A Ponte Preta enfrenta uma grave crise financeira em 2026, com salários atrasados e transfer ban impostos pela CNRD e Fifa. O clube precisa de R$ 5 milhões para regularizar a situação, incluindo R$ 2,2 milhões para quitar as dívidas que geraram as punições e R$ 2,8 milhões para salários atrasados. A situação impacta diretamente o desempenho em campo, com o time na lanterna do Campeonato Paulista.
A matéria detalha o agravamento da crise financeira e administrativa na Ponte Preta em 2026, contrastando com o título da Série C conquistado em 2025. O desabafo do jogador Elvis expôs a desorganização do clube, marcada por salários atrasados, transfer bans e um elenco esvaziado.
Dois novos processos foram abertos contra a Ponte Preta na Justiça do Trabalho, somando R$ 1 milhão em cobranças de ex-funcionários. O goleiro Matheus Kayzer e o preparador físico Leonardo Cupertino buscam pagamentos de salários atrasados, FGTS, férias, 13º e danos morais, em meio a uma crise financeira que já afetou outros profissionais e resultou em seis baixas no elenco para 2026.
Três jogadores decidem deixar a Ponte Preta devido a salários atrasados, elevando para cinco o número de baixas no elenco. A greve dos atletas se mantém por falta de pagamentos, gerando insegurança sobre o futuro do clube.
Thiago Galhardo obteve ganho de causa na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) contra o Santa Cruz, conseguindo a rescisão indireta de seu contrato devido a salários e FGTS atrasados. O jogador cobra mais de R$ 3 milhões do clube, que agora buscará um acordo para honrar o pagamento.