Coluna de opinião de Juca Kfouri em tom poético e de crítica moral, na qual o autor contrasta o dedo que perdeu trabalhando com honestidade com as 'mãos sujas' de quem nunca trabalhou, só ganha, rouba e mata. O texto cita o 'dedo no gatilho do assassino de Ana Clara' como crítica à violência armada e à impunidade. Publicado no dia da votação, o texto se insere no contexto decisivo das eleições de 2026 no Brasil.
Colunista Walter Casagrande compara o escândalo envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, apelidado de 'Dom Vorcaro', à máfia italiana Cosa Nostra, sugerindo que ele pode delatar poderosos a quem deu favores, incluindo um ministro do STF. O texto denuncia a interferência no processo eleitoral, favorecendo a candidatura de Flávio Bolsonaro, e alerta para os riscos sofridos por quem investiga a corrupção, como o ministro Flávio Dino. O autor traça paralelos com o Maxiprocesso de Palermo e o trabalho dos juízes antimáfia Falcone e Borsellino.
O tenista sérvio Stefan Milićević, de 29 anos, foi suspenso por 24 anos e multado em 70 mil dólares por envolvimento em esquema de manipulação de resultados no circuito profissional. A punição foi anunciada pela Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) e impede o atleta de exercer atividades oficiais no esporte até outubro de 2050. A investigação o responsabilizou por fraudar seis partidas e tentar interferir em outras seis entre 2022 e 2024, além de aliciar outros jogadores para uma rede de corrupção.
A Real Madrid TV criticou duramente a arbitragem após a expulsão de Vini Jr. na vitória por 1 a 0 sobre o Villarreal, acusando corrupção e manipulação na competição. O canal oficial comparou o lance com decisões semelhantes em outros jogos, incluindo um episódio com Marcelo em 2020. O clube teme que a punição afaste o atacante do clássico contra o Barcelona em 25 de outubro.
Por Paulo Cobos, colunista do ESPN.com.br em 2026-10-07
O colunista Paulo Cobos critica duramente a decisão de Corinthians, Grêmio e Internacional de construírem estádios próprios em parceria com empreiteiras envolvidas em esquemas de corrupção. Quase 15 anos depois dos contratos, os três clubes enfrentam dívidas elevadas, crises dentro e fora de campo e nunca obtiveram o retorno financeiro esperado das arenas. O texto contrasta o modelo do trio com escolhas consideradas mais prudentes, como as de Palmeiras com a WTorre e as concessões públicas de Flamengo, Fluminense e Botafogo.
O artigo de Juca Kfouri, intitulado "Chega de bets!", aborda criticamente a presença de casas de apostas como patrocinadoras no futebol brasileiro. O autor expressa sua indignação com essa parceria, argumentando que ela corrompe a integridade do esporte e, por extensão, a sua audiência.
A polícia e o Ministério Público estão avançando nas investigações sobre escândalos no São Paulo Futebol Clube, envolvendo corrupção, lavagem de dinheiro e venda ilegal de camarote. Com um grande volume de dados sendo analisado, a expectativa é de que uma nova fase da investigação seja iniciada em breve.
O ex-diretor social do São Paulo, Antonio Donizete Gonçalves (Dedé), processou o clube para obter acesso a 30 contratos e dados de pagamentos de fornecedores. Ele alega precisar dos documentos para se defender em um inquérito criminal que investiga denúncias de corrupção durante sua gestão. O São Paulo se negou extrajudicialmente a fornecer os documentos, citando falta de legitimidade do ex-diretor.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, abriu mão do cartão corporativo e do plano de saúde para implementar uma política de austeridade financeira no clube. As medidas visam a economia de recursos e o combate à corrupção, em um momento em que o clube revisa contratos e busca reorganizar suas finanças, priorizando o futebol.
A principal investigada na exploração ilegal de camarotes no Morumbis, Rita de Cássia Adriana Prado, optou pelo silêncio ao depor na delegacia e desmaiou ao sair. A investigação abrange lavagem de dinheiro e corrupção no clube social, alcançando a gestão do ex-presidente Julio Casares. Outros envolvidos e testemunhas serão ouvidos, e o São Paulo aguarda informações sobre o prejuízo financeiro.
A Polícia Civil de São Paulo intimou uma investigada a depor em inquérito que apura a exploração ilegal de camarotes no estádio do São Paulo. O esquema, que teria causado prejuízos ao clube, envolve ex-diretores e é investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção.
A Federação de Futebol da China (ACF) impôs banimento vitalício a 73 pessoas, incluindo o ex-técnico da seleção Li Tie, e puniu 13 clubes com perda de pontos na Superliga Chinesa por manipulação de resultados e corrupção. As medidas fazem parte de uma ampla campanha anticorrupção no futebol chinês.
O Ministério Público e a Polícia Civil instauraram um novo inquérito para investigar supostos atos de corrupção no departamento social do São Paulo. O ex-diretor social do clube, conhecido como Dedé, é o principal alvo, suspeito de oferecer vantagens indevidas. As denúncias levaram ao impeachment e posterior renúncia do presidente Julio Casares, com uma consultoria contratada para investigar internamente.
Uma força-tarefa do Ministério Público e da Polícia Civil abriu um novo inquérito para investigar possível corrupção privada no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação, que é a terceira do tipo no clube, tem como alvo o ex-diretor social Antonio Donizete Gonçalves, o Dedé, e apura negociações sobre concessões e taxas cobradas em nome do clube.
A Associação Chinesa de Futebol (ACF) anunciou punições severas a 73 pessoas, incluindo o ex-técnico Li Tie e o ex-presidente Chen Xuyuan, por manipulação de resultados e corrupção. As sanções visam restaurar a integridade do futebol chinês, afetando diretamente 11 clubes da Superliga Chinesa (CSL) de 2026 com perda de pontos e multas.
A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar suposta corrupção no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação tem como foco António Donizete Gonçalves, o Dedé, ex-diretor social, que teria solicitado altas quantias em dinheiro para conceder benefícios. Esta é a terceira investigação envolvendo o clube nos últimos meses.
O artigo analisa o momento crítico do São Paulo em 2026, indicando que a principal luta do clube será contra o rebaixamento, tanto no Campeonato Paulista quanto no Brasileirão. A instabilidade interna, marcada por escândalos de corrupção e renúncias de dirigentes, é apontada como o principal fator para essa iminente ameaça, mais do que o desempenho em campo.
O Conselho Deliberativo do São Paulo afastou o presidente Julio Casares por suspeitas graves de corrupção, marcando a maior crise institucional do clube desde sua refundação. O afastamento, que pode levar ao primeiro impeachment de um dirigente na história são-paulina, demonstra uma mudança no perfil do clube, que antes resolvia suas crises internamente.
O artigo discute o afastamento de Julio Casares da presidência do São Paulo, comparando a situação com o impeachment de Carlos Miguel Aidar em 2015. O autor ressalta a crise administrativa e financeira do clube, com denúncias de corrupção, e aponta semelhanças com problemas em outros clubes, como o Corinthians, sugerindo que mais imbróglios similares podem surgir em outras agremiações.
O colunista Juca Kfouri compara a propaganda de sabão em pó que prometia lavar mais branco com o futebol atual, sugerindo que o esporte se tornou um meio para lavar dinheiro e encobrir corrupção. Ele menciona investigações policiais envolvendo grandes clubes paulistas como Corinthians e São Paulo, além de casos no Inter e Atlético Mineiro, indicando a prevalência de corrupção nas entidades esportivas.