John Textor enfrenta crescente pressão e perda de força no comando do Botafogo, com figuras influentes defendendo sua saída. Promessas de aporte financeiro não cumpridas e dívidas acumulam desconfiança, enquanto o empresário se apoia em uma liminar judicial para permanecer.
O governo federal vetou alterações na reforma tributária que poderiam reduzir impostos para SAFs e clubes associativos. Com a decisão, clubes como Flamengo e Corinthians enfrentarão uma carga tributária significativamente maior do que as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). Essa medida causa preocupação devido ao potencial desequilíbrio competitivo e ao impacto financeiro nos clubes associativos.
O artigo de Juca Kfouri critica o modelo associativo de clubes de futebol brasileiros, citando as crises no São Paulo e Corinthians como exemplos da corrupção e amadorismo na gestão. O autor sugere as SAFs como alternativa, embora ressalte que não são uma garantia contra a corrupção, e defende a intervenção judicial para o Corinthians.
O presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, explica a ação judicial movida contra a Eagle, empresa de John Textor, por conta de dívidas estimadas em R$ 155 milhões. A medida visa proteger as finanças do clube carioca, que estaria sendo usado para ajudar financeiramente o Lyon, clube francês pertencente à mesma empresa.
Uma decisão do STJ limitou o acesso de associações sem fins lucrativos à recuperação judicial, gerando debate sobre o futuro de clubes de futebol que operam nesse modelo. A medida, embora sem efeito vinculante, pode influenciar casos semelhantes e reforça a Lei da SAF como alternativa mais segura para reestruturação financeira.