A matéria celebra o aniversário de 71 anos de Oscar Roberto Godoi, ex-árbitro de futebol e comentarista esportivo. O texto repassa sua carreira como árbitro FIFA, suas passagens pela televisão e sua atuação atual como comentarista, destacando sua comunicação e versatilidade.
O ator norte-americano Michael B. Jordan, vencedor do Oscar, comentou um gol do jogador brasileiro Rayan em uma publicação nas redes sociais, demonstrando apoio ao Brasil. Jordan, que também é investidor do Bournemouth, clube onde Rayan atua, interagiu com uma foto do jogador publicada pela equipe inglesa.
O ex-jogador Oscar anunciou sua aposentadoria do futebol no início de abril, após um episódio de mal-estar durante um treino do São Paulo. Agora, ele atuará como comentarista nas transmissões da getv durante a Copa do Mundo.
O ex-meia Oscar Emboaba, recém-aposentado, será comentarista na ge tv para cobrir a Copa do Mundo. Sua estreia ocorrerá no jogo de abertura entre México e África do Sul. A ge tv transmitirá 32 jogos gratuitamente, além de um programa diário sobre a seleção brasileira.
O colunista Juca Kfouri, em sua análise sobre a partida entre Flamengo e Bahia, discute a polêmica atuação do árbitro ao dar cartão amarelo para Arrascaeta. O jogador homenageou Oscar Schmidt, ídolo do basquete, e a punição gerou debate sobre a rigidez das regras versus a expressão pessoal.
A segunda edição do CBC & Clubes Expo em Campinas iniciou com uma homenagem a Oscar Schmidt, lenda do basquete que faleceu recentemente. Ícones do esporte, Hortência e Paula, lembraram o legado e os valores transmitidos por Oscar, ressaltando sua importância para o basquete brasileiro e sua autenticidade.
A coluna de Juca Kfouri compara as reações do Presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro à morte de grandes brasileiros. Lula homenageou Oscar Schmidt com nota oficial e luto, enquanto Bolsonaro silenciou sobre mortes de artistas de esquerda, mas lamentou Olavo de Carvalho.
A coluna de Juca Kfouri discute a anulação de um cartão amarelo dado ao jogador Dom Arrascaeta, do Flamengo, após ele comemorar um gol homenageando Oscar Schmidt. O autor argumenta que a punição foi desnecessária e pede que o STJD reverta a decisão, destacando a beleza da homenagem e o bom desempenho do Flamengo na partida contra o Bahia.
O artigo reflete sobre o legado de Oscar Schmidt, destacando suas lágrimas em quadra como um ensinamento sobre a vulnerabilidade masculina. A autora Milly Lacombe argumenta que a sociedade ensina aos homens a reprimir emoções, mas a exemplo de Oscar, eles podem chorar e mostrar tristeza sem que isso seja sinal de fraqueza. A matéria aborda a arte de perder como parte da existência humana e critica os consensos criados por sistemas de dominação.
O Flamengo decidiu aposentar permanentemente a camisa 14 de seu time de basquete em homenagem a Oscar Schmidt. O número, que já havia sido aposentado quando o ex-ala se retirou, será novamente eternizado. Além disso, no futebol, Arrascaeta usará a camisa 14 em homenagem ao ídolo.
O artigo critica a falta de respeito da torcida do Vitória no minuto de silêncio em homenagem a Oscar, durante partida contra o Corinthians no Barradão. A crítica se estende à banalização destes momentos no futebol brasileiro e à baixa qualidade do jogo apresentado.
A matéria é uma homenagem de Walter Casagrande Jr. a Oscar Schmidt, destacando sua grandiosidade como esportista e pessoa. Casagrande relembra seus primeiros contatos com o basquete e a figura de Oscar, além de conversas recentes, enfatizando a admiração mútua e a importância do ex-atleta para o esporte brasileiro.
O colunista Milton Neves lamenta o falecimento do ícone do basquete brasileiro Oscar Schmidt, aos 68 anos. Ele destaca a genialidade do atleta, comparando-o a outras lendas esportivas brasileiras, e relembra sua carreira vitoriosa, incluindo títulos e premiações.
O artigo de Juca Kfouri celebra a trajetória de Oscar Schmidt, conhecido como "Mão Santa", no basquete olímpico. Destaca seu recorde de pontos, a dedicação à seleção brasileira e o exemplo de vida e coragem no esporte.
O colunista Paulo Vinicius Coelho (PVC) celebra a vida e a obra de Oscar Schmidt, relembrando momentos marcantes de sua carreira no basquete brasileiro. O texto destaca a importância de Oscar como o maior cestinha da história olímpica e sua contribuição para lembrar o Brasil de sua tradição no esporte, mesmo diante de outras modalidades com mais visibilidade.
A Rainha Hortência lamenta a morte do ídolo do basquete Oscar Schmidt, destacando a surpresa e a dor pela perda. Ela relembra histórias divertidas da dupla e ressalta o legado de credibilidade, determinação e a capacidade de inspirar do "Mão Santa". A ex-jogadora se sente abençoada por ter testemunhado a trajetória de Oscar e outros grandes nomes da geração.
A mídia internacional repercutiu o falecimento de Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, aos 68 anos. Jornais da Espanha, Itália, EUA e França destacaram seu talento, lealdade à seleção e feitos históricos nas quadras. A imprensa italiana o descreveu como "um deus, imparável".
O Brasil lamenta a perda de Oscar Schmidt, uma lenda do basquete, que faleceu nesta sexta-feira após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Seu irmão, Tadeu Schmidt, prestou uma emocionante homenagem nas redes sociais, descrevendo-o como seu maior ídolo e exemplo de dedicação. A notícia marca o fim de uma carreira brilhante, que inclui o posto de maior pontuador da história das Olimpíadas.
O artigo narra a trajetória de Oscar Schmidt nas Olimpíadas, onde ele se tornou o maior pontuador da história, apesar de nunca ter conquistado uma medalha. A matéria detalha sua participação em cinco edições, as dificuldades enfrentadas e momentos marcantes de sua carreira olímpica.
O ex-armador Guerrinha, companheiro de Oscar Schmidt na histórica conquista do ouro no Pan de 1987, lamentou a morte do ídolo, ressaltando seu legado como referência e líder para sua geração no basquete brasileiro. A declaração foi dada em entrevista ao ge, onde Guerrinha relembrou os feitos de Oscar e sua importância para o esporte.