A coluna de Walter Casagrande Jr. analisa a virada da França contra Senegal na Copa de 2026, comparando a performance do time com o filme 'Meia-Noite em Paris'. O autor destaca a genialidade do ataque francês no segundo tempo, que transformou um jogo morno em espetáculo, consolidando a França como favorita ao título.
O colunista Walter Casagrande Jr. criticou a ausência recorrente de Neymar nos treinos da seleção brasileira, afirmando que a situação se repete há dois anos. Casagrande declarou que não discute mais jogadores que não têm condições de jogo, preferindo focar em quem pode atuar e na montagem da equipe.
Walter Casagrande, em entrevista ao UOL News Esporte, defende que clubes de futebol devem priorizar a educação de seus jogadores sobre comportamento, em vez de focar apenas na duração das punições. Ele argumenta que gestos obscenos e falta de educação levam a expulsões e suspensões, e que a mudança de postura interna nos clubes é a chave para reduzir reincidências.
Uma entrada forte de Casemiro em Endrick durante um treino da seleção brasileira gerou debate sobre a intensidade permitida. Comentaristas como Walter Casagrande defenderam a necessidade de treinos pegados em preparação para a Copa, enquanto Julio Gomes e Danilo Lavieri interpretaram o lance como um 'recado' ou 'cartão de visitas' ao jovem jogador.
Walter Casagrande avaliou o teste de Carlo Ancelotti com Lucas Paquetá na seleção brasileira, concluindo que a mudança tática não resolve o principal problema do time: a falta de presença no meio-campo. O ex-jogador defende a necessidade de um terceiro homem central para cadenciar e proteger a equipe.
O colunista Walter Casagrande Jr. lamenta a morte do ex-jogador Leivinha, ídolo do Palmeiras e da Seleção Brasileira. Casagrande o descreve como um jogador sensacional, "Pelé Branco", com grande senso de posicionamento e capacidade de cabeceio, além de uma referência pessoal e um professor em campo. Ele relembra a admiração desde a infância, mesmo sendo corintiano, e como Leivinha inspirou seu estilo de jogo.
Walter Casagrande Jr. analisa o momento da Seleção Brasileira de futebol, destacando a longa ausência do país em finais de Copa do Mundo e a necessidade de foco e seriedade para a próxima edição. O colunista critica a desorganização da CBF e a arrogância de alguns jogadores, apontando o fator mental como crucial para o desempenho.
Walter Casagrande, em sua coluna no UOL News Esporte, analisou lances de uma partida de futebol, indicando que houve uma falta em Murilo e um pênalti para a Chapecoense. Ele criticou a condução da arbitragem e o uso do VAR, separando a interpretação dos lances da forma como as decisões foram tomadas.
Rodrigo Mattos, em análise no UOL News Esporte, criticou um ranking de uma TV americana que colocou Cristiano Ronaldo à frente de Vinícius Júnior, classificando-o como 'aberração'. A lista para os melhores da Copa do Mundo, segundo a NBC, posicionou Raphinha em 7º, Vini Jr em 19º, Messi em 4º e Cristiano Ronaldo em 16º. Mattos e Casagrande concordaram que os critérios parecem mais voltados para marketing e visibilidade do que para desempenho em campo.
Walter Casagrande avalia que a chance de Memphis Depay permanecer no Corinthians é pequena, especialmente após o jogador ter deixado o hotel onde residia em São Paulo. O comentarista sugere que essa atitude, somada ao alto custo do atleta e ao desempenho insatisfatório no primeiro semestre, indica uma possível saída, possivelmente após a Copa do Mundo.
Walter Casagrande, conhecido como Casão, avalia a declaração de Leila Pereira sobre não buscar um terceiro mandato no Palmeiras como uma possível 'cortina de fumaça'. Ele sugere que o recuo pode ser uma estratégia para mascarar outros interesses, criticando também a forma como o clube lida com opiniões divergentes, o que, em sua visão, configura uma tentativa de manipulação.
Walter Casagrande avalia que os grandes eventos de marketing em torno da seleção brasileira criam "universos paralelos" que distorcem a realidade do time. Ele argumenta que, na prática e com a bola rolando, o Brasil não se encontra no mesmo patamar de seleções como Espanha, França e Argentina para a Copa do Mundo, apesar do hype criado.
O artigo discute a importância da vitória do Brasil contra o Panamá para o clima da seleção antes da Copa do Mundo. O autor, Walter Casagrande Jr., sugere mudanças no meio-campo, propondo a escalação de Paquetá e Danilo, com Rayan na ponta, para resolver problemas de espaçamento e falta de dinamismo.
O comentarista Casagrande defende a titularidade de Danilo no meio-campo da seleção brasileira, argumentando que o jogador é imprescindível para o equilíbrio tático do time. Ele destaca a intensidade e mobilidade de Danilo como cruciais para o futebol moderno, especialmente em competições como a Copa do Mundo.
O comentarista Walter Casagrande expressou preocupação com as vaias direcionadas ao goleiro Alisson durante a partida contra o Panamá. Casagrande avaliou que as vaias não tiveram sentido e o principal risco é o impacto mental no jogador, associando a reação da torcida a eliminações passadas. Ele defendeu a qualidade de Alisson e o trabalho psicológico como pontos cruciais para o goleiro.
O comentarista Casagrande sugere alterações na escalação da seleção brasileira após a goleada de 6 a 2 em um amistoso. Ele propõe a inclusão de Rayan, Paquetá e Danilo como titulares, em detrimento de Matheus Cunha, Bruno Guimarães e Luiz Henrique, destacando a dinâmica que esses jogadores podem adicionar ao time. Outros comentaristas concordam que o amistoso gerou debates sobre o time principal.
O comentarista Casagrande alertou sobre as consequências da lesão de Neymar na panturrilha, que pode gerar uma queda física significativa mesmo após o período de recuperação. A interrupção afeta não apenas a parte física, mas também a técnica e a intensidade de jogo, especialmente em um futebol cada vez mais físico.
O comentarista Casagrande criticou a convocação de Neymar pela CBF e pelo técnico Ancelotti, mesmo lesionado, afirmando que ambos escolheram ser 'reféns' do jogador. Ele apontou falta de transparência no processo e o impacto negativo no planejamento e ritmo do atleta para futuras competições.
Walter Casagrande, no UOL News Esporte, avalia a possibilidade de Neymar ir para a Copa do Mundo e não atuar em campo devido a uma lesão. A recuperação física e o ritmo de jogo são pontos cruciais, além da incerteza sobre o desempenho da seleção brasileira no torneio.
Walter Casagrande, em artigo de opinião no UOL News Esporte, critica o alto custo de Memphis Depay para o Corinthians, destacando que o clube não pode sustentar um salário de R$ 6 milhões mensais por um jogador com apenas 15 minutos em campo. Casagrande defende que a entrega esportiva e a disponibilidade para jogar devem ser os critérios para renovação de contrato, e não fatores extracampo.