A oposição e ex-jogadores da Ponte Preta protocolaram no Comitê de Ética da CBF uma denúncia contra os atuais dirigentes, com pedido de intervenção da entidade e renúncia da diretoria encabeçada por Luiz Torrano. O documento, assinado por 50 pessoas, aponta indícios de gestão temerária em meio à grave crise financeira, com salários atrasados por até seis meses. A crise levou à saída de mais de 15 jogadores e a dois rebaixamentos do clube.
A Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) condenou o Santos a pagar R$ 11,3 milhões ao lateral-direito Mayke, que rescindiu o contrato em agosto alegando salários, FGTS, direitos de imagem e luvas atrasados. O clube promete recorrer da decisão. A condenação soma-se a outros problemas financeiros do Santos, que enfrenta sanções de transfer ban na Fifa.
O Santos foi condenado pelo CNRD, órgão da CBF, a pagar mais de R$ 11,3 milhões ao lateral-direito Mayke por atrasos salariais e inadimplemento contratual. O jogador deixou o clube em agosto após conseguir a rescisão na Justiça, com o Santos anunciando que vai recorrer da decisão.
A Anresf divulgou painel com dados financeiros mostrando que metade dos 40 clubes das Séries A e B relataram salários atrasados até 30 de junho, conforme o regulamento de fair play financeiro. Nove clubes da Série A e onze da Série B informaram atrasos, e a agência já aplicou multas e prazos a Grêmio, Internacional e Náutico. O texto esclarece que os dados são autodeclarados e que atrasos mais recentes serão informados em 30 de novembro.
O elenco do Atlético-GO anunciou uma 'greve' de entrevistas devido a salários atrasados, incluindo dois meses de folha salarial, direitos de imagem, FGTS, 13º e férias pendentes. O presidente Adson Batista admitiu os débitos e alegou que R$ 16 milhões em recebíveis de outros clubes estão atrasados. O clube é 6º colocado na Série B e luta pelo acesso.
Coluna de opinião que analisa a crise estrutural e financeira dos três grandes clubes paulistas tradicionais: São Paulo, Corinthians e Santos. O texto aborda salários atrasados, dívidas bilionárias, inquéritos policiais, transfer bans da FIFA e a deterioração institucional, contrastando com a superioridade do Palmeiras na última década. O autor alerta que eleições iminentes podem perpetuar o cenário catastrófico se não houver mudança efetiva.
Por Paulo Cobos, colunista do ESPN.com.br em 2026-10-13
Coluna de opinião que discute a crise financeira do Corinthians, a partir do relato do zagueiro Gabriel Paulista sobre salários atrasados. O autor defende que o clube deve pagar todos os valores devidos aos jogadores, inclusive a Memphis Depay, mas questiona por que atletas assinam contratos com clubes com histórico recorrente de calotes.
Gabriel Paulista criticou duramente a diretoria do Corinthians após a derrota por 4 a 1 para o Palmeiras no dérbi paulista. O zagueiro denunciou a falta de proteção aos atletas e salários atrasados, afirmando que jogadores da base estariam passando dificuldades financeiras. O jogador declarou que não teme as consequências de suas declarações.
O zagueiro Gabriel Paulista fez duras críticas à diretoria do Corinthians após a derrota por 4 a 1 para o Palmeiras, denunciando atrasos de salários e falta de proteção aos atletas. O jogador destacou que colegas da base estão passando dificuldades financeiras e reafirmou o compromisso do elenco com o clube. O texto também aborda a chegada do técnico Clarence Seedorf e a situação do time, que está em 16º lugar no Brasileirão, beirando a zona de rebaixamento.
Após a goleada por 4 a 1 sobre o Corinthians, o técnico Abel Ferreira defendeu o modelo de gestão do Palmeiras e afirmou que prefere ficar sem reforços a ter salários atrasados. O treinador destacou as vendas de jogadores, o investimento na base e elogiou a atuação de Giay, autor de dois gols. Ele também comentou o pênalti perdido por Paulinho e criticou a Data FIFA.
