O técnico de Senegal, Pape Thiaw, e quatro jogadores foram suspensos pela Confederação Africana de Futebol (CAF) após confusões na final da Copa Africana de Nações. As punições, que incluem multas e suspensões de jogos, não afetarão a participação de Senegal na Copa do Mundo de 2026.
Senegal conquistou o bicampeonato da Copa Africana de Nações em uma final caótica contra Marrocos, marcada por decisões polêmicas da arbitragem. O técnico Pape Thiaw explicou que a equipe deixou o campo para proteger os jogadores de injustiças, mas retornou para buscar a vitória. A partida resultou em uma multa para Senegal e ações legais do Marrocos.
Sadio Mané explicou sua decisão de convencer a seleção de Senegal a retornar ao campo após um protesto durante a final da Copa Africana de Nações. A equipe havia saído em discordância com uma marcação de pênalti, mas Mané argumentou que tal atitude passaria uma imagem negativa para o futebol africano. O técnico de Senegal se desculpou pela decisão de retirar a equipe, enquanto o treinador de Marrocos criticou a atitude.
O artigo critica a seleção de Marrocos após a final da Copa Africana de Nações, destacando a 'guerra das toalhas' e a falta de ética esportiva como fatores que a tornaram antipática. O texto argumenta que o comportamento da equipe manchou a imagem positiva construída na Copa do Qatar e durante o torneio, gerando celebração pela vitória de Senegal.
A final da Copa Africana de Nações entre Senegal e Marrocos foi marcada por polêmicas de arbitragem e um pênalti perdido por Brahim Díaz nos acréscimos. O jogo caótico resultou na vitória de Senegal e deixou Marrocos sem rumo, a poucos meses de enfrentar o Brasil na Copa do Mundo.
Gandulas marroquinos tentaram atrapalhar o goleiro senegalês Mendy durante a final da Copa Africana de Nações, roubando toalhas essenciais para a secagem das luvas. O goleiro reserva Diouf foi arrastado e perseguido ao tentar recuperar as peças, em cenas lamentáveis que precederam a vitória de Senegal. O incidente ocorreu em meio a uma partida caótica, marcada por polêmicas de arbitragem e pela conquista inédita de Senegal.
Jogadores e comissão técnica de Senegal correm risco de serem suspensos da Copa do Mundo após protesto contra pênalti controverso na final da Copa Africana das Nações. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, classificou a atitude como "inaceitável" e condenou a violência e o desrespeito às decisões da arbitragem.
A Copa Africana de Nações teve um final caótico, com Senegal sagrando-se campeão, mas enfrentando incidentes como o roubo de toalhas do goleiro Mendy e vaias ao técnico Pape Thiaw. O abandono de campo da equipe senegalesa pode resultar na perda de jogadores para a Copa do Mundo e em multas.
Sadio Mané, capitão de Senegal, condenou o abandono de campo de sua seleção durante a final da Copa Africana de Nações contra Marrocos. Ele descreveu a cena como "triste" e uma "imagem negativa do futebol africano". O treinador de Marrocos, Walid Regragui, também classificou o ato como "vergonhoso".
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, manifestou repúdio às "cenas lamentáveis" e "inaceitáveis" ocorridas na final da Copa Africana das Nações entre Senegal e Marrocos. Ele parabenizou os campeões, mas condenou o comportamento de torcedores, jogadores e comissão técnica, enfatizando a necessidade de respeito à arbitragem e aos princípios do futebol.
Brahim Díaz, jogador de Marrocos, desabafou nas redes sociais após errar um pênalti decisivo na final da Copa Africana de Nações contra Senegal. O atleta assumiu total responsabilidade pelo erro, expressando a profunda dor e frustração pela derrota, e prometeu se reerguer para honrar o apoio recebido.
Senegal conquistou a Copa Africana de Nações em uma final dramática contra Marrocos, marcada por polêmicas de arbitragem e intervenção do VAR. A partida culminou com um pênalti perdido por Marrocos e um gol decisivo de Senegal na prorrogação, consagrando Sadio Mané como lenda e deixando um legado histórico para ambas as seleções.
Marrocos, primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo, está perto de conquistar seu segundo título em menos de um mês. Após vencer a Copa Árabe, a seleção disputa hoje a final da Copa Africana de Nações contra Senegal, contando com seus principais jogadores. A campanha, embora invicta, não foi considerada brilhante, com destaque para o desempenho individual de Brahim Díaz.
Senegal conquistou a Copa Africana das Nações com justiça, superando Marrocos em uma partida dramática. Apesar de um pênalti inexistente a favor de Marrocos e defesas cruciais de Bono, Senegal prevaleceu com gols de Guye e a liderança de Sadio Mané, consagrando-se campeão após 50 anos de jejum.
O colunista Walter Casagrande Jr. critica veementemente a marcação de um pênalti a favor de Marrocos nos acréscimos da final da Copa Africana de Nações, considerando-o uma simulação de Brahim Diaz. Ele elogia a postura de Senegal, liderada por Sadio Mané, que superou a injustiça e conquistou o título.
Senegal conquistou a Copa Africana de Nações de 2025 após vencer Marrocos por 1 a 0 na prorrogação, em uma final marcada por polêmicas. O gol decisivo foi de Pape Gueye, e a partida incluiu um abandono de campo por parte da equipe senegalesa após um pênalti marcado para Marrocos, que foi defendido por Mendy.
Senegal conquistou o bicampeonato da Copa Africana de Nações em uma final marcada por polêmica. Um pênalti marcado após consulta ao VAR revoltou a equipe senegalesa, que chegou a deixar o gramado. No fim, Marrocos perdeu a penalidade, e Senegal marcou na prorrogação para garantir o título.
A Federação Senegalesa de Futebol (FSF) criticou o tratamento recebido no Marrocos durante a Copa Africana de Nações, alegando falta de segurança, problemas de hospedagem e dificuldades com ingressos. A entidade solicitou à CAF e ao comitê organizador medidas corretivas para garantir o fair-play e a igualdade de tratamento na véspera da final entre Senegal e Marrocos.
A reportagem detalha como o jogador Brahim Díaz, de origem marroquina, optou por defender Marrocos em vez da Espanha, tornando-se o artilheiro da Copa Africana de Nações e peça chave para o time na Copa do Mundo de 2026. O texto explora a decisão do jogador e a importância dele para a seleção marroquina.
Marrocos garantiu sua vaga na final da Copa Africana de Nações após vencer a Nigéria nos pênaltis. Apesar de não apresentar um futebol brilhante, a equipe cumpriu sua missão de chegar à decisão, onde enfrentará Senegal. A análise destaca o contraste entre o desempenho de Marrocos em casa e sua postura tática esperada para a Copa do Mundo.