Colunistas do UOL Esporte criticam a escalação de Arrascaeta e Jorginho como titulares na Supercopa pelo técnico Filipe Luís, do Flamengo. José Trajano e Walter Casagrande Jr. defendem que Lucas Paquetá deveria ter começado a partida, argumentando sobre suas condições físicas e o momento de sua entrada em campo. A derrota do Flamengo para o Corinthians por 2 a 0 gerou frustração entre os torcedores.
Walter Casagrande Jr. analisa a vitória do Corinthians sobre o Flamengo na Supercopa do Brasil, destacando a virtude de Dorival Jr. em conhecer o time e explorar seus pontos fortes. Segundo o colunista, o Corinthians se impõe pela entrega física e mental em jogos decisivos, superando a limitação técnica em momentos de confronto direto.
O artigo narra a vitória do Guarani sobre a Ponte Preta em um clássico de Campinas, destacando a garra e ousadia da equipe vencedora. Apesar de um jogador a menos desde o primeiro tempo, o Guarani conseguiu a vitória com um gol nos acréscimos, enquanto a Ponte Preta, que teve a vantagem numérica, não soube aproveitar. A matéria também relembra escalações históricas de ambos os clubes.
Walter Casagrande avalia que o Corinthians precisa de um jogo físico e de congestionamento no meio de campo para vencer o Flamengo na Supercopa do Brasil. Ele defende uma escalação similar à final da Copa do Brasil contra o Vasco e critica o desempenho individual de alguns jogadores. Casão ressalta que o Timão compete melhor quando o jogo é mais disputado fisicamente.
Colunistas do UOL analisam se houve pênalti não marcado para o Flamengo contra o São Paulo no último lance da partida. Julio Gomes e Walter Casagrande discordam da reclamação flamenguista e defendem a decisão do VAR de não intervir.
Colunistas do UOL analisam a desistência do Corinthians na contratação de Alisson, volante do São Paulo. Walter Casagrande apoia a decisão corintiana por falta de necessidade e financeira, enquanto Danilo Lavieri aponta Alisson como o maior prejudicado pela situação. Mauro Cezar critica a falta de R$ 1 milhão por parte do Corinthians.
Casagrande minimizou a goleada sofrida pelo Palmeiras para o Novorizontino, afirmando que a vitória sobre o São Paulo por 3 a 1 demonstra que o time superou o revés. Ele destacou que o resultado adverso não interfere na trajetória do Palmeiras no ano, apesar de ter sido a pior derrota de Abel Ferreira no clube.
Colunistas do UOL analisam o domínio do Flamengo sobre o Vasco em clássico, classificando o jogo como um 'massacre completo' e criticando a performance do Vasco. A análise ressalta a superioridade técnica e física do Flamengo, e a discrepância crescente entre o time rubro-negro e outros clubes brasileiros.
Walter Casagrande Jr. contesta o alto valor de 45 milhões de euros que o West Ham pede pelo jogador Lucas Paquetá, argumentando que o Flamengo poderia contratar dois bons jogadores com esse dinheiro. Ele também comenta lances polêmicos e a performance de jogadores em partidas recentes.
Walter Casagrande Jr. questiona a permanência de Yuri Alberto como cobrador de pênaltis do Corinthians devido ao seu desempenho ruim, perdendo quatro dos últimos cinco pênaltis cobrados. Além disso, o comentarista discute a arbitragem na partida entre Santos e Corinthians e comenta sobre a valorização de jogadores como Lucas Paquetá.
Colunistas do UOL Esporte debatem a estratégia do técnico Dorival Júnior no clássico entre Santos e Corinthians. As mexidas realizadas quando o Corinthians vencia por 1 a 0 foram apontadas como um erro que aumentou o risco de sofrer o empate, que de fato aconteceu nos acréscimos.
Walter Casagrande classificou a goleada de 4 a 0 do Palmeiras para o Novorizontino como um vexame. O comentarista criticou a falta de intensidade e competitividade da equipe de Abel Ferreira, questionando a declaração do lateral Piquerez sobre o medo dos jogadores.
O comentarista Walter Casagrande critica o atual elenco do São Paulo, afirmando que o time não tem potencial para disputar títulos em 2026. Ele destaca que os problemas da equipe vão além do âmbito político, com a necessidade de reforços para evitar que o clube seja apenas coadjuvante nas competições.
Walter Casagrande Jr. compara o jovem jogador do Corinthians, Breno Bidon, com o ídolo Biro-Biro, destacando a identificação com a torcida, a disposição em campo e o espírito de luta. A matéria também aborda a má fase técnica e política do São Paulo e a atuação do goleiro Brazão em um jogo.
O colunista Walter Casagrande Jr. critica veementemente a marcação de um pênalti a favor de Marrocos nos acréscimos da final da Copa Africana de Nações, considerando-o uma simulação de Brahim Diaz. Ele elogia a postura de Senegal, liderada por Sadio Mané, que superou a injustiça e conquistou o título.
O artigo de Juca Kfouri utiliza a lenda urbana da 'Perna Cabeluda' do filme 'O Agente Secreto' como metáfora para a censura e violência da ditadura militar. Ele também relaciona a 'perna pesada' mencionada por Walter Casagrande Júnior à fadiga e risco de lesões musculares em jogadores de futebol devido a pré-temporadas mal feitas, criticando a cartolagem por priorizar o faturamento em detrimento da qualidade do espetáculo.
Walter Casagrande criticou o esforço financeiro do Flamengo para contratar Lucas Paquetá, considerando o investimento exagerado. O comentarista avalia que, embora versátil, Paquetá não se destaca em nenhuma função específica a ponto de justificar um valor tão alto, comparando ironicamente o custo com a expectativa de trazer de volta um jogador como Zico. Casagrande acredita que muitos jogadores estão supervalorizados no mercado.
Casagrande avalia o empréstimo de Félix Torres do Corinthians para o Internacional, considerando o desempenho do jogador e seu valor para a seleção equatoriana. O colunista também discute a necessidade de um camisa 10 para o Palmeiras, apontando alternativas táticas.
O colunista Walter Casagrande Jr. destaca a Copa São Paulo de Futebol Juniores como uma vitrine crucial para jovens talentos do futebol brasileiro. Ele ressalta a importância do torneio, especialmente para jogadores que não atuam nos campeonatos principais, e relembra sua própria experiência como revelação da Copinha em 1980.
Walter Casagrande Jr. narra uma inesquecível virada de ano em 1988 na Itália, reunindo amigos jogadores de futebol brasileiros para uma festa regada a cerveja e histórias. A reunião proporcionou um momento de descontração e apoio mútuo em meio a desafios pessoais e profissionais.