A Comissão de Ética do Corinthians agendou uma audiência com o ex-presidente Andrés Sanchez para o dia 16 de março. Ele deverá prestar depoimento por videoconferência sobre despesas consideradas suspeitas durante seu mandato. O comparecimento é facultativo, mas caso ele não participe, seu depoimento anterior à Comissão de Justiça será considerado válido.
Reinaldo Carneiro Bastos registrou sua chapa e se tornou o candidato único para a eleição da Federação Paulista de Futebol, que ocorrerá em 25 de março. Ele deve ser aclamado para seu terceiro mandato consecutivo, cobrindo o quadriênio de 2027 a 2030. A candidatura de oposição não obteve sucesso devido à falta de apoio de clubes.
Harry Massis Júnior assume a presidência interina do São Paulo após o afastamento de Julio Casares. Ele admitiu estar distante da política do clube, mas prometeu responsabilidade, transparência e cuidado com a instituição. Massis Júnior ficará no cargo até a convocação de uma assembleia de sócios em 30 dias, que definirá sua efetivação até o fim do mandato.
Neurismar Rocha foi aclamado presidente da Federação Acreana de Xadrez (FXA) para o quadriênio 2026/2030. Sua chapa, "Xadrez Sem Fronteira", foi a única inscrita no pleito, que contou com a participação de três entidades filiadas. Rocha já presidia a FXA desde 2022, mas o mandato anterior dependia do registro da ata eleitoral.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, foi aconselhado pelo ex-mandatário Carlos Miguel Aidar a não renunciar ao cargo. A recomendação ocorreu durante uma reunião do Conselho Consultivo, onde Aidar defendeu Casares diante de acusações preliminares. A decisão final do conselho foi pela não recomendação de renúncia, citando a falta de provas materiais.
O Corinthians está prestes a anunciar Bruno Spindel, ex-executivo do Flamengo, como seu novo diretor executivo. Spindel, que participou de conquistas importantes no clube carioca, terá a missão de montar o time para 2026 e auxiliar na reformulação financeira do Corinthians.
O artigo de Paulo Vinicius Coelho (PVC) discute a possibilidade de mudanças estatutárias no Palmeiras que poderiam permitir a permanência de Leila Pereira para um terceiro mandato. O autor compara a situação com casos internacionais e nacionais, questionando a democracia do processo.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, defendeu a possibilidade de um terceiro mandato presidencial durante reunião do Conselho Deliberativo, citando o Real Madrid como exemplo. A discussão surge em um momento em que o clube encerra 2025 sem títulos e mira 2026, com debate interno sobre a alteração do estatuto.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, protagonizou um bate-boca em reunião do Conselho Deliberativo, irritando até aliados ao defender uma mudança no estatuto que permitiria seu terceiro mandato. O embate expôs um desgaste político crescente, com conselheiros e figuras influentes demonstrando incômodo com a tentativa de permanência prolongada no cargo.
O Conselho Deliberativo do Palmeiras se reúne para discutir o orçamento de 2026 e um possível terceiro mandato para a presidente Leila Pereira. Apesar de o estatuto permitir apenas mais uma reeleição, há movimentações nos bastidores para alterar as regras, o que gera divergências entre conselheiros.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, defende a possibilidade de concorrer a um terceiro mandato no clube, citando Florentino Pérez, do Real Madrid, como exemplo. Ela argumenta que a alternância de poder não se aplica em casos de clubes vitoriosos e que o estatuto pode ser alterado pelo conselho.
Um movimento de sócios do Internacional iniciou um abaixo-assinado pedindo a saída do presidente Alessandro Barcellos antes do fim de seu mandato. O dirigente minimizou a pressão, afirmando que respeitará as regras do estatuto do clube caso o pedido seja formalizado.
A crônica do Palmeiras aborda o desempenho aquém do esperado do zagueiro Micael, o processo de recuperação cauteloso do jogador Paulinho e os debates internos sobre a possibilidade de um terceiro mandato para a presidente Leila Pereira. A possível renovação de Abel Ferreira também é citada como um desejo da diretoria.
Fábio Pizzamiglio foi reeleito presidente do Esporte Clube Juventude para o biênio 2026/2027, marcando seu segundo mandato consecutivo. Sob sua gestão, o clube apresentou superávit financeiro expressivo, reduziu significativamente suas dívidas e planeja continuar focado na responsabilidade e crescimento sustentável, apesar da queda para a Série B.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, busca aprovação para um terceiro mandato, o que esbarra no estatuto atual do clube. Para viabilizar sua permanência até 2030, ela precisará liderar uma reforma estatutária que exige aprovação do Conselho Deliberativo e da Assembleia de Associados. Apesar dos desafios legais com a Lei Geral do Esporte, a gestão de Leila parece confiante em sua base de apoio.
Mauro Cezar Pereira critica a possibilidade de Leila Pereira buscar um terceiro mandato como presidente do Palmeiras, comparando-a a outros dirigentes e destacando a busca pelo poder. Ele considera que a postura da presidente reflete um padrão comum na cartolagem do futebol, independentemente do gênero.
O comentarista Danilo Lavieri, em sua participação na Live do Clube, expressou que a possibilidade de uma mudança no estatuto do Palmeiras para permitir um terceiro mandato da presidente Leila Pereira seria imoral, embora reconheça que tecnicamente pode não ser um golpe se aprovada democraticamente. Ele critica a alteração estatutária com o intuito de benefício pessoal.
A crônica aborda um dia decisivo para o Palmeiras, marcado pela indefinição sobre a renovação do técnico Abel Ferreira e as negociações políticas internas para um possível terceiro mandato da presidente Leila Pereira. O texto também relata a partida contra o Atlético-MG, ressaltando o clima melancólico e a importância da honra para ambas as torcidas.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, vê seu projeto de um terceiro mandato enfraquecido após a derrota na final da Copa Libertadores. A conquista do título era vista como um impulsionador para a possibilidade de alteração estatutária e sua permanência no cargo.
O Palmeiras, sob a gestão de Leila Pereira, pode encerrar o ano de 2025 sem nenhum título, fato inédito em seu mandato. Apesar de ter conquistado oito títulos em três temporadas anteriores, a equipe acumula dois vice-campeonatos e eliminações em outras competições, ficando distante da liderança do Brasileirão.