Uma nova lei na Inglaterra e no País de Gales criminaliza a entrada em jogos de futebol sem ingresso, com penalidades que incluem proibição de frequentar estádios e multas. A medida visa coibir distúrbios como os ocorridos na final da Eurocopa de 2021, onde milhares de torcedores invadiram o estádio de Wembley.
O Bayern de Munique enfrenta um obstáculo legal incomum para escalar seu goleiro de 16 anos, Leonard Prescott, na Champions League. A lei alemã restringe o trabalho de menores de 18 anos após as 20h, o que pode impedir a estreia do jovem na partida que começa às 21h, exigindo permissão judicial. O clube já solicitou autorização e uma multa considerável pode ser aplicada em caso de descumprimento, semelhante ao caso de Lamine Yamal na Eurocopa.
O artigo analisa a Lei da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) e sua implicação para o futebol feminino. A legislação atual, ao incluir "feminino e masculino" com conjunção aditiva, pode criar obstáculos para negócios focados exclusivamente no esporte feminino. O texto propõe alterações legislativas, como a inclusão de "e/ou" ou a tipificação para SAFs exclusivas de futebol feminino, visando o fomento da modalidade.
A FIFA pressiona por uma reunião extraordinária da IFAB para aprovar a "Lei Vinicius Jr.", que prevê a expulsão de jogadores que cubram a boca para ofender colegas. A intenção é que a regra entre em vigor antes da Copa do Mundo de 2026, após um incidente envolvendo Vini Jr. e Prestianni.
A FIFA implementará a "Lei Vinícius" a partir da Copa do Mundo de 2026, visando combater o racismo no futebol. A nova regra penaliza atletas que tapam a boca ao falar com adversários com cartão amarelo, como homenagem ao jogador brasileiro que lutou contra atos racistas.
Cristiano Ronaldo adquiriu 25% do clube espanhol Almería, mas não poderá atuar pelo time devido a uma lei criada após o caso Piqué. A norma impede que atletas em atividade possuam relações comerciais com competições onde podem competir, o que também o impede de retornar a clubes espanhóis enquanto for dono do Almería.
O artigo analisa a falha da lei brasileira em lidar com crimes contra mulheres, utilizando o caso do ex-goleiro Bruno como exemplo. A autora critica a liberdade condicional concedida a Bruno, permitindo que ele dê entrevistas e se apresente como vítima, sem um processo educativo ou de conscientização sobre violência de gênero.
O artigo discute a Lei da SAF e sua coexistência com o modelo associativista no futebol brasileiro. Analisa como a SAF introduziu um novo ambiente para financiamento e desenvolvimento, contrastando com as particularidades e desigualdades dos clubes tradicionais. O texto levanta questões sobre o futuro do associativismo e a necessidade de ambos os modelos coexistirem para a sustentabilidade do esporte.
A coletiva de imprensa de vítimas de Jeffrey Epstein no Capitólio, promovida para apresentar um projeto de lei contra prescrição de crimes sexuais, expôs a força do machismo. O senador Chuck Schumer, ao chamar as sobreviventes de "mulheres bonitas" e centralizar a coletiva, demonstrou como o patriarcado se manifesta, mesmo com boas intenções. A autora critica a centralidade de homens aliados em lutas lideradas por vítimas.
A coluna analisa a atitude de Andreas Pereira, do Corinthians, que danificou a marca do pênalti antes de Memphis Depay errar a cobrança. Questiona o que aconteceria se o árbitro percebesse o ato, que é considerado antidesportivo pela IFAB e pode render cartão amarelo.
A possível inelegibilidade de Julio Casares, presidente do São Paulo, após afastamento pelo conselho deliberativo, está em aberto devido a interpretações do estatuto do clube e da Lei Geral do Esporte. A decisão final dependerá da ratificação em assembleia de sócios e da análise de acusações de gestão temerária.
A reportagem apresenta o Ibrachina FC, clube paulista fundado em 2020 que tem se destacado na formação de jovens atletas e na Copinha. O clube, originado de um projeto social do Instituto Brasil-China, é elogiado por sua estrutura, modelo de formação alinhado à legislação esportiva e o Certificado de Clube Formador.
O lateral-direito Ewerthon notificou extrajudicialmente o Sport por atrasos salariais, levantando preocupações sobre rescisões indiretas de contratos. O clube enfrenta um crise financeira com atrasos de três meses nos direitos de imagem e o não recolhimento de FGTS e 13º salário.
A Copa do Mundo de 2026 terá jogos do Brasil em dias úteis, mas a legislação brasileira não os considera feriados nacionais. A liberação de funcionários para assistir às partidas depende da decisão de cada empresa, embora seja uma prática comum a flexibilização de horários ou permissão para acompanhar os jogos no local de trabalho.
A Lei Geral do Esporte, em vigor desde junho de 2023, tipificou a corrupção privada no esporte como crime no Brasil, com pena de 2 a 4 anos de reclusão e multa. Antes, a legislação penal brasileira punia apenas a corrupção envolvendo agentes públicos, deixando lacunas para casos entre particulares no setor esportivo. A nova lei busca coibir subornos e favorecimentos ilícitos, alinhando o Brasil a práticas internacionais e promovendo maior integridade e transparência na gestão esportiva.
O STF decidiu que forçar um cartão amarelo a pedido de apostadores não é suficiente para configurar crime de manipulação de resultados esportivos. A Segunda Turma concedeu habeas corpus a um lateral, entendendo que a conduta não altera o resultado final da competição. A decisão divergiu do STJ e gera debate entre especialistas sobre integridade esportiva.
O atacante Vitinho reencontrará o Botafogo, seu primeiro clube profissional, em partida contra o Corinthians pelo Campeonato Brasileiro. O jogador, que teve passagens por diversos times internacionais e no Brasil, busca estrear seu faro de gol pelo Timão com a 'lei do ex'.
A coluna discute a punição de Bruno Henrique pelo STJD após envolvimento com apostadores, contrastando com o caso de Vitor Roque e a postura da imprensa. O autor questiona a seletividade na abordagem dos casos e a aplicação da lei no futebol brasileiro.
O advogado Rodrigo Monteiro de Castro, um dos criadores da Lei da SAF, sugere que o modelo "Safiel", idealizado por torcedores do Corinthians, pode ser a solução ideal para o clube. Essa proposta visa captar recursos da massa de torcedores, pulverizando o investimento e criando uma 'SAF do povo', diferenciando-se de modelos tradicionais.
A Lei de Incentivo ao Esporte em Brasília foi sancionada de forma permanente, encerrando a necessidade de renovações quinquenais e garantindo maior previsibilidade ao financiamento esportivo. A nova legislação também aumenta as alíquotas permitidas para destinação de recursos a projetos esportivos.