A Fifa suspendeu a revenda de ingressos para a Copa do Mundo em Toronto devido a uma nova lei provincial em Ontário que proíbe a venda de ingressos acima do valor de face. A medida afeta diversos jogos no estádio BMO Field, visando combater o cambismo e proteger consumidores de preços abusivos.
A Câmara dos Deputados deve votar a Lei Geral da Copa de 2027, que visa organizar o Mundial feminino de futebol. O projeto inclui um prêmio de R$ 500 mil para as 18 jogadoras pioneiras da seleção de 1988, totalizando R$ 9 milhões. O texto também aborda questões de organização, como ingressos, vistos e segurança, além de concessões à FIFA.
O Senado Federal aprovou um projeto de lei que amplia a fiscalização sobre clubes formadores de atletas no Brasil. A nova legislação permitirá que os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente acompanhem de perto os programas de treinamento e a formação educacional dos jovens, visando coibir práticas inadequadas e garantir a proteção integral dos atletas em formação.
Um projeto de lei em tramitação no Senado propõe a proibição total da publicidade de sites de apostas esportivas, gerando preocupação no mercado e no universo do futebol. Enquanto alguns senadores defendem a medida para proteger a população do vício, outros argumentam que o veto pode prejudicar a indústria regulada e a luta contra sites ilegais, com debates sobre o impacto financeiro e o tamanho real do mercado.
Uma nova lei na Inglaterra e no País de Gales criminaliza a entrada em jogos de futebol sem ingresso, com penalidades que incluem proibição de frequentar estádios e multas. A medida visa coibir distúrbios como os ocorridos na final da Eurocopa de 2021, onde milhares de torcedores invadiram o estádio de Wembley.
O Bayern de Munique enfrenta um obstáculo legal incomum para escalar seu goleiro de 16 anos, Leonard Prescott, na Champions League. A lei alemã restringe o trabalho de menores de 18 anos após as 20h, o que pode impedir a estreia do jovem na partida que começa às 21h, exigindo permissão judicial. O clube já solicitou autorização e uma multa considerável pode ser aplicada em caso de descumprimento, semelhante ao caso de Lamine Yamal na Eurocopa.
O artigo analisa a Lei da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) e sua implicação para o futebol feminino. A legislação atual, ao incluir "feminino e masculino" com conjunção aditiva, pode criar obstáculos para negócios focados exclusivamente no esporte feminino. O texto propõe alterações legislativas, como a inclusão de "e/ou" ou a tipificação para SAFs exclusivas de futebol feminino, visando o fomento da modalidade.
A FIFA pressiona por uma reunião extraordinária da IFAB para aprovar a "Lei Vinicius Jr.", que prevê a expulsão de jogadores que cubram a boca para ofender colegas. A intenção é que a regra entre em vigor antes da Copa do Mundo de 2026, após um incidente envolvendo Vini Jr. e Prestianni.
A FIFA implementará a "Lei Vinícius" a partir da Copa do Mundo de 2026, visando combater o racismo no futebol. A nova regra penaliza atletas que tapam a boca ao falar com adversários com cartão amarelo, como homenagem ao jogador brasileiro que lutou contra atos racistas.
Cristiano Ronaldo adquiriu 25% do clube espanhol Almería, mas não poderá atuar pelo time devido a uma lei criada após o caso Piqué. A norma impede que atletas em atividade possuam relações comerciais com competições onde podem competir, o que também o impede de retornar a clubes espanhóis enquanto for dono do Almería.
O artigo analisa a falha da lei brasileira em lidar com crimes contra mulheres, utilizando o caso do ex-goleiro Bruno como exemplo. A autora critica a liberdade condicional concedida a Bruno, permitindo que ele dê entrevistas e se apresente como vítima, sem um processo educativo ou de conscientização sobre violência de gênero.
O artigo discute a Lei da SAF e sua coexistência com o modelo associativista no futebol brasileiro. Analisa como a SAF introduziu um novo ambiente para financiamento e desenvolvimento, contrastando com as particularidades e desigualdades dos clubes tradicionais. O texto levanta questões sobre o futuro do associativismo e a necessidade de ambos os modelos coexistirem para a sustentabilidade do esporte.
A coletiva de imprensa de vítimas de Jeffrey Epstein no Capitólio, promovida para apresentar um projeto de lei contra prescrição de crimes sexuais, expôs a força do machismo. O senador Chuck Schumer, ao chamar as sobreviventes de "mulheres bonitas" e centralizar a coletiva, demonstrou como o patriarcado se manifesta, mesmo com boas intenções. A autora critica a centralidade de homens aliados em lutas lideradas por vítimas.
A coluna analisa a atitude de Andreas Pereira, do Corinthians, que danificou a marca do pênalti antes de Memphis Depay errar a cobrança. Questiona o que aconteceria se o árbitro percebesse o ato, que é considerado antidesportivo pela IFAB e pode render cartão amarelo.
A possível inelegibilidade de Julio Casares, presidente do São Paulo, após afastamento pelo conselho deliberativo, está em aberto devido a interpretações do estatuto do clube e da Lei Geral do Esporte. A decisão final dependerá da ratificação em assembleia de sócios e da análise de acusações de gestão temerária.
A reportagem apresenta o Ibrachina FC, clube paulista fundado em 2020 que tem se destacado na formação de jovens atletas e na Copinha. O clube, originado de um projeto social do Instituto Brasil-China, é elogiado por sua estrutura, modelo de formação alinhado à legislação esportiva e o Certificado de Clube Formador.
O lateral-direito Ewerthon notificou extrajudicialmente o Sport por atrasos salariais, levantando preocupações sobre rescisões indiretas de contratos. O clube enfrenta um crise financeira com atrasos de três meses nos direitos de imagem e o não recolhimento de FGTS e 13º salário.
A Copa do Mundo de 2026 terá jogos do Brasil em dias úteis, mas a legislação brasileira não os considera feriados nacionais. A liberação de funcionários para assistir às partidas depende da decisão de cada empresa, embora seja uma prática comum a flexibilização de horários ou permissão para acompanhar os jogos no local de trabalho.
A Lei Geral do Esporte, em vigor desde junho de 2023, tipificou a corrupção privada no esporte como crime no Brasil, com pena de 2 a 4 anos de reclusão e multa. Antes, a legislação penal brasileira punia apenas a corrupção envolvendo agentes públicos, deixando lacunas para casos entre particulares no setor esportivo. A nova lei busca coibir subornos e favorecimentos ilícitos, alinhando o Brasil a práticas internacionais e promovendo maior integridade e transparência na gestão esportiva.
O STF decidiu que forçar um cartão amarelo a pedido de apostadores não é suficiente para configurar crime de manipulação de resultados esportivos. A Segunda Turma concedeu habeas corpus a um lateral, entendendo que a conduta não altera o resultado final da competição. A decisão divergiu do STJ e gera debate entre especialistas sobre integridade esportiva.