. O jornalista defende que a punição é tardia e aponta para prejuízos causados ao clube.
O Conselho Deliberativo do Corinthians decidiu pela expulsão do ex-presidente Andrés Sanchez do quadro social do clube, em meio a uma grave crise financeira. A matéria sugere que Augusto Melo e Duílio Monteiro Alves também podem ser expulsos, criticando as gestões passadas por transações suspeitas e desvio de recursos. O autor expressa decepção com o descaso de figuras ligadas ao clube com seu patrimônio.
O dia 20 de maio de 2026 foi marcado pela forte presença de jovens talentos brasileiros na lista de candidatos ao Golden Boy 2026. Paralelamente, a CBF, através de seu presidente, discutiu a autonomia da comissão técnica e a recuperação de Neymar para a Copa, além de reafirmar o compromisso com o desenvolvimento do futebol em todo o país. A cobertura mesclou a celebração da juventude com um olhar crítico sobre a gestão e as expectativas para a seleção.
O técnico de Portugal, Roberto Martínez, afirmou que a gestão dos minutos de Cristiano Ronaldo na Copa do Mundo de 2026 não seguirá um padrão rígido, como idade ou rotina de clube. Ele destacou que a dinâmica de um Mundial é diferente do dia a dia de clubes, exigindo administração do tempo de jogo de todos os atletas.
A oposição ao São Paulo está articulando uma chapa para as eleições do clube, cogitando lançar Rogério Caboclo, ex-presidente da CBF, como candidato a presidente e Vinícius Pinotti como vice. A decisão surgiu após a perda de força do nome de Dáurio Speranzini como principal alternativa de oposição.
A coluna analisa a eliminação precoce do Flamengo em competições, criticando as decisões técnicas e de gestão. O texto destaca a falta de gols, a dependência de jogadores em fim de ciclo e a ineficácia das contratações recentes, questionando a capacidade da diretoria em realizar os ajustes necessários.
A SAF do Botafogo rompeu oficialmente com John Textor, criticando seu "absoluto descompromisso" com a estabilidade financeira e institucional do clube. A mudança de direção se deu após a nomeação de Eduardo Iglesias, alinhado ao presidente do clube social, como diretor-geral, afastando o último elo com a gestão anterior. Textor se manifestou publicamente em apoio a Durcesio Mello, afastado do cargo e visto como seu principal aliado na estrutura.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), elogiou a gestão financeira do Fluminense, considerando o clube mais eficiente que Flamengo e Palmeiras. Ele destacou que o Fluminense, com menor investimento, obtém bons resultados e é mais criativo nas decisões.
O Vasco está em negociações avançadas com Raphael Rezende, ex-executivo do Botafogo, para assumir um novo cargo de gestão no clube. A posição visa integrar a diretoria de futebol com o departamento de scouting, padronizando o mapeamento de mercado. O presidente Pedrinho apoia a contratação, que pode ser definida antes da pausa para a Copa do Mundo.
O artigo de Juca Kfouri critica duramente a gestão do São Paulo Futebol Clube, destacando um período de caos e desordem administrativa e esportiva. A matéria aponta decisões equivocadas na contratação e demissão de treinadores, um desempenho em campo pífio, especialmente em clássicos, e a iminente possibilidade de rebaixamento.
A matéria discute as declarações da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, sobre a obrigatoriedade da transformação de clubes em Sociedade Anônima do Futebol (SAF). O autor argumenta que a pressão por essa mudança se deve mais a incentivos fiscais do que a um argumento de boa gestão, contrariando a intenção legislativa que permitiu a escolha do modelo. A análise ressalta que a forma jurídica não define a qualidade da gestão e exemplifica com o próprio Palmeiras, um clube associativo de sucesso.
O Conselho Deliberativo do Treze aprovou o contrato da Sociedade de Propósito Específico (SPE), um passo crucial para a modernização da gestão do clube. A SPE visa fortalecer o futebol profissional e de base, além de atrair investimentos e melhorar a estrutura, sem transferir dívidas históricas ou a propriedade de ativos essenciais para a associação.