O New York Times listou os 10 jogos mais importantes da história da Copa do Mundo, com cinco partidas envolvendo o Brasil. A lista abrange desde a final de 1930 até a decisão de 2022, destacando momentos marcantes como a 'tragédia do Sarriá' e o 7 a 1.
A seleção italiana de futebol venceu Luxemburgo por 1 a 0 em um amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2026. O gol foi marcado por Francesco Pio Esposito, com a equipe italiana apresentando um time jovem e em processo de renovação.
A Suíça se prepara para a Copa do Mundo de 2026 com uma base experiente e sólida, liderada pelo capitão Granit Xhaka. A análise tática destaca a organização e fluidez da equipe sob o comando de Murat Yakin, com um esquema 4-2-3-1 que se adapta a diferentes situações de jogo. O objetivo é superar a fase de grupos e, se possível, igualar o melhor desempenho histórico em Copas.
O técnico Pep Guardiola planeja tirar um ano sabático após sua saída do Manchester City, mas já é alvo de interesse de diversas seleções nacionais, incluindo Emirados Árabes, Arábia Saudita e Marrocos. Clubes como Milan e Juventus também estariam de olho no treinador espanhol, embora sem propostas concretas.
Emerson Palmieri, lateral-esquerdo naturalizado italiano, relembra oportunidades perdidas na seleção brasileira e questiona o cenário atual da lateral canarinha. Ele expressa apoio à convocação de Neymar para a Copa do Mundo, destacando sua importância e talento para a equipe.
Roberto Baggio relembrou o trauma de ter perdido o pênalti decisivo na final da Copa do Mundo de 1994 contra o Brasil. O ex-jogador descreveu o erro como uma 'vergonha imensa' que o marcou para sempre, afetando sua vida e o impedindo de 'fechar' o episódio. Ele também mencionou o sofrimento causado por lesões graves em sua carreira.
As brasileiras Carol Solberg e Rebecca conquistaram a etapa elite 16 de Brasília do Circuito Mundial de Vôlei de Praia. Elas venceram as italianas Gottardi/Orsi Toth na final por 2 sets a 0. No masculino, a dupla sueca Hölting Nilsson/Andersson também sagrou-se campeã.
A Fifa considerou inviável a proposta de incluir a Itália na vaga do Irã na Copa do Mundo de 2026, caso os iranianos desistam de participar. A entidade prefere que os Emirados Árabes Unidos, que perderam a vaga asiática para o Iraque, assumam o posto. A Itália rejeitou a ideia, afirmando que a classificação deve ser conquistada em campo. O governo iraniano, por sua vez, reafirmou a preparação para o torneio.
A porta-voz do governo iraniano, Fatemeh Mohejerani, afirmou que a seleção nacional de futebol está se preparando para uma participação "orgulhosa e bem-sucedida" na Copa do Mundo de 2026. Apesar de tensões políticas e da guerra no país, a FIFA garante a presença do Irã na competição, com jogos agendados nos Estados Unidos. A concessão de vistos para a delegação iraniana ainda é uma questão a ser resolvida.
Ministros italianos ironizaram a proposta de Donald Trump, através de seu enviado Paolo Zampolli, para que a Itália substituísse o Irã na Copa do Mundo de 2026. A sugestão foi considerada "vergonhosa" e "inapropriada" pelos representantes do governo italiano, que ressaltaram que a classificação deve ocorrer em campo.
Um enviado do governo de Donald Trump sugeriu à Fifa a substituição do Irã pela Itália na Copa do Mundo, alegando o currículo de quatro títulos mundiais italianos. A proposta foi confirmada por Paolo Zampolli, que expressou o desejo de ver a Azzurra no torneio sediado nos EUA. A Fifa não comentou a sugestão, enquanto o Irã garantiu vaga e a Itália foi eliminada.
Um enviado de Donald Trump teria sugerido à Fifa que o Irã fosse substituído pela Itália na Copa do Mundo de 2026. A proposta visa melhorar as relações entre Trump e a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni. A Itália, tetracampeã mundial, não se classificou para o torneio.
O artigo lista sete jovens jogadores com dupla cidadania que nasceram fora do Brasil, mas possuem pais brasileiros. Esses atletas atuam em seleções de base de outros países, mas ainda podem ser 'recrutados' pela CBF para defender a seleção brasileira. A matéria detalha o potencial e a trajetória de cada um.
A mídia internacional repercutiu o falecimento de Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, aos 68 anos. Jornais da Espanha, Itália, EUA e França destacaram seu talento, lealdade à seleção e feitos históricos nas quadras. A imprensa italiana o descreveu como "um deus, imparável".
A seleção italiana de futebol ainda nutre uma esperança remota de disputar a Copa do Mundo de 2026. Essa possibilidade remota está atrelada à potencial desistência do Irã, que pode ser excluído do torneio devido a tensões políticas, abrindo espaço para uma repescagem extraordinária onde a Itália seria uma forte candidata.
O goleiro Donnarumma se emocionou ao comentar a eliminação da Itália na repescagem para a Copa do Mundo de 2026. Ele negou veementemente que os jogadores tenham solicitado um bônus financeiro por uma eventual classificação, expressando mágoa com as acusações.
O tenista italiano Jannik Sinner, atual número 2 do mundo, declarou que trocaria um de seus títulos por uma vaga da Itália na Copa do Mundo. Ele expressou o desejo de ver a seleção italiana de volta ao mundial, algo que não acontece desde que ele era adolescente. A Itália falhou em se classificar para o torneio pela terceira vez consecutiva.
O tenista italiano Jannik Sinner declarou que trocaria um de seus títulos no tênis pela classificação da Itália para a Copa do Mundo de futebol. A declaração foi feita em Monte Carlo, onde ele estreia no torneio. Sinner também comentou sobre a rivalidade com Carlos Alcaraz.
A seleção italiana de futebol enfrenta uma crise após ser eliminada pela Bósnia e ficar fora da Copa do Mundo de 2026. Nos bastidores, uma discussão sobre um possível bônus financeiro antes da partida decisiva expôs tensões internas e gerou polêmica. A eliminação prolonga um período de dificuldades para o futebol italiano, que já resultou em diversas mudanças na comissão técnica e na federação.
Apesar do fracasso da Itália em se classificar para a Copa do Mundo de 2026, técnicos italianos terão forte presença no torneio. Três deles, incluindo Carlo Ancelotti comandando o Brasil, estarão à frente de seleções como Turquia e Uzbequistão. Outros países como Argentina e França terão mais técnicos italianos participando.