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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Trump, Xi, Putin: quais são os times preferidos desses 7 presidentes? Rafael Reis Colunista do UOL 30/09/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Donald Trump participou da cerimônia da entrega do troféu da Copa do Mundo-2026 Imagem: Kai Pfaffenbach/Reuters O Brasil escolhe neste domingo seu presidente para os próximos quatro anos ou, pelo menos, os dois candidatos que participarão do segundo turno das eleições e continuarão na disputa pelo cargo. Em outubro, siga a apuração das Eleições 2026 ao vivo no UOL A decisão terá impacto também sobre o futebol nacional. Afinal, ela decidirá qual será o time do ocupante do Palácio do Planalto a partir de janeiro até o fim de 2030. E os chefes de governo dos outros países: para que equipes eles torcem? Repetindo o que já fizemos na eleição presidencial passada, em 2018 e 2022, apresentamos abaixo os clubes preferidos dos presidentes e primeiros-ministros de sete das nações mais importantes do planeta. Alicia Klein Paralisação do Brasileiro: a hipocrisia dos clubes Alexandre Borges Mensagens de ex-sócio de Flávio não furam bolha Daniela Lima Campanha de baixo nível mostra falha em instituições Casagrande Viu Ancelotti? Seleção melhora com três no meio DONALD TRUMP (EUA) Assista aos jogos exclusivos da Copa da Rússia no UOL Play O presidente dos EUA tem uma longa conexão com esporte e já foi dono de um time de futebol americano, organizou lutas de MMA, construiu campos de golfe e patrocinou competições de ciclismo e o ex-boxeador Mike Tyson. Mas seu clube de coração no futebol jogado com os pés está do outro lado do Atlântico. Trump é torcedor do Arsenal (ING) e até declarou no meio da década passada que aceitaria pagar o salário de um novo técnico para o clube caso Arsène Wenger fosse demitido -o treinador acabou indo embora mesmo, mas nenhum dos seus substitutos desde então foi bancado pelo dinheiro do político republicano. Agregador de pesquisas do UOL: veja números atualizados sobre as Eleições 2026 XI JINPING (CHN) Imagem: TINGSHU WANG / POOL / AFP O presidente chinês é um dos incontáveis fãs da Premier League inglesa espalhados pela Ásia. No começo do ano, durante uma reunião com o então primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, o chefe de estado confirmou informações já publicadas anteriormente pela imprensa internacional de que o Manchester United é seu time preferido. No entanto, ele também costuma acompanhar partidas de Arsenal, Crystal Palace e Manchester City, clube cujas instalações chegou a visitar durante passagem pela Inglaterra, em 2015. VLADIMIR PUTIN (RUS) Continua após a publicidade Relacionadas 'Endrick e Estêvão': apostas argentinas para 2030 também patinam na Europa Que setores substituíram as bets em camisas e orçamentos da Premier League? Ciclo já começou, mas incertezas ainda rondam próxima Copa do Mundo Imagem: Anastasia Barashkova/Reuters O autocrata que comanda com mão de ferro a Rússia desde o final do século passado (apesar de eleito pelo povo, caça seus opositores e censura a imprensa que o critica) e que mantém há mais de quatro anos uma guerra com a Ucrânia, aprendeu direitinho a cartilha de como utilizar politicamente o futebol. Antes da suspensão imposta por Fifa e Uefa justamente por conta do ataque contra o vizinho, Putin conseguiu fazer com que a Rússia sediasse a Copa do Mundo-2018 e se tornasse um centro importante da modalidade na Europa. E os principais feitos do futebol russo em sua gestão foram alcançados justamente pelo Zenit São Petersburgo, clube da sua cidade natal, que, a seu mando, foi comprado em 2005 pela estatal Gazprom para se transformar no maior time do país e agradar o torcedor ilustre. PEDRO SÁNCHEZ (ESP) Imagem: Fabian Bimmer/Reuters Atleta de basquete e futebol durante a adolescência, o primeiro-ministro do país ganhador da última Copa do Mundo chegou a jogar nas categorias de base do Real Madrid. Mas, seu coração sempre pertenceu ao outro clube importante da capital, o Atlético. A rivalidade entre os dois clubes no futebol é algo tão importante para Sánchez, que ele já afirmou que jamais iria ao Santiago Bernabéu mesmo que fosse convidado. "Só iria ao ginásio para ver uma partida de basquete." Mesmo assim, o primeiro-ministro já se manifestou contra torcedores do seu time de coração por conta das ofensas raciais dirigidas ao brasileiro Vinícius Jr., astro do arquirrival. EMMANUEL MACRON (FRA) Continua após a publicidade Imagem: ANGELA WEISS / AFP O presidente do país que fez bonito nas últimas três Copas (um título, um vice-campeonato e uma eliminação nas semifinais) curte demais futebol e ainda joga uma peladinha quando sobra tempo. Aos 48 anos, Macron jura que sempre foi torcedor do Olympique de Marselha, clube que era o mais popular da França até a recente hegemonia de resultados construída pelo Paris Saint-Germain, atual bicampeão europeu. No entanto, durante as eleições presidenciais que o levaram ao primeiro mandato, em 2017, adversários políticos questionaram essa afirmação e levantaram a hipótese do até então pouco conhecido candidato estar usando o clube apenas para promover seu nome e lucrar com a identificação dos fãs do OM. ANDY BURNHAM (GBR) Imagem: Temilade Adelaja/Reuters O monarca do Reino Unido, rei Charles 3º, torce para uma equipe da segunda divisão inglesa, o Burnley. Já o herdeiro direto do trono, príncipe William, é louco pelo Aston Villa, força bem mais tradicional do país e que até disputa a Liga dos Campeões da Europa. Já o primeiro-ministro e chefe do governo britânico, Andy Burnham sofre atualmente com o jejum de títulos do Everton. O líder o Partido Trabalhista é um velho frequentador das arquibancadas do clube de Liverpool, mas não o vê ser campeão de nada desde 1995. Menos mal para ele que o Celtic, equipe que é uma espécie de sua "segunda opção" no futebol, levanta um troféu atrás do outro, na Escócia. GIORGIA MELONI (ITA) Continua após a publicidade Imagem: Remo Casilli/Reuters Primeira mulher a ocupar o cargo de premiê italiana, Meloni nasceu em Roma e, pelo menos até o início da vida adulta, dizia ser torcedora da Lazio, clube identificado com o fascismo no país e onde ainda joga um bisneto do Benito Mussolini, o lateral direito, Romano Floriani. Mas, a partir de meados da década passada, Meloni simplesmente "virou a casaca" e passou a fazer juras de amor eterno ao outro time importante da capital italiana, a Roma, que também é a maior rival da sua antiga equipe de coração. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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