A Associação de Futebol da Argentina (AFA) anunciou uma paralisação total dos campeonatos no país, entre os dias 5 e 8 de março. A greve ocorre em apoio ao presidente da AFA, Claudio Tapia, e ao tesoureiro Pablo Toviggino, que são investigados por apropriação indevida de tributos e recursos. A decisão foi unânime entre os dirigentes, com exceção do Estudiantes de la Plata.
Quatro partidas do Campeonato Argentino foram adiadas devido a uma greve geral convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT). A paralisação, com adesão do sindicato que organiza os jogos, tornou inviável a realização das partidas. Apenas o confronto entre Lanús e Flamengo, pela Recopa Sul-Americana, está confirmado por ser uma competição internacional da Conmebol.
Uma greve geral convocada pela Confederação Geral do Trabalho na Argentina adiou quatro jogos do Campeonato Argentino. No entanto, a partida entre Lanús e Flamengo pela Recopa Sul-Americana está mantida, conforme a imprensa local, pois a organização é da Conmebol.
O Flamengo tomou medidas para garantir o deslocamento de sua delegação na Argentina, em meio a uma greve geral que afetou transportes. O clube bancou a hospedagem dos motoristas de ônibus para evitar contratempos no trajeto para o estádio, onde enfrentará o Lanús pela Recopa. A Conmebol assegurou a realização do jogo, apesar das manifestações.
Cristiano Ronaldo retornou aos gramados após uma greve e marcou gol na vitória do Al-Nassr por 2 a 0 sobre o Al-Fateh. Com este gol, o português chega a 962 gols na carreira, ficando a 38 de atingir a marca de mil gols. A ausência de Ronaldo nas últimas partidas foi motivada por divergências com o fundo público que financia o clube saudita.
Cristiano Ronaldo encerrou sua greve de três partidas ao retornar ao Al-Nassr com um gol contra o Al Fateh. O atacante português, insatisfeito com os investimentos do fundo público, marcou após 18 minutos e está a 38 gols de alcançar a marca de mil gols na carreira. A ausência do jogador gerou advertência da Liga Saudita e especulações sobre sua saída do país.
Cristiano Ronaldo encerrou sua 'greve' e voltará a jogar pelo Al-Nassr neste sábado contra o Al Fateh. O retorno foi impulsionado pelo pagamento de salários atrasados de funcionários e colaboradores, além da reintegração de dois dirigentes portugueses. CR7 havia protestado pela falta de aporte do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita.
Cristiano Ronaldo se recusa a jogar pelo Al-Nassr, alegando que o clube recebe menos investimentos que o rival Al-Hilal, controlado pelo mesmo fundo de investimento saudita. O Al-Hilal lidera os gastos em reforços na temporada 2025/26, investindo significativamente mais que o Al-Nassr, o que leva o craque português a considerar propostas para deixar o clube.
Três jogadores decidem deixar a Ponte Preta devido a salários atrasados, elevando para cinco o número de baixas no elenco. A greve dos atletas se mantém por falta de pagamentos, gerando insegurança sobre o futuro do clube.
O elenco da Ponte Preta anunciou greve por falta de pagamento de salários e direitos de imagem, com atrasos que chegam a sete meses. Os jogadores citam a Lei Geral do Esporte para justificar a paralisação, que terá início em 22 de dezembro de 2025, até que as pendências financeiras sejam regularizadas pela diretoria.