Leila Pereira, presidente do Palmeiras, declarou que não buscará a reeleição ao final de seu mandato em dezembro de 2027. Ela expressou preferência pelo modelo de clube-empresa e admitiu a possibilidade de se tornar dona de um clube no futuro, criticando a dinâmica política dos clubes associativos. A dirigente também afastou qualquer participação na negociação de seu enteado com o Vasco.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, declarou que o clube não venderá seus principais jogadores na próxima janela de transferências. A decisão visa manter a força do elenco para as disputas do Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores. Jogadores como Flaco López, Giay e Allan, que atraem interesse do mercado, não serão negociados, segundo a dirigente.
A matéria analisa as declarações de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, em uma entrevista, destacando sua afirmação sobre não desejar a maternidade e sua preferência por clubes-empresas. A colunista Alicia Klein elogia a franqueza de Leila e a vê como uma referência para mulheres que não se encaixam em expectativas tradicionais.
Rodrigo Mattos, em artigo no UOL, critica a fala de Leila Pereira sobre "ser dona de um clube" após o Palmeiras, interpretando-a como uma rejeição a críticas e ao processo democrático. Ele aborda a possibilidade de conflito de interesses com a compra de um clube pelo enteado de Leila, especialmente em relação à CBF e à necessidade de transparência.
Walter Casagrande, conhecido como Casão, avalia a declaração de Leila Pereira sobre não buscar um terceiro mandato no Palmeiras como uma possível 'cortina de fumaça'. Ele sugere que o recuo pode ser uma estratégia para mascarar outros interesses, criticando também a forma como o clube lida com opiniões divergentes, o que, em sua visão, configura uma tentativa de manipulação.
O Palmeiras foca na recuperação do atacante Vitor Roque, que não terá férias e segue em tratamento de lesão no tornozelo. O clube também celebra o retorno de Piquerez após lesão, convocado para a seleção uruguaia. O elenco terá férias até 21 de junho, com retorno marcado para 22 de julho, e a diretoria descarta venda de jogadores durante a Copa.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, comentou sobre a negociação de seu enteado, Marcos Lamacchia, com o Vasco para a venda da SAF do clube. Ela destacou a capacidade de Lamacchia para gerir um clube, considerando a transação um "grande negócio", mas ressaltou seu distanciamento do processo. A matéria também aborda a disputa judicial entre a 777 Partners e o Vasco.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, sinaliza um modelo de clube-empresa, possivelmente expandindo para outras equipes, e reforça a manutenção do elenco atual com foco no desempenho esportivo. A gestão busca equilíbrio financeiro enquanto projeta altas arrecadações com vendas de jogadores, visando manter o time competitivo no Brasileirão e na Libertadores.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, confirmou a permanência do técnico Abel Ferreira até o final de 2027, estendendo o vínculo atual. Apesar de pedidos da torcida organizada pela saída do treinador após uma derrota na Libertadores, Pereira reafirmou sua confiança no trabalho de Abel, destacando seu potencial para conquistar diversos títulos.
O atacante Paulinho, do Palmeiras, foi denunciado pelo STJD por comemorar um gol contra o Flamengo com um gesto considerado obsceno e típico de torcidas organizadas. A pena pode variar de dois a seis jogos de suspensão, mas a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, defendeu o jogador, classificando a comemoração como parte do entretenimento do futebol.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, minimizou a rivalidade com o Flamengo ao afirmar que o clube paulista não se pauta pelo rubro-negro na disputa por títulos. Ela também defendeu o atacante Paulinho de denúncias no STJD e despistou sobre a contratação do jogador Danilo.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, defendeu o técnico Abel Ferreira e o diretor de futebol Anderson Barros, ignorando críticas de parte da torcida. Ela enfatizou que a decisão de contratar ou demitir o treinador é dela e que ela está feliz com o trabalho de Abel, expressando o desejo de que ele permaneça até o final de seu mandato.
A vitória do Palmeiras sobre o Flamengo foi emblemática, mas a postura pública da presidente Leila Pereira em relação à torcida é considerada arriscada. O artigo analisa o impacto do resultado, a relação entre a diretoria, a torcida organizada Mancha Verde e o técnico Abel Ferreira, e projeta possíveis divisões no estádio em jogos futuros.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, minimizou as críticas sobre a comemoração de Paulinho após a vitória sobre o Flamengo no Maracanã, afirmando que "faz parte do jogo". Ela também comentou sobre a dificuldade em adiar a partida contra a Chapecoense e reiterou a confiança no trabalho do técnico Abel Ferreira.
O Palmeiras vivenciou um dia de continuidade, com a confirmação da permanência de Abel Ferreira até 2027. Apesar de cobranças recentes, o clube venceu o Alviverde por 3 a 0, focou no planejamento para as oitavas da Copa do Brasil contra o Fortaleza e avalia o cenário na Libertadores. A matéria também aborda a projeção de Allan em meio a rumores de transferências e a recuperação de Bruno Fuchs e Ramón Sosa.
O artigo analisa a intensa rivalidade institucional e pessoal entre os presidentes do Flamengo, Bap, e do Palmeiras, Leila Pereira. A tensão, que ultrapassa as quatro linhas, se manifesta em embates verbais, disputas financeiras e decisões estratégicas na gestão dos clubes.
Uma torcida organizada do Palmeiras, a Mancha Alviverde, divulgou um manifesto pedindo a saída do técnico Abel Ferreira após a derrota para o Cerro Porteño na Libertadores. As críticas se estenderam à diretoria, com acusações de arrogância e falta de planejamento, apesar do histórico de títulos do treinador.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, admitiu o interesse em um possível retorno do volante Danilo, atualmente no Botafogo. Ela destacou o carinho especial pelo jogador, que se formou no clube, e a importância dele para a Seleção Brasileira. Apesar de o elenco estar fechado, Pereira não descarta reforços pontuais.
A Justiça de São Paulo condenou o jogador Dudu a pagar uma indenização de R$ 50 mil à presidente do Palmeiras, Leila Pereira, por danos morais. A decisão, que cabe recurso, baseou-se em ofensas proferidas por Dudu em redes sociais sobre a saída do jogador do clube e a ascensão de Leila à presidência. A Justiça também julgou improcedente uma ação movida por Dudu contra a mandatária.
A Justiça de São Paulo condenou o jogador Dudu a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais à presidente do Palmeiras, Leila Pereira. A decisão decorre de um processo movido pela dirigente após xingamentos do atacante nas redes sociais. A magistratura considerou as publicações de Dudu como ofensas pessoais, negando o pedido de reconvenção do jogador.