Walter Casagrande avalia que as tentativas de Neymar de forçar sua convocação para a Copa do Mundo não estão surtindo efeito com o técnico Carlo Ancelotti. O comentarista enfatiza que o jogador precisará provar seu bom condicionamento físico e intensidade em campo para ter chances de disputar o torneio, superando a maturidade necessária aos 34 anos.
Walter Casagrande Jr. relembra o aniversário de seu filho Victor Hugo, ocorrido no mesmo dia de um clássico entre Santos e Corinthians, e traça um paralelo com sua própria experiência em 1983. A coluna também aborda a pressão enfrentada pelos técnicos de ambos os times, Dorival Jr. e Juan Pablo Vojvoda, e a influência da família Neymar no cenário santista.
Walter Casagrande Jr. avalia que o técnico Dorival Júnior está sob pressão no Corinthians, com um possível risco de demissão caso o time não apresente bom desempenho nos primeiros jogos da Libertadores. O ex-jogador ressalta que o foco da diretoria alvinegra está na competição continental, pois não há expectativas de brigar pelo título do Brasileirão.
Walter Casagrande Jr. expressa forte ceticismo sobre a possibilidade de Neymar participar da Copa do Mundo de 2026, argumentando que o jogador não demonstra competitividade nem condições físicas para tal. A ausência de Neymar nos cards oficiais e na nova camisa da seleção brasileira são apontados como sinais de que ele não faz parte dos planos.
Walter Casagrande, em análise no programa Fim de Papo, sugere que o técnico do Santos, Juan Pablo Vojvoda, enfrenta forte pressão interna devido à sua relação com Fernando Diniz e Alexandre Mattos, além da possível influência de Neymar. Casagrande avalia que Diniz, livre no mercado, é próximo de Neymar e Mattos, o que poderia gerar turbulências para Vojvoda no clube santista.
O comentarista Walter Casagrande avalia que o Flamengo, apesar da recente vitória, ainda está distante do nível de competitividade do Palmeiras. Ele compara as recentes conquistas estaduais, destacando a superioridade palmeirense, e questiona se a torcida rubro-negra aceitará o estilo de jogo mais pragmático do novo técnico.
Walter Casagrande Jr. cobra John Textor, dono da SAF do Botafogo, por explicações após a eliminação do clube na pré-Libertadores. Casagrande afirma que Textor é o principal responsável pela má fase do time, incluindo salários atrasados e contratos travados, e exige transparência do dirigente.
Walter Casagrande avalia que a hesitação de Carlo Ancelotti em convocar Neymar para a seleção brasileira não se deve à sua técnica, mas sim à falta de intensidade e condição física. Segundo Casagrande, Ancelotti busca jogadores com a intensidade necessária para seu esquema, e a presença do técnico em um jogo do Santos em Mirassol visava justamente testar essa característica em Neymar.
Especialistas em futebol como PVC e Walter Casagrande Jr. criticaram a realização da final do Campeonato Paulista entre Palmeiras e Novorizontino em um campo encharcado. Segundo eles, a partida deveria ter sido adiada devido às condições climáticas adversas para evitar riscos de lesões e garantir um espetáculo mais condizente.
Walter Casagrande, em sua análise no programa Fim de Papo, criticou a briga generalizada na final do clássico mineiro entre Cruzeiro e Atlético-MG. Ele enfatizou que o comportamento violento no futebol está intrinsecamente ligado à sociedade e que jogadores precisam entender sua influência como referências para os jovens.
Colunistas do UOL, Walter Casagrande Jr. e José Trajano, debatem a homenagem da torcida do Flamengo a Filipe Luís. Eles sugerem que a homenagem surge de um sentimento de culpa da torcida, que teria criticado o desempenho do time enquanto ele era técnico.
Walter Casagrande Jr. analisa a desvalorização do Campeonato Paulista, argumentando que essa postura é típica de quem não vence ou se sente inseguro em ganhar. Ele defende que todo título estadual conquistado, mesmo menor que outras competições, deve ser celebrado por ter tido início, meio e fim.
Walter Casagrande Jr. critica a justificativa do Santos para o desfalque de Neymar contra o Mirassol, chamando-a de "papo furado". O colunista argumenta que o "controle de carga" não se aplica a um jogador que treina diariamente e suspeita que a decisão se deva ao medo de Neymar de repetir uma má atuação, priorizando seu ego sobre o time.
Walter Casagrande avalia que o novo técnico do Flamengo, Leonardo Jardim, enfrentará resistência interna e falta de clima positivo no vestiário. Casagrande sugere que Jardim terá que se esforçar para conquistar a simpatia da equipe.
A matéria discute se Leila Pereira, presidente do Palmeiras, agiu corretamente ao criticar a demissão de Filipe Luís pelo Flamengo. Comentaristas do UOL debateram a declaração, com opiniões divididas sobre a ética da crítica, embora concordem com a forma como o Flamengo agiu.
Walter Casagrande Jr. criticou a final do Campeonato Paulista entre Palmeiras e Novorizontino, descrevendo-a como 'murcha' e com pouca motivação. Ele apontou a falta de brilho e clima de decisão na partida, que terminou com vitória do Palmeiras por 1 a 0.
Colunistas do UOL debatem se o Novorizontino deveria pagar R$ 1 milhão para ter o jogador Rômulo na final do Paulistão. Walter Casagrande avalia que o investimento não vale a pena, enquanto Alicia Klein sugere que o clube busque outras formas de cobrir o custo.
O artigo informa sobre a estreia do ex-jogador e comentarista Walter Casagrande Jr. no teatro com o monólogo "Na Marca do Pênalti", que aborda sua vida, incluindo futebol, vício e superação. A peça será apresentada no Festival de Curitiba e tem como foco a espontaneidade e a identificação do público com suas experiências.
O comentarista Walter Casagrande alerta Leonardo Jardim sobre a pressão e a alta probabilidade de demissão no Flamengo, destacando a cultura de trocas de técnicos no clube, mesmo após conquistas. Ele critica a falta de respeito na demissão de Filipe Luís e sugere que a diretoria se considera superior aos treinadores contratados.
Walter Casagrande criticou a forma como o Flamengo conduziu a contratação de Leonardo Jardim, considerando a ação desrespeitosa e antiética com Filipe Luís. O comentarista apontou a falta de transparência e a rapidez da negociação como "puxada de tapete", sugerindo interesses pessoais na demissão do técnico anterior. Casagrande também alertou Jardim sobre a pouca garantia de permanência no clube carioca.