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Esporte São Paulo: Olten Ayres diz que decisões pró-Casares 'não ferem estatuto' Valentin Furlan e Gabriel Sá Colaboração para o UOL 09/01/2026 16h45 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, em entrevista coletiva, no CT da Barra Funda Imagem: Gabriel Sá / UOL Presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres afirmou que suas decisões sobre a votação de impeachment de Julio Casares por voto secreto, presencial e de aprovação por 75% da casa são legalmente procedentes e vão de acordo com o Estatuto do clube. "Nenhuma dessas decisões feriu o Estatuto" Eu estou servindo aos interesses do São Paulo. Nenhuma dessas decisões feriu o que me é obrigado seguir: o Estatuto Olten Ayres, em coletiva no CT da Barra Funda Olten Ayres concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira, no CT da Barra Funda , exatamente uma semana antes da reunião extraordinária que pode avançar com um processo de destituição de Casares. Daniela Lima Pesquisa: apoio a veto da dosimetria domina redes José Fucs Xandão, os 'isentões' e os heróis de que precisamos Sakamoto Trump dá presente a Lula no acordo UE-Mercosul Mauro Cezar Flamengo não desistiu de contratar Kaio Jorge Inicialmente, a pauta precisava de dois terços da casa para ser aprovada, mas uma decisão na tarde de ontem de Ayres mudou a aprovação para três quartos da casa . A mudança do quórum, que pulou, portanto, de 177 conselheiros para 195, era um pedido de Casares. A mudança de quórum que aconteceu, nos temos dois artigos que versam sobre o mesmo assunto. Existe uma nítida contradição entre os artigos, havendo uma contradição entre duas normas prevalece a norma que mais favorece. É o conceito de ' in dubio pro reo' Além do quórum, Olten também alterou a data da votação, que aconteceria inicialmente no dia 14, para o dia 16 de janeiro. A data foi alterada porque foi alterado o embasamento da convocação. Dentro do nosso Estaruto, os editais de convocação devem ser feito com antecedência. Se eu mudo o argumento e tenho que publicar novo edital, sou obrigado a colocar uma nova data. A votação para o impeachment de Casares acontecerá na próxima sexta-feira, no estádio Morumbis, às 18h30 (de Brasília). O mandatário precisará de 75% da casa para ser destituído. Caso a pauta avance, o presidente será inicialmente afastado para o vice, Harry Massis Júnior, assumir sua cadeira. Em seguida, haverá uma Assembleia Geral com todos os sócios adimplentes do clube para que a maioria simples defina pela troca ou manutenção de Casares. Continua após a publicidade O que mais Olten Ayres disse Mudança de quórum. "A questão da mudança de quórum que você perguntou. Temos, por incrível que pareça, dois artigos que versam do mesmo assunto. O 112 e o 58. O 58 se estabelece um quórum de 75% dos conselheiros para serem aprovados diversos temas, dentre os quais o afastamento do presidente. O 112 estabelece que precisa de dois terços dos conselheiros para que se possa aprovar o afastamento do presidente. Existe uma nítida contradição entre os artigos. Havendo uma contradição entre duas normas, em direito, prevalece a norma que é mais favorável à pessoa que está respondendo a qualquer tipo de processo, inquérito. Essa é a norma geral de direito. E por isso foi feita essa alteração. Não houve nenhuma decisão baseada na minha relação pessoal com o presidente Julio Casares, mas na minha relação com o cargo do Estatuto do São Paulo". Mudança de data. "Feita a reunião do conselho consultivo, o conselho consultivo vota se ele acha que é prudente ou não o pedido do afastamento. Ele não emite um parecer vinculante. Ele emite uma opinião. Esta opinião é reencaminhada ao Conselho Deliberativo. E o Conselho Deliberativo convoca uma nova reunião. O Conselho Deliberativo recebeu do Consultivo. Nós convocamos essa reunião imediatamente. Depois, feito o pedido de alteração nós alteramos. Refizemos a convocação. Foi aí que os oito dias caíram sobre o dia 16". Votação presencial e secreta. "As votações para afastamento do presidente, obviamente versam sobre um tema super delicado. Que mexe com toda a estrutura do clube, toda a credibilidade do clube, contratos, questões de natureza de publicidade, natureza financeira. Todo o tipo de natureza. Quando se estabelece que o voto deve ser secreto, nós, nuam interpretação mais extensiva, acreditamos que o voto deve ser presencial, porque, neste tipo de votação, ela pode ensejar um pedido de recontagem, um tipo de contestação de quem está votando, quem não está votando. E qualquer tipo de votação de natureza hibrida ou online dificulta esse tipo de supervisão. Neste caso específico entendemos que o fato de determinar um rito secreto, da importância do assunto, não temos como fazer uma votação que não seja presencial". Está fora da situação. "Fizemos uma análise exclusivamente jurídica. Quanto à questão de eu ser ou não da coalizão, eu não me coloco como uma pessoa da coalizão. Como presidente do Conselho Deliberativo, tenho que exercer minha função sem nenhum lado político, pelo lado do São Paulo, sem pensar em quem está de lado A ou B. você deve imaginar que eu recebi pressão de todas as ordens para que a gente tirasse o apoio ou deixasse de dar o apoio a este ou aquele. Mas nós não apoiamos ninguém. Estamos aqui para organizar, administrar e seguir o que o Estatuto manda. Essa é a forma como a gente vem administrando o São Paulo. Às vezes de maneira mais incisiva, outras vezes de maneira menos incisiva". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Esposa de Ramagem diz que tirou licença por sofrer 'tortura psicológica' Suspeita de 'carniça' ligada a PCC e Master leva bodum à Faria Lima Turista é mordida por tubarão durante mergulho em Fernando de Noronha (PE) Como são as mansões de quase R$ 1 bilhão que Larry Page comprou em Miami Corinthians vence XV de Jaú e avança à segunda fase da Copinha