O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade não tem poder para resolver conflitos geopolíticos e reforçou que a Copa do Mundo de 2026 manterá o calendário previsto. A declaração surge em meio à tentativa do Irã de transferir seus jogos da primeira fase para fora dos Estados Unidos, uma das sedes.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade não tem o poder de resolver conflitos geopolíticos, em resposta a uma possível ameaça de boicote do Irã à Copa do Mundo de 2026. Infantino declarou que a organização "não pode resolver conflitos geopolíticos", mas que busca usar o futebol para "construir pontes e promover a paz". A participação do Irã no torneio está em dúvida devido à guerra entre EUA e Irã, com autoridades iranianas sugerindo boicote aos EUA, mas não à Copa do Mundo.
A Confederação Africana de Futebol (CAF) retirou o título da Copa Africana de Nações de 2026 do Senegal, após aceitar um recurso de Marrocos. A decisão, criticada pela autora, mancha a conquista apesar de Senegal ter retornado ao campo após um protesto contra a arbitragem. A ação da CAF é vista como uma vitória no 'tapetão' com a bênção da Fifa.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que Donald Trump garantiu a entrada da seleção do Irã nos Estados Unidos para a Copa do Mundo de 2026. Infantino se reuniu com Trump para discutir os preparativos do Mundial, e o ex-presidente dos EUA reiterou que o Irã é bem-vindo para competir. A participação iraniana havia sido questionada devido ao conflito no país.
O artigo critica a realização da Copa do Mundo nos Estados Unidos, associando-a à falta de vergonha de Donald Trump e Gianni Infantino. O autor sugere que o mundo deveria boicotar o evento, alertando para a possibilidade de atentados terroristas.
A FIFA é criticada por sua postura em relação à participação do Irã na Copa do Mundo, especialmente após o país ser atacado e estar em guerra. A entidade é acusada de ingenuidade e arrogância por acreditar que a participação do torneio seria garantida pelo então presidente dos EUA, Donald Trump, o que é visto como uma tentativa de minimizar a gravidade da situação.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, destacou a Espanha como favorita à Copa do Mundo e reforçou a política de tolerância zero contra o racismo no futebol. Infantino comentou sobre o caso envolvendo o jogador Prestianni e afirmou que o evento no Canadá, México e EUA promete ser um sucesso, com alta procura por ingressos.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, propôs a expulsão de jogadores que cubram a boca ao falar em campo, especialmente em situações de altercação. A sugestão surge após um incidente envolvendo Gianluca Prestianni e Vinicius Júnior na Liga dos Campeões, onde insultos racistas teriam ocorrido. A FIFA busca agir com firmeza para coibir tais comportamentos.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defende a expulsão imediata de jogadores que cubram a boca durante discussões em campo, argumentando que tal gesto indica algo a esconder, possivelmente com conotação racista. Ele propõe que o Código Disciplinar da entidade seja endurecido, com sugestões de mudanças nas regras antes da Copa do Mundo.
A FIFA realizou reuniões de crise para discutir as repercussões na Copa do Mundo após ataques militares dos EUA e Israel ao Irã. A notícia levanta questionamentos sobre a neutralidade da entidade, especialmente após a entrega de um prêmio da paz ao presidente dos EUA. A situação pode impactar a segurança dos jogos e a participação de equipes.
O técnico do Lyon, Paulo Fonseca, criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o mandatário da FIFA, Gianni Infantino. Fonseca expressou descontentamento com a realização da Copa do Mundo de 2026 nos EUA, alegando que o país ignora interesses econômicos em detrimento das pessoas e piorou a situação na Ucrânia.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, expressou tranquilidade quanto à segurança do México como sede da Copa do Mundo de 2026, apesar da recente onda de violência no país. Ele garantiu que o evento será espetacular, minimizando os receios após confrontos ligados à morte de um líder de cartel.
A Uefa não se oporá à proposta da Fifa de expandir o Mundial de Clubes para 48 participantes, com a entidade máxima do futebol europeu demonstrando maior flexibilidade. Essa aproximação entre os presidentes das duas organizações pode indicar uma relação mais próxima entre Infantino e Ceferin, apesar de tensões passadas.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, expressou choque e tristeza após o incidente de racismo envolvendo o jogador Vini Jr. durante uma partida da Liga dos Campeões entre Benfica e Real Madrid. Infantino pediu o fim do racismo no esporte e elogiou o árbitro por ativar o protocolo antirracismo, reafirmando o compromisso da Fifa na luta contra a discriminação.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, se manifestou sobre o caso de racismo envolvendo o jogador Vinicius Júnior. Ele reforçou a posição da entidade contra o preconceito racial no esporte e na sociedade, exigindo ações e responsabilização dos envolvidos. Infantino também elogiou o árbitro por ativar o protocolo antirracismo.
O artigo critica a postura da FIFA, representada por Gianni Infantino, em relação à Rússia e à aplicação de sanções no esporte. O autor argumenta que o futebol internacional carece de critérios claros para lidar com guerras e violações de direitos humanos, agindo de forma seletiva e influenciada por interesses geopolíticos do Norte global. É defendida a necessidade de estabelecer regras transparentes e um caminho legítimo para que o esporte atue com responsabilidade em questões de direitos humanos.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defende o retorno da Rússia e de seus clubes às competições internacionais, apesar do conflito em curso na Ucrânia. As declarações geraram revolta na Ucrânia, com o ministro dos Esportes chamando Infantino de irresponsável, enquanto o Kremlin celebrou a posição.
O executivo de futebol do Corinthians, Marcelo Paz, representou o clube em um evento de dez anos da gestão da Conmebol no Paraguai. Na ocasião, Paz entregou uma placa customizada ao presidente da entidade, Alejandro Domínguez, e interagiu com Gianni Infantino, presidente da Fifa, que demonstrou apoio ao clube. O objetivo da visita foi estreitar laços com a Conmebol e fortalecer a presença do Corinthians no futebol sul-americano.
O presidente Lula e representantes da CBF se reuniram com Gianni Infantino, presidente da Fifa, para formalizar o pedido do Brasil em sediar a Copa do Mundo de Clubes de 2029. A candidatura brasileira foi bem recebida pela entidade, que vê viabilidade na proposta.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, brincou com Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, sobre assumir a seleção brasileira. A principal pauta do encontro, que também contou com o presidente da CBF, Samir Xaud, foi a Copa do Mundo feminina de 2027 no Brasil. Lula aproveitou a ocasião para pedir que o país sedie a Copa do Mundo de Clubes de 2029.