A Justiça do Trabalho condenou a Ponte Preta a pagar dívidas trabalhistas a um ex-atacante. O processo, movido por Matheus Régis, cobre pendências na rescisão contratual, como férias e 13º salário proporcionais. A decisão em primeira instância reconhece a irregularidade dos descontos aplicados pelo clube.
O renomado narrador Galvão Bueno e a plataforma de streaming Amazon Prime estão em negociações avançadas para rescindir o contrato de trabalho, que originalmente se estende até dezembro de 2027. O acordo entre as partes vinha sendo discutido há meses, após Galvão ter sido anunciado em janeiro de 2025 para narrar jogos da Copa do Brasil e do Brasileirão.
O zagueiro Matheus Dória rescindiu seu contrato com o São Paulo a pedido do próprio jogador. As razões apresentadas incluem ameaças de torcedores nas redes sociais após falhas recentes e um grave problema de saúde familiar. Dória receberá apenas os valores proporcionais ao tempo de contrato cumprido.
O zagueiro Matheus Dória discute sua rescisão contratual com o São Paulo após receber ofensas e ameaças nas redes sociais, que também atingiram seus familiares. As críticas intensas surgiram após falhas em partidas recentes, ultrapassando o limite esportivo e gerando grande abalo no jogador.
O volante Jorge Jiménez entrou com uma ação judicial para rescindir seu contrato com o Amazonas, alegando atrasos salariais, de direitos de imagem e, principalmente, de depósitos do FGTS. Ele segue os passos de Erick Varão, que obteve o mesmo resultado. O jogador pode se ausentar dos treinos até a decisão final do processo, amparado pela lei.
O atacante Stéfano Pinho obteve na Justiça do Trabalho a liberação para deixar o Nacional-AM devido a dívidas trabalhistas como atraso salarial e ausência de depósitos do FGTS. A decisão permite que o jogador atue por outro clube enquanto o processo judicial segue em andamento, com a rescisão já oficializada pela CBF.
A Corte Arbitral do Esporte (CAS) agendou para 28 de maio uma audiência referente ao processo movido pelo ex-técnico do Santos, Pedro Caixinha, e sua comissão técnica contra o clube. O treinador português e sua equipe cobram R$ 15 milhões por conta do acordo de rescisão de contrato.
O São Paulo decidiu não rescindir o contrato do zagueiro Arboleda, apesar de seu recente episódio de indisciplina. O clube busca evitar problemas esportivos e financeiros, considerando que uma rescisão judicial seria longa e incerta, e uma amigável liberaria o jogador sem custos. A estratégia é mantê-lo treinando separadamente enquanto aguarda propostas para negociá-lo ou envolvê-lo em uma troca na próxima janela de transferências.
Um incidente de agressão em um treino do Santos entre Neymar e Robinho Jr. levanta a questão jurídica sobre a possibilidade de rescisão contratual por parte do atleta agredido. A análise jurídica foca na gravidade do episódio, na necessidade de provas e na eventual omissão do clube, comparando a situação com a rescisão indireta prevista na CLT e na Lei Geral do Esporte.
O estafe de Robinho Júnior considera a possibilidade de rescindir o contrato com o Santos após uma suposta agressão física de Neymar. A justificativa é a violação das obrigações do clube em garantir a integridade física do atleta. O estafe exige as imagens das câmeras de segurança, que o Santos alega não existirem por se tratar de um 'rachão'.
O zagueiro Robert Arboleda permanecerá no São Paulo até a próxima janela de transferências após se reunir com a diretoria do clube. A decisão encerra a novela sobre sua saída, com o clube descartando rescisão por justa causa e aguardando propostas oficiais para o meio do ano. Arboleda passará por recondicionamento físico e avaliações.
Fluminense e Hulk chegaram a um acordo sobre os termos da contratação. A empresária do jogador se reunirá com o Atlético-MG para acertar a rescisão do contrato. O vínculo com o clube carioca será até o final de 2027.
O atacante Hulk treinou separado do elenco principal do Atlético-MG e deve se reunir com a diretoria para definir sua rescisão contratual. A saída do jogador ocorre em meio a uma crise no clube, agravada pela goleada sofrida para o Flamengo no último jogo.
A Justiça determinou o fim do contrato do atacante Bruno Lopes com a Ponte Preta devido a atrasos salariais. O jogador entrou com uma ação cobrando R$ 2 milhões do clube, buscando a rescisão indireta por falta de pagamento. A decisão judicial libera o atleta para negociar com o Noroeste.
O zagueiro Robert Arboleda definiu que retornará ao Brasil em 30 de abril para discutir a rescisão de seu contrato com o São Paulo. O jogador está no Equador desde 4 de abril, após não se apresentar ao clube. As negociações para uma rescisão amigável esfriaram devido a mudanças nas condições propostas pelo estafe do atleta, levando o São Paulo a notificar o jogador formalmente.
O São Paulo enviou a terceira notificação formal a Robert Arboleda, exigindo seu retorno ao CT da Barra Funda. O clube busca documentar as ausências do jogador, que se encontra no Equador desde 3 de abril, para resguardar seus direitos em caso de rescisão contratual por justa causa. Conversas para uma rescisão amigável haviam avançado, mas foram travadas por mudanças nas condições apresentadas pelo staff do atleta.
O zagueiro Arboleda não cumpriu a promessa de se reapresentar ao São Paulo para discutir a rescisão de seu contrato, tornando o acordo mais distante. O clube enviou notificações e aguarda justificativas, considerando a possibilidade de rescisão por justa causa. O jogador está desaparecido do CT desde o início de abril, sendo este o atleta há mais tempo no elenco.
O São Paulo recuou de um acordo amigável para a rescisão de contrato com o zagueiro Arboleda. O clube agora aguarda o retorno do jogador ao Brasil para decidir seu futuro, avaliando a complexidade de uma rescisão unilateral com multa. A postura do atleta gerou desgaste interno após um período de ausência e falta de contato com a diretoria.
A negociação para a rescisão contratual de Robert Arboleda com o São Paulo travou após uma conversa na noite de quinta-feira (9). O jogador, que não se reapresentou ao clube, recuou em relação a um acordo amigável, transformando o caso em uma potencial 'novela'. As conversas devem se estender pela próxima semana devido à complexidade dos valores envolvidos e ao sigilo das partes.
A reportagem discute se ameaças e intimidações de torcedores a atletas podem justificar a rescisão indireta do contrato de trabalho. Especialistas apontam que, dependendo da gravidade e da omissão do clube, tais atos podem caracterizar assédio moral e abrir caminho para indenizações ou o fim do vínculo.