A perícia judicial no processo do zagueiro Ruan Tressoldi contra o São Paulo concluiu que a sequência de quatro partidas completas em 12 dias contribuiu para agravar a lesão no joelho direito do jogador. Tressoldi acusa o clube de negligência médica e cobra R$ 14 milhões, enquanto o São Paulo contesta o laudo e pede nova perícia conduzida por médico. O caso deve ser julgado na primeira instância na próxima semana.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, acionou a Justiça contra o clube pedindo apresentação de documentos financeiros, perícia judicial e homologação das aprovações de contas do mandato entre 2021 e 2024. Ele nega acusações de gestão temerária e desvio de valores, alegando que os saques em dinheiro vivo eram destinados a pagamento de bichos e premiações organizados pela diretoria financeira. Casares, que sofreu processo de impeachment, renunciou ao cargo e foi expulso do quadro social, afirma ser vítima de uma articulação política.
O São Paulo contratou uma perícia para comprovar saques irregulares de mais de R$ 200 mil de suas contas pela empresa FGoal Marketing e Eventos. A perícia foi anexada a uma briga judicial onde a FGoal alega autorização verbal da diretoria anterior, enquanto o clube refuta a falta de previsão contratual e autorização para os pagamentos. A empresa se defende alegando que os valores eram para pagamento de funcionários e que a rescisão foi por motivos políticos.
A matéria relembra o trágico acidente ocorrido em 1995, no qual o jogador Edmundo se envolveu, resultando em três mortes. O texto detalha a dinâmica do acidente, as investigações periciais, a condenação do jogador e as circunstâncias da época.