Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, e Leonardo Pantaleão, vice, enviaram um ofício aos conselheiros declarando que não reconhecem a reunião convocada por Osmar Stabile, presidente do clube, para votar o afastamento provisório de Tuma Júnior. A convocação de Stabile é vista como irregular e uma afronta estatutária por Tuma e Pantaleão. O Ministério Público de São Paulo também está investigando o atrito entre os dirigentes.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) incluiu o conflito entre o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, em um inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial no clube. O promotor Cássio Roberto Conserino considera o atrito administrativo um indicativo de irregularidade que pode levar à intervenção, com base em precedentes do STF. A disputa se intensificou após a votação da reforma do Estatuto e envolve a suposta recontratação de seguranças.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, convocou uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo para votar o afastamento do presidente do órgão, Romeu Tuma Júnior. A convocação ignora o rito estatutário para reuniões extraordinárias, que prevê a participação do presidente do Conselho na marcação da data. Há também um conflito envolvendo a suposta contratação de um segurança com histórico em confusões no clube.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, reagiu com indignação à convocação de uma reunião extraordinária pelo presidente do clube, Osmar Stabile. Tuma Júnior classificou a ação como "manobra golpista" e estratégia para obstruir a reforma do estatuto. O vice-presidente do Conselho, Leonardo Pantaleão, também questionou a legalidade da convocação e negou presença.
O Boca Juniors gerou polêmica ao alterar a foto do escudo em suas redes sociais, o que foi interpretado por alguns como uma violação de seu estatuto. O clube negou que a mudança seja oficial, classificando-a como parte de uma nova iconografia e tipografia projetada para as plataformas digitais, respeitando as diretrizes históricas.
Conselheiros do Corinthians se articulam para afastar Romeu Tuma Júnior da presidência do Conselho Deliberativo. A manobra busca reunir assinaturas para convocar uma reunião extraordinária e votar o afastamento do dirigente, que enfrenta acusações de interferência na gestão do clube. O presidente Osmar Stabile já protocolou um pedido na Comissão de Ética, mas Romeu Tuma alega que o estatuto não prevê suspensão liminar.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, convocou a Assembleia Geral dos sócios para votar a reforma do estatuto do clube em 18 de abril. A votação incluirá a aprovação ou rejeição do projeto e itens como o direito de voto ao Fiel Torcedor e a transformação do clube em SAF. A convocação ocorreu após um bate-boca em reunião do Conselho Deliberativo.
Uma reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians expôs uma forte crise entre o presidente Osmar Stabile e o presidente do Conselho, Romeu Tuma Júnior. A discussão intensa girou em torno da suposta recontratação de um segurança com histórico problemático, levando a acusações e trocas de ofensas entre os dirigentes. O conflito ofuscou a votação da reforma do estatuto do clube.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, prometeu solicitar o impeachment do presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, após uma discussão acalorada no Parque São Jorge. Stabile alega que Tuma o ameaçou e tentou interferir na gestão do clube. Tuma rebate as acusações, afirmando estar com a consciência tranquila e que a reforma estatutária é mais importante que qualquer cargo.
A votação da reforma do estatuto do Corinthians foi encerrada após um acalorado bate-boca entre o presidente Osmar Stabile e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. As discussões envolveram acusações de interferência na gestão e ameaças, culminando na suspensão e posterior encerramento da reunião. A votação será levada para a Assembleia Geral dos sócios.
O Conselho Deliberativo do Corinthians se reúne para votar um projeto de reforma do estatuto do clube. A proposta inclui a possibilidade de transformação do clube em SAF e o direito a voto para membros do Fiel Torcedor. A votação será aberta e, dependendo do tema, nominal ou por aclamação.
O Conselho de Orientação (Cori) do Corinthians propôs ao presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, que a votação da reforma do estatuto do clube, marcada para 9 de março, seja parcial. A sugestão visa aprovar apenas itens de destaque, como o direito de voto ao Fiel Torcedor e a participação feminina, enquanto temas mais complexos, como a transformação em SAF, seriam debatidos posteriormente.
A reforma do estatuto do Corinthians enfrenta resistência interna às vésperas de uma votação decisiva. O Conselho de Orientação (CORI) sugeriu a votação parcial de itens considerados de maior destaque, gerando discordância com o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. A proposta de votação parcial visa abordar o direito de voto do Fiel Torcedor, participação feminina, sistema de eleição para conselheiros e tempo de contribuição do sócio.
Conselheiros do São Paulo Futebol Clube protocolaram um requerimento pedindo a demissão dos diretores de marketing e jurídico por suposta violação do Estatuto Social. O pedido se baseia em um erro na aprovação do novo uniforme, que não cobriria o emblema do clube conforme exigido.
Conselheiros do São Paulo estão evitando confrontar o presidente interino Harry Massis Júnior em relação à nova camisa do clube. A polêmica sobre o design do uniforme, que supostamente fere o estatuto, está sendo atribuída à gestão anterior de Julio Casares. Cobranças estão sendo articuladas contra departamentos e diretores envolvidos, com definições de ações esperadas após o Carnaval.
O Ministério Público de São Paulo reforçou um pedido de intervenção judicial no Corinthians, citando indícios de irregularidades administrativas, desvio de finalidade e gestão temerária. A medida visa corrigir omissões e preservar a governança institucional do clube, que, segundo o MP, tem seus mecanismos de controle fragilizados.
O São Paulo lançou seu novo uniforme número 1, gerando polêmica entre conselheiros do clube que alegam que o design fere o Estatuto Social. Apesar da controvérsia, o lançamento ocorreu normalmente, com a estreia prevista para o jogo contra o Grêmio pelo Campeonato Brasileiro. Os preços dos uniformes variam de acordo com o modelo.
Uma suposta nova camisa do São Paulo, produzida pela New Balance, vazou nas redes sociais e gerou polêmica. Conselheiros do clube alegam que o modelo fere o Estatuto Social, especificamente o artigo 157, devido à posição do símbolo e à disposição das listras. A discussão envolve as regras de uniformes estabelecidas no estatuto.
Conselheiros do São Paulo estão articulando a reprovação de uma suposta nova camisa 1 do clube, que deve ser lançada nesta semana. O principal argumento é que o design violaria o Estatuto do clube, pois o escudo não sobrepõe corretamente as faixas horizontais. A decisão, embora não dependa de aprovação direta do Conselho, pode ser contestada.
O Conselho Deliberativo do Corinthians encerrou as audiências públicas para a reforma do estatuto, com o novo texto a ser votado em março. A reunião contou com a participação de conselheiros e representantes da torcida organizada Gaviões da Fiel, e o presidente Romeu Tuma Júnior destacou a importância do processo para a maturidade da discussão.