O colunista Juca Kfouri critica duramente a decisão do Corinthians de demitir o técnico Diniz sem ter substituto definido, às vésperas do Dérbi contra o Palmeiras. Ele argumenta que manter o treinador, com o apoio dos jogadores, seria mais sensato, e prevê nova derrota do alvinegro, que além disso está com salários atrasados. O texto defende que a demissão foi um erro colossal de planejamento da diretoria corinthiana.
O técnico Bruno Pivetti explica o desabafo dado durante a derrota do Náutico por 2 a 0 contra o Novorizontino, pela Série B, afirmando que não hesitará em usar atletas do sub-20. Ele trata o episódio como conversa privada no calor do momento, mas critica posturas do elenco e defende confiança na base. O contexto inclui salários atrasados, falta de concentração dos jogadores e aproximação do Z-4.
O Corinthians regularizou o pagamento dos salários de setembro do elenco profissional e funcionários após acordo com a Caixa Econômica Federal, que liberou R$ 27 milhões de uma conta vinculada ao financiamento da Neo Química Arena. Apesar da quitação, o clube ainda tem pendências com direitos de imagem, férias e premiações. Dentro de campo, o time vive crise com sete derrotas seguidas no Brasileirão, demitiu Fernando Diniz e busca Ramón Díaz como novo técnico para o clássico contra o Palmeiras.
O colunista Milton Neves comenta a saída de Fernando Diniz do Corinthians após seis meses de trabalho, avaliando que o treinador era o profissional certo, mas chegou em um momento errado do clube. O texto atribui o fracasso principalmente a problemas extracampo, como salários atrasados, crise financeira e transfer ban, que impediram reforços enquanto rivais como o Santos se fortaleciam. O autor defende que Diniz poderia voltar no futuro, com o clube em situação mais estável.
Por Caio Mounif e Guilherme Gonçalves em 2026-10-07
O técnico do Goiás, Mozart, declarou em entrevista coletiva que nem conhecia o presidente executivo Aroldo Guidão, que renunciou ao cargo na terça-feira. A declaração expõe a crise administrativa do clube, que acumula salários atrasados. Na mesma coletiva, Mozart elogiou o volante Lucas Rodrigues, autor do gol da vitória por 2 a 1 sobre o Athletic após retornar da seleção sub-20.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou o acordo com a TicketMaster, que se tornará a nova gestora de ingressos do Morumbis e do programa de sócio-torcedores a partir de janeiro de 2027. A votação terminou com 184 votos a favor e 44 contra, e o contrato prevê pagamentos que somam R$ 140 milhões, com grande parte antecipada. O valor é aguardado pelo clube para quitar parte dos salários atrasados, que chegaram a quatro meses de atraso em direitos de imagem.
Os jogadores do América-MG cruzaram os braços e cancelaram o treino desta quinta-feira em protesto contra atrasos de salários e direitos de imagem. Em carta oficial, os atletas informam que há até quatro meses de direitos de imagem e dois meses de salários pendentes, e não descartam recorrer à Justiça. O clube, vice-lanterna da Série B, confirmou a decisão e não informou previsão para regularização dos débitos.
A Ponte Preta enfrenta uma grave crise financeira com salários atrasados para jogadores e funcionários desde 2025, impactando diretamente a vida das famílias. A situação gerou processos trabalhistas, saída de atletas e repercussões negativas no desempenho do time em campo.
Por Heitor Esmeriz e Júlio Nascimento em 2026-04-24
O elenco da Ponte Preta deixou o hotel onde estava concentrado para o jogo contra o América-MG, em protesto aos salários atrasados. A situação financeira do clube é grave, com atletas e funcionários sem receber há meses. O time também vive má fase dentro de campo, figurando na zona de rebaixamento da Série B.
A Justiça determinou o fim do contrato do atacante Bruno Lopes com a Ponte Preta devido a atrasos salariais. O jogador entrou com uma ação cobrando R$ 2 milhões do clube, buscando a rescisão indireta por falta de pagamento. A decisão judicial libera o atleta para negociar com o Noroeste.