O Corinthians retoma as discussões sobre a reforma do Estatuto do clube, com destaque para a ampliação gradual do direito ao voto para membros do programa Fiel Torcedor e a flexibilização para a futura transformação em Sociedade Anônima do Futebol (SAF). As audiências públicas incorporarão novas sugestões e debaterão temas como mandatos e transparência.
A possível inelegibilidade de Julio Casares, presidente do São Paulo, após afastamento pelo conselho deliberativo, está em aberto devido a interpretações do estatuto do clube e da Lei Geral do Esporte. A decisão final dependerá da ratificação em assembleia de sócios e da análise de acusações de gestão temerária.
Uma proposta de alteração no estatuto do Flamengo visa suspender temporariamente dirigentes do clube que atuem em Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). A medida, apoiada pela atual gestão, teria impacto em ex-dirigentes como Rodolfo Landim, que atua como consultor de SAFs, e outros como Marcos Braz e Diogo Lemos.
O jornalista Arnaldo Ribeiro critica a blindagem política em torno do presidente do São Paulo, Julio Casares, atribuindo-a a um grupo restrito, liderado pelo presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu. Ribeiro aponta que mudanças estatutárias recentes dificultaram o processo de impeachment, isolando Casares e prejudicando o clube.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, explicou as mudanças na votação do pedido de impeachment do presidente Julio Casares. Houve alteração no quórum para aprovação da destituição e a reunião será exclusivamente presencial no Morumbis.
Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, defende a legalidade de suas decisões sobre o processo de impeachment de Julio Casares. Ele afirma que a alteração no quórum de votação e a mudança na data da sessão não violam o estatuto do clube.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, explicou decisões sobre o processo de impeachment de Julio Casares. Ele defendeu a exigência de 75% dos votos para o afastamento e a votação presencial, alegando interpretações estatutárias e a necessidade de garantir a segurança do voto secreto e a possibilidade de recontagem. Olten negou favorecimento ao presidente Casares, afirmando que suas ações visam organizar e administrar o clube conforme o estatuto.
A oposição do São Paulo protocolou um documento contestando a defesa do presidente Julio Casares sobre o quórum para o processo de impeachment. Os opositores argumentam que a destituição deve seguir um rito específico, não o quórum qualificado de 75% defendido pela presidência.
A defesa do presidente do São Paulo, Julio Casares, protocolou um pedido para que a votação de seu impeachment no Conselho Deliberativo se baseie em um artigo estatutário específico. O grupo que iniciou o processo de impeachment discorda da solicitação, defendendo a manutenção do critério original.
O Conselho Deliberativo do São Paulo adiou a votação do impeachment do presidente Julio Casares para sexta-feira e decidiu que a reunião será presencial, no Morumbis. A exigência de votos para o afastamento foi alterada de dois terços para 75%, a pedido da defesa de Casares. Se aprovado, o vice-presidente assumirá interinamente e os sócios decidirão em Assembleia Geral.
Um grupo de conselheiros do São Paulo protocolou um pedido de impeachment contra o presidente Julio Casares. O pedido, baseado em artigos do estatuto do clube, alega possíveis irregularidades na gestão, incluindo um esquema de venda ilegal de ingressos e investigações sobre desvio de verbas em negociações de atletas.
O Corinthians apresentou um recurso contra a investigação do Ministério Público sobre uma possível intervenção judicial no clube. Com o efeito suspensivo, o MP não pode tomar novas medidas até que o recurso seja analisado. O clube argumenta que funciona regularmente e que o MP possui mecanismos menos drásticos para acompanhar sua situação.
O São Paulo FC busca reformar seu estatuto para facilitar a entrada de investidores, possivelmente através do modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF). A proposta visa reduzir a exigência de aprovação de 75% dos conselheiros para a alienação de ativos ou transformação em empresa. O objetivo é tornar o clube mais atrativo para parcerias financeiras.
O artigo de Paulo Vinicius Coelho (PVC) discute a possibilidade de mudanças estatutárias no Palmeiras que poderiam permitir a permanência de Leila Pereira para um terceiro mandato. O autor compara a situação com casos internacionais e nacionais, questionando a democracia do processo.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, defendeu a possibilidade de um terceiro mandato presidencial durante reunião do Conselho Deliberativo, citando o Real Madrid como exemplo. A discussão surge em um momento em que o clube encerra 2025 sem títulos e mira 2026, com debate interno sobre a alteração do estatuto.
Walter Casagrande criticou publicamente a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, por suas declarações sobre os jogadores em uma reunião do Conselho Deliberativo. Ele a acusou de 'trairagem' caso o discurso não tenha sido feito diretamente ao elenco e técnico.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, protagonizou um bate-boca em reunião do Conselho Deliberativo, irritando até aliados ao defender uma mudança no estatuto que permitiria seu terceiro mandato. O embate expôs um desgaste político crescente, com conselheiros e figuras influentes demonstrando incômodo com a tentativa de permanência prolongada no cargo.
O Conselho Deliberativo do Palmeiras se reúne para discutir o orçamento de 2026 e um possível terceiro mandato para a presidente Leila Pereira. Apesar de o estatuto permitir apenas mais uma reeleição, há movimentações nos bastidores para alterar as regras, o que gera divergências entre conselheiros.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, defende a possibilidade de concorrer a um terceiro mandato no clube, citando Florentino Pérez, do Real Madrid, como exemplo. Ela argumenta que a alternância de poder não se aplica em casos de clubes vitoriosos e que o estatuto pode ser alterado pelo conselho.
Um movimento de sócios do Internacional iniciou um abaixo-assinado pedindo a saída do presidente Alessandro Barcellos antes do fim de seu mandato. O dirigente minimizou a pressão, afirmando que respeitará as regras do estatuto do clube caso o pedido seja formalizado.