O Botafogo quitou dois meses de direitos de imagem atrasados do elenco, ficando em dia com os salários. Apesar da regularização, o clube ainda possui débitos de FGTS e enfrenta uma crise externa com transfer ban da Fifa e disputa judicial envolvendo John Textor e o fundo Ares.
A Justiça do Trabalho condenou a Ponte Preta a pagar cerca de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões ao ex-volante Ramon Carvalho, referente a dívidas trabalhistas e uma indenização. A decisão judicial aborda o não pagamento de férias, 13º salário, FGTS e uma indenização por falta de seguro contra acidentes de trabalho. O clube enfrenta diversas ações judiciais devido a pendências financeiras.
Ameaças de rescisão contratual por atrasos em pagamentos de direitos de imagem e FGTS levaram a diretoria do Botafogo a quitar parte das dívidas com os jogadores. A situação de Danilo, a contratação mais cara da história do clube, foi o principal gatilho para a ação. A crise financeira e o transfer ban geram insegurança no elenco.
O Santos regularizou suas certidões fiscais e trabalhistas, obtendo a Certidão Negativa de Débitos e a Certidão de Regularidade do FGTS. Essa regularização permitirá ao clube participar de projetos via Leis de Incentivo em 2026, especialmente para o futebol de base. Paralelamente, o time foca no calendário esportivo do próximo ano, que inclui quatro competições.
O Flamengo deu um passo significativo para a construção de seu novo estádio com a aprovação do reequilíbrio econômico-financeiro do terreno do Gasômetro. O Conselho Curador do FGTS deu parecer favorável, e o clube pagará um adicional de R$ 23,6 milhões, avançando nas etapas burocráticas e técnicas.
O Flamengo obteve a posse do terreno do Gasômetro, local onde será construído seu novo estádio, após a aprovação do Conselho Curador do FGTS e o pagamento de R$ 23,6 milhões em correção monetária. Os próximos passos envolvem o remanejamento da Naturgy, demolição e limpeza do terreno, e a aprovação burocrática de documentos com a União, Prefeitura e Caixa Econômica Federal antes do início da construção, prevista para 2034.
O Corinthians foi condenado a pagar valores em aberto de FGTS ao atacante Jonathan Cafu. O montante estimado na ação trabalhista é de R$ 1,1 milhão. Cafu, que atuou pelo clube entre 2020 e 2023 com poucas participações, buscou o benefício de justiça gratuita.
O Corinthians foi condenado pela Justiça do Trabalho a pagar aproximadamente R$ 1,1 milhão em ação movida por Jonathan Cafu. A condenação se refere ao não pagamento de parcelas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) durante o período em que o atacante era contratado do clube. A decisão, de primeira instância, ainda cabe recurso para ambas as partes.
Thiago Galhardo obteve ganho de causa na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) contra o Santa Cruz, conseguindo a rescisão indireta de seu contrato devido a salários e FGTS atrasados. O jogador cobra mais de R$ 3 milhões do clube, que agora buscará um acordo para honrar o pagamento.
A Polícia Federal do Rio de Janeiro está investigando a terceira fase da Operação Fake Agents, que desvendou um esquema de golpes envolvendo saques indevidos do FGTS de jogadores de futebol, treinadores e ex-jogadores. Mais de R$ 7 milhões foram desviados por meio de fraudes coordenadas por uma advogada, que teve sua carteira da OAB suspensa. Entre as vítimas conhecidas estão Paolo Guerrero e Ramires, com prejuízos individuais significativos.