A Fifa agendou uma reunião com a Federação de Futebol do Irã em Zurique para discutir os preparativos para a Copa do Mundo. O encontro ocorre 20 dias antes do início do torneio, após a delegação iraniana ter sido a única ausente no Congresso da Fifa em Vancouver, devido a problemas com vistos para o Canadá. Há preocupações com a possibilidade de os EUA também negarem vistos a dirigentes iranianos.
A FIFA agendou uma reunião com a federação de futebol do Irã para discutir os preparativos para a Copa do Mundo de 2026. O encontro surge após declarações de políticos iranianos sobre a não participação do país, devido a tensões com os EUA, e a garantia do presidente da FIFA sobre a presença iraniana no torneio. A reunião abordará a participação e a segurança da delegação iraniana durante o evento.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, confirmou que o Irã participará da Copa do Mundo de 2026, mesmo com a ausência de delegados iranianos no Congresso da entidade devido a problemas diplomáticos com o Canadá. A declaração busca apaziguar tensões e reafirmar a presença de 48 países no torneio, descartando mudanças de sede para os jogos iranianos.
A delegação do Irã faltou a um evento da Confederação Asiática de Futebol em Vancouver, Canadá, devido a problemas com vistos. Este incidente amplifica as discussões sobre a entrada de membros iranianos, especialmente aqueles ligados à Guarda Revolucionária, no Canadá e nos EUA para a Copa do Mundo, gerando dúvidas sobre a participação da seleção no torneio.
A Fifa considerou inviável a proposta de incluir a Itália na vaga do Irã na Copa do Mundo de 2026, caso os iranianos desistam de participar. A entidade prefere que os Emirados Árabes Unidos, que perderam a vaga asiática para o Iraque, assumam o posto. A Itália rejeitou a ideia, afirmando que a classificação deve ser conquistada em campo. O governo iraniano, por sua vez, reafirmou a preparação para o torneio.
A porta-voz do governo iraniano, Fatemeh Mohejerani, afirmou que a seleção nacional de futebol está se preparando para uma participação "orgulhosa e bem-sucedida" na Copa do Mundo de 2026. Apesar de tensões políticas e da guerra no país, a FIFA garante a presença do Irã na competição, com jogos agendados nos Estados Unidos. A concessão de vistos para a delegação iraniana ainda é uma questão a ser resolvida.
Ministros italianos ironizaram a proposta de Donald Trump, através de seu enviado Paolo Zampolli, para que a Itália substituísse o Irã na Copa do Mundo de 2026. A sugestão foi considerada "vergonhosa" e "inapropriada" pelos representantes do governo italiano, que ressaltaram que a classificação deve ocorrer em campo.
Um enviado do governo de Donald Trump sugeriu à Fifa a substituição do Irã pela Itália na Copa do Mundo, alegando o currículo de quatro títulos mundiais italianos. A proposta foi confirmada por Paolo Zampolli, que expressou o desejo de ver a Azzurra no torneio sediado nos EUA. A Fifa não comentou a sugestão, enquanto o Irã garantiu vaga e a Itália foi eliminada.
Um enviado de Donald Trump teria sugerido à Fifa que o Irã fosse substituído pela Itália na Copa do Mundo de 2026. A proposta visa melhorar as relações entre Trump e a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni. A Itália, tetracampeã mundial, não se classificou para o torneio.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, reiterou a participação do Irã na Copa do Mundo de 2026, apesar das tensões políticas com os Estados Unidos. Ele defendeu que o esporte deve ser separado da política e que a seleção iraniana se qualificou e representa seu povo.
A seleção italiana de futebol ainda nutre uma esperança remota de disputar a Copa do Mundo de 2026. Essa possibilidade remota está atrelada à potencial desistência do Irã, que pode ser excluído do torneio devido a tensões políticas, abrindo espaço para uma repescagem extraordinária onde a Itália seria uma forte candidata.
O Irã aguarda uma resposta da Fifa sobre a possibilidade de transferir seus jogos da Copa do Mundo dos Estados Unidos para o México. O ministro do Esporte iraniano afirmou que a participação do país na competição é incerta caso o pedido não seja aceito, citando preocupações de segurança devido ao envolvimento militar dos EUA na região. A Fifa, por sua vez, indicou que a competição seguirá o calendário planejado.
O Ministro do Esporte do Irã, Ahmad Donyamali, afirmou que a seleção iraniana disputará a Copa do Mundo se seus jogos forem transferidos para o México. A participação do Irã no torneio é incerta desde o início da guerra contra Estados Unidos e Israel, e o país busca essa realocação devido a declarações do presidente americano Donald Trump.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, garantiu a participação do Irã na Copa do Mundo após assistir a uma goleada da seleção sobre a Costa Rica em um amistoso. A presença iraniana no torneio estava em dúvida devido a conflitos geopolíticos. Atletas homenagearam vítimas da guerra antes da partida.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, confirmou que o Irã participará da Copa do Mundo de 2026 e que suas partidas serão realizadas nos Estados Unidos, conforme o sorteio. Infantino acompanhou um amistoso do Irã na Turquia, onde expressou satisfação com a força da equipe e sua conversa com jogadores e treinador.
A seleção do Irã realizou um ato emocionante em um amistoso contra a Nigéria, segurando mochilas infantis para homenagear as vítimas de um ataque a uma escola. O bombardeio, que vitimou cerca de 170 pessoas, incluindo muitas crianças, ocorreu recentemente no país. O amistoso, apesar de ser um jogo de preparação para a Copa do Mundo de 2026, foi sediado na Turquia devido à guerra.
O presidente da Federação de Futebol do Irã, Mehdi Taj, afirmou que o país boicotará os Estados Unidos, mas não a Copa do Mundo de 2026. Devido à guerra, o Irã busca disputar seus jogos em território mexicano, mas a FIFA não cogita aceitar o pedido. A seleção iraniana está no Grupo G do Mundial e todos os seus jogos na primeira fase acontecerão nos Estados Unidos.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade não tem o poder de resolver conflitos geopolíticos, em resposta a uma possível ameaça de boicote do Irã à Copa do Mundo de 2026. Infantino declarou que a organização "não pode resolver conflitos geopolíticos", mas que busca usar o futebol para "construir pontes e promover a paz". A participação do Irã no torneio está em dúvida devido à guerra entre EUA e Irã, com autoridades iranianas sugerindo boicote aos EUA, mas não à Copa do Mundo.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade não tem poder para resolver conflitos geopolíticos e reforçou que a Copa do Mundo de 2026 manterá o calendário previsto. A declaração surge em meio à tentativa do Irã de transferir seus jogos da primeira fase para fora dos Estados Unidos, uma das sedes.
A embaixada do Irã no México solicitou à FIFA que a seleção iraniana dispute suas partidas da Copa do Mundo de 2026 em sedes mexicanas, evitando os Estados Unidos devido a tensões políticas e preocupações com segurança. A FIFA, segundo a imprensa, não cogita aceitar o pedido, citando questões logísticas e de planejamento.