A Fifa estuda dobrar a premiação da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil, elevando o valor total para pelo menos US$ 220 milhões. A proposta também prevê dobrar o pagamento mínimo por jogadora, de US$ 30 mil para US$ 60 mil. A decisão ainda depende de aval do Conselho da Fifa, com votação prevista para dezembro, em Zurique.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou à BBC que conta com amplo apoio das associações-membro para sua reeleição, apesar das críticas ao projeto abandonado de abrir a Copa do Mundo a investidores privados. O apoio da Confederação Asiática de Futebol (AFC) reforça sua posição de força para conquistar um quarto mandato. Nenhum candidato rival se apresentou publicamente até o momento, faltando menos de um mês para o prazo final de candidaturas.
As chances de reeleição de Gianni Infantino à presidência da Fifa foram fortalecidas após o apoio público da Confederação Asiática de Futebol, declarado por Sheikh Salman bin Ibrahim Al Khalifa em Tóquio. O movimento isola a Uefa como principal núcleo de oposição e reduz o espaço para um adversário competitivo na eleição prevista para março. O contexto envolve a polêmica do projeto FIFA Forward Enterprise, abandonado por Infantino após críticas de Ceferin e Montagliani.
A Confederação Asiática de Futebol (AFC) reverteu sua posição anterior e declarou apoio à reeleição de Gianni Infantino como presidente da Fifa nas eleições de 2027. A decisão, anunciada pelo presidente Sheikh Salman em reunião em Tóquio, ocorre após desentendimentos anteriores envolvendo críticas de AFC, Uefa e Concacaf à governança da Fifa. A Uefa, no entanto, ainda articula a saída de Infantino, que não tem adversário declarado para a eleição de março de 2027.
A Confederação Asiática de Futebol (AFC) confirmou, em reunião em Tóquio, o apoio à reeleição de Gianni Infantino como presidente da Fifa, após divergências anteriores. O anúncio do xeque Salman bin Ebrahim al Khalifa ocorre meses depois de a AFC rejeitar, junto com Uefa e Concacaf, o plano de Infantino de abrir competições da Fifa a investidores privados. O texto detalha o cenário de apoios e críticas ao dirigente antes da eleição marcada para março.
O programa 'Seda sem filtro' do Lance!TV abordará a disputa de poder na Fifa entre o presidente Gianni Infantino, que busca a reeleição, e a Uefa, que busca um rival para o pleito de março de 2027. Entre os temas estão a relação de Infantino com Donald Trump, a criação da Fifa Forward Enterprise e a demissão do principal assessor do presidente. A Uefa enviou uma carta com 42 questionamentos à Fifa, exigindo resposta por escrito até 2 de novembro.
A Uefa enviou uma carta à Fifa exigindo respostas até 2 de novembro sobre a gestão do presidente Gianni Infantino, incluindo o projeto Fifa Forward Enterprise e o Prêmio da Paz. O secretário-geral da Uefa, Theodore Theodoridis, enviou 42 perguntas em 12 temas, considerando que as respostas não podem esperar a reunião de dezembro do Conselho da Fifa. A Fifa respondeu que documentos do Conselho são confidenciais, enquanto Infantino concorre à reeleição em março de 2027.
O jornal britânico The Times pediu desculpas públicas ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, após publicar a informação falsa de que o dirigente receberia um segundo salário da entidade. A correção também retratou a alegação sobre a compra de um imóvel em Miami abaixo do valor de mercado. A Fifa reconheceu o pedido de desculpas, mas criticou veementemente a veiculação de alegações falsas pela imprensa.
A Fifa confirmou que alterará o artigo 27 do Código Disciplinar após a polêmica envolvendo a suspensão da punição automática do atacante americano Folarin Balogun na Copa do Mundo. A Federação Belga de Futebol (RBFA) questionou a decisão, que permitiu a participação de Balogun contra a Bélgica nas oitavas de final, e pediu transparência sobre os critérios utilizados. O caso ganhou repercussão política após Donald Trump afirmar que pediu pessoalmente ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, a revisão da sanção.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, pediu desculpas em reunião do conselho executivo pelo plano de criação da Fifa Forward Entreprise, empresa que geriria questões comerciais e venderia ações ligadas à Copa do Mundo. Dirigentes como Debbie Hewitt e Bernd Neuendorf criticaram Infantino por não responder às perguntas sobre a polêmica. O caso aumenta a pressão sobre o mandatário, que disputa a reeleição e enfrenta oposição de confederações como Uefa e Concacaf.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, participa de reunião do Conselho em Zurique fortalecido após crise que quase lhe custou o cargo. O encontro deve discutir distribuição de recursos às federações, propostas de reforma na governança e eventuais desafios de Uefa e Concacaf, que não apresentaram candidato alternativo. Infantino mantém caminho livre para reeleição em 2027, com prazo final de candidaturas em 18 de novembro.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, teria recebido US$ 1,72 milhão adicionais em 2024 da FWC2026, entidade criada para organizar a Copa do Mundo de 2026, valor não divulgado no relatório anual da organização. Documentos da Receita Federal americana e apuração da ESPN apontam possível violação dos estatutos da Fifa, que nega irregularidades. A matéria também cita controvérsias anteriores, como o plano de venda de participação na Copa a investidores ligados a Joshua Kushner e a interferência de Trump no caso disciplinar do atacante Folarin Balogun.
