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Análise dos Times

Atletico Mg

Principal

Motivo: O time é destacado como um dos três maiores devedores e sua gestão financeira é analisada, com menção a um processo de recuperação em andamento.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Botafogo

Principal

Motivo: O clube é apontado como um dos maiores devedores, com a gestão financeira criticada por decisões questionáveis na implementação das SAFs, resultando em uma 'bomba' de dívidas.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Corinthians

Principal

Motivo: É um dos maiores devedores e sua gestão é criticada por dificuldades estruturais e descontrole nos custos operacionais, além do acúmulo de dívidas passadas e juros.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: Mencionado como um dos piores exemplos de gestão financeira, mas sem tantos detalhes quanto aos três principais clubes.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Futebol Dívidas de clubes brasileiros chegam a R$ 17,3 bi; 3 grandes puxam a fila Flavio Latif e Guilherme Padin Do UOL, em São Paulo 29/05/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Renan Lodi, homenageando Hulk na camisa, disputa bola com Mateo Ponte em Atlético-MG x Botafogo Imagem: Gilson Lobo/AGIF As dívidas dos clubes da Série A e Série B de 2025 atingiram R$ 17,3 bilhões no ano passado, segundo o Relatório Convocados 2026*. O número representa uma alta de 15% em relação a 2024. A alta da dívida total foi influenciada diretamente pelas dívidas operacionais, que envolvem contas a pagar a federações, clubes, agentes, fornecedores, adiantamentos de TV e publicidade, salários e direitos de imagem. No caso da alta do último ano, de R$ 6,9 bilhões em dívidas operacionais em 2024 a R$ 8,5 bilhões em 2025, ela se refere sobretudo ao aumento nos valores pagos por contratações de atletas. João Paulo Charleaux Decisão dos EUA exporta a 'guerra ao terror' ao Brasil José Paulo Kupfer Fôlego do PIB no trimestre não deve se manter no ano Ronilso Pacheco Cínicos, Flávio e Eduardo celebram o ressentimento Mauro Cezar Ancelotti buscou encrenca; faltou rigor sobre Neymar Já os números de dívidas onerosas, como com instituições financeiras, mantiveram alguma estabilidade, com queda de R$ 3,6 bilhões para R$ 3,5 bilhões. Três grandes puxam a lista Três clubes tradicionais do Brasileirão puxam a fila do valor das dívidas em 2025, representando 43% do total: Atlético-MG, Botafogo e Corinthians, com dívidas de R$ 2,63 bilhões, R$ 2,52 bilhões e R$ 2,46 bilhões, respectivamente. Perguntado sobre os piores exemplos de gestão financeira no futebol brasileiro, Grafietti aponta justamente os três, além do Vasco da Gama. "O Corinthians continua com dificuldade em crescer do ponto de vista estrutural; o Atlético, que consegue começar a mudar este ano e tem um processo de recuperação", afirma o economista. "O exemplo do Botafogo mostra uma série de situações que fomos postergando no processo das SAFs: feito às pressas, com decisões questionáveis que se empilharam até estourar essa bomba de agora", pondera Pedro Oliveira, cofundador da OutField, e que faz parte da gestão do Coritiba e do Le Mans, um clube francês, Continua após a publicidade O que explica as altas dívidas do trio Ao UOL , Grafietti aponta que, entre as dívidas de Botafogo, Corinthians e Galo, há nos dois últimos um fator de peso que torna ainda mais crítico o cenário: o financiamento da construção de suas arenas, que consome parte expressiva do endividamento dos dois clubes. Contudo, prossegue, há a outra parcela da dívida, que se assemelha ao histórico de outros clubes endividados, decorrente de um descompasso operacional clássico. "Gastos acima da capacidade real de geração de caixa, inflação salarial de elencos e contratações de atletas sem o devido lastro financeiro. A combinação entre investimentos pesados em infraestrutura imobilizada e descontrole nos custos operacionais do futebol cria esse cenário de asfixia." Porém, pontua o economista, a situação do Corinthians não é tão destoante do mercado, ao se analisar a relação entre folha salarial e a receita do Alvinegro paulista - "problema reside no estoque acumulado de dívidas passadas e nos juros que essa estrutura consome mensalmente", completa. Porém, no caso de Atlético e Botafogo, modelos de investimento mais agressivos nos últimos anos, a desproporção do custo do elenco em relação à receita foi de muito mais risco. Continua após a publicidade "O problema é que um título ou uma temporada de sucesso (como o Galo em 2021 ou Botafogo em 2024) não dobra a receita estrutural de um clube de forma permanente. O endividamento sem lastro cobra o seu preço em seguida. É o resultado prático de gestões que operaram no limite do risco fiscal", completa. * O relatório Convocados 2026 é o estudo anual sobre a indústria do futebol produzido por Convocados e OutField, com patrocínio Galapagos Capital Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Corinthians e Rosario se veem após 26 anos, mas duelo de estrelas é incerto Sarrubbo: Decisão sobre PCC e CV pode travar cooperação e inteligência Monique passa mal durante depoimento de médico em julgamento do caso Henry Mauro: 'Ancelotti procurou encrenca e encontrou; faltou rigor sobre Neymar' Oitavas da Sula podem ter dois confrontos entre brasileiros; veja jogos