Juca Kfouri critica o Grupo Globo pelo almoço entre Flávio Bolsonaro e a cúpula da emissora horas antes de sua entrevista no Jornal Nacional, no contexto das eleições de 2026. O colunista relaciona o episódio à demissão do executivo Frederic Kachar, por relações com Daniel Vorcaro, e questiona o histórico da Globo com manobras políticas desde o golpe de 1964.
A colunista Alicia Klein critica a declaração de Renato Gaúcho, técnico do Grêmio, que defendeu veementemente seu auxiliar Alexandre Mendes, réu por violência contra a ex-companheira, e afirmou publicamente que votará em Flávio Bolsonaro. O texto contesta a convicção de inocência do auxiliar, cita dados do Ministério da Justiça sobre feminicídio e relaciona a postura do técnico ao histórico de declarações de Bolsonaro e Flávio sobre mulheres. A autora conclui que o voto de Renato Gaúcho é coerente com seu discurso.
O primeiro turno das eleições de 2026 elegeu 20 dos 27 governadores brasileiros, e o artigo levanta os times de futebol pelos quais os eleitos torcem. O Flamengo foi o clube mais citado, com cinco governadores, seguido por Grêmio e Palmeiras, com dois cada. Sete estados definirão seus governadores no segundo turno de 25 de outubro, quando a lista será atualizada.
Cinco nomes ligados ao esporte foram eleitos ou reeleitos nas eleições de 2026 para cargos no Legislativo brasileiro. Os ex-atletas Danrlei e Luiz Lima renovaram mandatos na Câmara dos Deputados, enquanto Bobô, Felipe Sertanejo e Rozenha conquistaram ou mantiveram cadeiras em Assembleias Legislativas. O grupo reúne ex-jogadores de futebol, um ex-nadador, um ex-lutador de MMA e um dirigente esportivo.
A vitória de Arthur Lira e a derrota de Renan Calheiros na eleição para o Senado por Alagoas impactam nomes da política ligados à CBF. Gustavo Feijó, diretor de seleções, integrou a chapa vencedora de Lira, enquanto Gustavo Dias Henrique, vice-presidente da CBF, apoiou Renan, que deixa o Congresso após 32 anos. A matéria aborda ainda a articulação do grupo político que levou Samir Xaud à presidência da confederação após a queda de Ednaldo Rodrigues.
Em contexto do primeiro turno das Eleições 2026, a matéria relembra esportistas brasileiros que ingressaram na política, como Romário, Pelé, Bebeto, Leila Barros, Danrlei, Roberto Dinamite, Ademir da Guia e Oscar Schmidt. O texto detalha as trajetórias políticas de cada ex-atleta e destaca a candidatura de Marcelinho Carioca a deputado distrital no Distrito Federal pelo Republicanos.
O artigo lista ex-atletas, principalmente ex-jogadores de futebol, que disputam as eleições de 2026 no Brasil em cargos como deputado federal, deputado estadual e senador. Nomes como Edmundo, Vanderlei Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Leila Barros e Luis Fabiano concorrem por diferentes partidos e estados. Segundo o TSE, mais de 158 milhões de eleitores estão aptos a votar, com mais de 20 mil candidaturas registradas no país.
O Lance! aproveita o clima das eleições para lançar uma enquete perguntando aos torcedores qual é o maior clássico do futebol brasileiro. O texto lista as principais rivalidades estaduais do país, como Fla-Flu, Derby Paulista, Superclássico Mineiro e Gre-Nal, destacando suas histórias e tradições. A peça tem caráter interativo, convidando o leitor a votar na rivalidade que considera a maior do Brasil.
A matéria levanta os patrimônios declarados ao TSE por 21 ex-atletas candidatos nas eleições de 2026, que somam mais de R$ 110 milhões. Marcelinho Carioca, candidato a deputado distrital pelo Republicanos, lidera a lista com R$ 45,3 milhões, seguido por Luís Fabiano (R$ 20,1 milhões) e Edmundo (R$ 16,05 milhões). O texto também destaca Vanderlei Luxemburgo, Luiz Lima e Sarah Menezes entre os postulantes com maiores bens declarados.
O artigo esclarece que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não impede o uso de camisas de times de futebol nem da camisa amarela da Seleção Brasileira nas seções de votação das Eleições 2026. A legislação permite manifestações individuais e silenciosas de preferência política, como adesivos e camisetas de candidatos, mas proíbe propaganda eleitoral organizada, configurando crime de boca de urna. Também existem exigências mínimas de vestuário, vedando o acesso sem camisa ou com trajes de banho.
Levantamento do Lance! mapeia as preferências clubísticas das 14 candidaturas registradas para a Presidência da República em 2026. O São Paulo lidera com três torcedores declarados entre os postulantes, enquanto Lula se declara corintiano e Flávio Bolsonaro vascaíno. Seis candidatos afirmam não ter clube de coração.
A matéria faz um balanço do desempenho eleitoral de atletas, ex-atletas e dirigentes esportivos que disputaram as Eleições 2026, destacando as derrotas de Vanderlei Luxemburgo ao Senado (TO) e de Marcelinho Carioca a deputado distrital (DF). Também não se elegeram Luís Fabiano e Finazzi em São Paulo, Edmundo e os ex-dirigentes do Flamengo Bandeira de Mello e Marcos Braz no Rio de Janeiro, além da senadora Leila do Vôlei. Entre os poucos vencedores estão o ex-nadador Luiz Lima, reeleito deputado federal, e o ex-goleiro Danrlei, reeleito no Rio Grande do Sul.
Neymar exerceu seu direito ao voto nas Eleições 2026 em Santos, vestindo uma camisa retrô do clube e registrando o momento em vídeos publicados. O atacante mostrou o carinho dos fãs no local de votação e fez um gesto formando o número 22 com as mãos ao lado de Cris Guedes, que usava adesivo do candidato a deputado estadual Tenente Coimbra (PL), sugerindo uma mensagem subliminar de apoio político.
Coluna do UOL lista os clubes de futebol preferidos de sete líderes mundiais, como Donald Trump (Arsenal), Xi Jinping (Manchester United), Vladimir Putin (Zenit) e Giorgia Meloni, que trocou a Lazio pela Roma. A publicação usa o contexto das eleições presidenciais brasileiras de 2026 para explorar a relação entre chefes de governo e o futebol. O texto relata curiosidades e episódios de cada líder com seus clubes, em tom leve e predominantemente factual.
O colunista Walter Casagrande compara a campanha 'Dia 15, vote!' da Democracia Corinthiana nas eleições de 1982, ainda sob a ditadura militar, com a eleição presidencial de 4 de outubro de 2026. Ele relata sua participação pessoal nas manifestações pela redemocratização e faz um apelo ao voto, argumentando que hoje é preciso evitar uma nova ditadura. O texto também critica a qualidade dos debates políticos atuais, marcados por ofensas, mentiras e fake news nas redes sociais.