Investigação do jornal britânico The Times revela que Gianni Infantino, presidente da Fifa, teria recebido US$ 1,76 milhão em pagamentos não divulgados em 2024, feitos pela FWC2026 US Inc, empresa gestora da Copa do Mundo de 2026. Os valores ultrapassariam a remuneração oficial declarada de 4,27 milhões de francos suíços, e pagamentos semelhantes teriam ocorrido também em 2025 e 2026. A Fifa negou formalmente as alegações, afirmando que cumpre todas as exigências de prestação de contas e que a remuneração do presidente é definida por um comitê independente.
Investigação do jornal The Times revela que Gianni Infantino, presidente da Fifa, recebeu US$ 1,76 milhão (cerca de R$ 8,82 milhões) em pagamentos não divulgados em 2024, além de seu salário e bônus oficiais. O pagamento foi feito pela FWC2026 US Inc, empresa criada para organizar a Copa do Mundo de 2026, e registrado na Receita Federal dos EUA, mas não consta nos relatórios anuais da Fifa. Fontes indicam que pagamentos semelhantes ou maiores teriam ocorrido em 2025 e 2026, incluindo despesas de uma casa de luxo em Miami Beach.
Aleksander Ceferin anunciou sua candidatura à reeleição para um último mandato de quatro anos como presidente da Uefa, revertendo decisão anterior de não concorrer. O anúncio foi feito durante reunião das 55 federações europeias em Berlim, após apoio unânime das federações nacionais. A eleição está prevista para abril de 2027 em Astana, no Cazaquistão, e a Uefa também debateu sua oposição à gestão de Gianni Infantino na Fifa.
O presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Patrice Motsepe, reafirmou o apoio unânime da entidade à reeleição de Gianni Infantino na Fifa. Infantino enfrenta críticas pelo projeto abandonado de criar uma sociedade comercial aberta a investidores externos. As eleições da Fifa estão previstas para 18 de março de 2027, em Rabat, com opposition das confederações europeia, norte-americana e asiática.
O presidente da CAF, Patrice Motsepe, declarou apoio unânime e incondicional das 54 associações africanas à reeleição de Gianni Infantino na presidência da Fifa. O pleito está marcado para março do próximo ano. A reeleição de Infantino enfrenta oposição na Uefa e resistência na Concacaf após revelação de um plano engavetado de venda de direitos comerciais da Copa do Mundo.
A Confederação Africana de Futebol (CAF), por meio de seu presidente Patrice Motsepe, declarou apoio incondicional e unânime à reeleição de Gianni Infantino na presidência da Fifa. O gesto ocorre em meio a críticas ao dirigente na Europa, onde a Uefa articula oposição, mas ainda sem apresentar um candidato rival. A eleição está marcada para 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos.
A cinco meses do Congresso eletivo da Fifa, a Uefa e Aleksander Ceferin ainda não encontraram um candidato para enfrentar Gianni Infantino na disputa pela reeleição. Nomes como Victor Montagliani, Nasser Al-Khelaïfi e Salman bin-Ebrahim al-Khalifa foram avaliados, mas nenhuma candidatura avançou. Em paralelo, a Ueva avalia ações judiciais contra o projeto FFE de Infantino, que segue fortalecendo apoio entre as federações.
A Federação Norueguesa de Futebol apresentou denúncias à FIFA contra o presidente Gianni Infantino, envolvendo o Prêmio da Paz entregue a Donald Trump, a suposta intervenção na suspensão do jogador Folarin Balogun e o projeto FIFA Forward Enterprise. As denúncias foram enviadas ao Comitê de Ética e ao Comitê de Governança, Auditoria e Compliance, com pedido de investigações independentes e rápidas. A tramitação ganha urgência pela proximidade da eleição presidencial da FIFA, marcada para março de 2027.