Walter Casagrande Jr. relata sua experiência no show de despedida da banda Megadeth em São Paulo. Ele compara a intensidade e o espetáculo do show com uma partida de futebol memorável, destacando a energia da banda e do público. O colunista compartilha a experiência com amigos antigos, ressaltando a paixão pelo rock e pelo esporte.
O comentarista Walter Casagrande avalia que a lesão na clavícula de Arrascaeta não o impedirá de disputar a Copa do Mundo, devido ao tempo de recuperação mais curto para fraturas. No entanto, ele ressalta que o Flamengo sentirá muito a ausência do jogador, perdendo em criatividade e capacidade de desequilíbrio, mesmo com um elenco forte.
Walter Casagrande, no UOL News Esporte, avaliou que o Palmeiras não deve culpar o técnico Abel Ferreira pelo tropeço na Libertadores. Segundo ele, o time teve chances claras de 'matar o jogo', especialmente com um gol perdido por Allan e uma cabeçada de Murilo. Casagrande também comentou a lesão de Arrascaeta, afirmando que ele deve se recuperar a tempo para a Copa do Mundo.
Walter Casagrande critica a condição de Neymar para jogar a Copa do Mundo de 2026, citando sua falta de intensidade e números ruins em partidas recentes. O comentarista argumenta que, apesar do merecido reconhecimento histórico, o jogador está distante do nível exigido atualmente.
Walter Casagrande avalia que a pressão da torcida do São Paulo sobre o técnico Roger Machado é excessiva e desproporcional, atribuindo à diretoria a responsabilidade por certas situações. Ele argumenta que o foco da torcida em vaiar o treinador antes mesmo de seu trabalho consolidado prejudica o próprio time.
Walter Casagrande analisa o gol de Jesse Lingard pelo Corinthians, considerando-o importante para "desbloquear" o jogador, mas ressalta que o adversário era da Série C. O comentarista também critica a performance geral do Corinthians e a pressão da torcida sobre o técnico Rogério Ceni no São Paulo.
A matéria é uma homenagem de Walter Casagrande Jr. a Oscar Schmidt, destacando sua grandiosidade como esportista e pessoa. Casagrande relembra seus primeiros contatos com o basquete e a figura de Oscar, além de conversas recentes, enfatizando a admiração mútua e a importância do ex-atleta para o esporte brasileiro.
Walter Casagrande, em artigo de opinião no UOL Esporte, avalia o desempenho de Rodrigo Garro no Corinthians sob o comando de Fernando Diniz. Casagrande destaca a evolução do meia, que se tornou o diferencial técnico da equipe, recebendo mais confiança e entregando assistências decisivas. O comentarista ressalta a habilidade de Diniz em valorizar a posição de camisa 10, promovendo o ressurgimento de jogadores.
Walter Casagrande criticou veementemente a possibilidade de Neymar ser convocado para a Copa do Mundo, argumentando que o jogador atual não demonstra a intensidade e a competitividade necessárias para o futebol de alto nível. Ele destacou a performance de Neymar em um jogo recente, onde o jogador 'andou em campo', e condenou a 'campanha obscura' de alguns comunicadores para defender sua convocação.
Walter Casagrande Jr. critica a convocação de Neymar para a Copa do Mundo, argumentando que o jogador demonstra queda de rendimento e não consegue fazer a diferença contra adversários inferiores. A opinião é reforçada pelo desempenho medíocre do Santos em um empate contra o Deportivo Recoleta.
Colunistas do UOL analisam a pressão sobre o técnico Roger Machado no São Paulo, argumentando que a torcida precisa 'esquecer Crespo' e dar tempo ao novo treinador. A cobrança excessiva é vista como um ciclo vicioso que impede o trabalho de avançar, apesar de Roger apresentar um aproveitamento bom com o elenco limitado.
Walter Casagrande Jr. celebra seus 63 anos com uma reflexão profunda sobre sua vida, desde a infância em São Paulo, passando por sua carreira no futebol e como comentarista. Ele relembra momentos marcantes no Corinthians, São Paulo, seleção brasileira e clubes europeus, além de sua trajetória na mídia.
Walter Casagrande criticou o alto valor pago pelo Flamengo na contratação de Lucas Paquetá, argumentando que o jogador, mesmo em seu auge, não se compara a Arrascaeta na posição de camisa 10. Casagrande destacou que Paquetá pode atuar em diversas funções, mas seu nível máximo é como meia-atacante, posição já bem coberta por Arrascaeta no time.
Walter Casagrande Jr. relata sua experiência de estreia nos palcos do Teatro Guaíra em Curitiba com o monólogo "Na Marca do Pênalti". Ele descreve a emoção de se apresentar para um público diferente do futebol e a importância cultural do evento.
Walter Casagrande, em sua coluna no UOL, critica veementemente o comportamento do jogador Allan, do Corinthians, após um gesto obsceno em campo. Casagrande considera que a atitude ultrapassou limites éticos e de educação, e defende que o clube tome medidas disciplinares severas além da suspensão automática.
Walter Casagrande Jr. apresenta sua lista definitiva de 26 jogadores para a Copa do Mundo de 2026. A lista inclui goleiros, laterais, zagueiros, meio-campistas e atacantes, com jogadores de diversos clubes nacionais e internacionais. O colunista convida os leitores a compartilharem suas próprias seleções.
O colunista Walter Casagrande Jr. lamenta a atual fase da seleção italiana de futebol, comparando-a a um "fundo do poço" após a terceira eliminação consecutiva em Copas do Mundo. Ele critica a falta de talentos e criatividade da equipe, contrastando com o passado glorioso do país no esporte.
Walter Casagrande avalia que Carlo Ancelotti convocará Neymar para a Copa do Mundo de 2026 com base em critérios técnicos, não por pressão popular. Arnaldo Ribeiro concorda, mas ressalta a importância de uma sequência de jogos do atacante e questiona se Neymar aceitaria ser reserva.
O colunista Walter Casagrande Jr. critica as táticas de Romário para desqualificar quem o critica, comparando suas respostas a ataques verbais e físicos ao longo de sua carreira. Casagrande argumenta que, como senador, Romário deveria ser questionado sobre política, mas em vez disso recorre a respostas covardes e à tentativa de censurar opiniões divergentes.
Walter Casagrande ironiza a possibilidade de convocação de Neymar para a seleção brasileira, sugerindo que o jogador estaria mais apto a disputar um Mundial de pôquer. O comentarista critica a performance atual de Neymar no futebol, contrastando com seu desempenho no pôquer, e questiona sua condição física e dedicação para uma potencial convocação para a Copa do Mundo. Casagrande também aponta para uma suposta pressão de ex-jogadores e amigos para que o técnico Carlo Ancelotti convoque Neymar, o que ele considera prejudicial ao ambiente da seleção.