A recondução de Olten Ayres de Abreu à presidência do Conselho Deliberativo do São Paulo representa uma derrota política para o presidente Harry Massis. A votação acirrada, com 120 votos a 118, expõe o cenário político do clube e fortalece o debate sobre a adoção do modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
O vice-presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, João Farias, anulou a decisão do presidente do órgão, Olten Ayres de Abreu, que destituiu os membros da Comissão de Ética. Farias alegou conflito de interesses de Olten, que é réu em um processo disciplinar conduzido pela mesma comissão. A medida restaura a composição original da comissão e visa garantir a regularidade dos processos internos.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres de Abreu Júnior, se opõe à aprovação do balanço financeiro de 2025, gerando tensão nos bastidores e indicando uma provável reprovação das contas. A principal divergência reside na falta de explicações sobre saques significativos realizados pela gestão anterior, levantando questionamentos sobre a transparência e governança do clube.
Um áudio vazado sugere um esquema de venda ilegal de ingressos para camarotes do São Paulo, envolvendo o presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres. Seu sobrinho, Lucca Borzani, é ouvido oferecendo os ingressos e detalhando as condições de acesso e consumo.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, explicou decisões sobre o processo de impeachment de Julio Casares. Ele defendeu a exigência de 75% dos votos para o afastamento e a votação presencial, alegando interpretações estatutárias e a necessidade de garantir a segurança do voto secreto e a possibilidade de recontagem. Olten negou favorecimento ao presidente Casares, afirmando que suas ações visam organizar e administrar o clube conforme o estatuto.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo Futebol Clube, Olten Ayres de Abreu Júnior, manteve a reunião do pedido de impeachment do presidente Julio Casares em formato presencial, rejeitando a solicitação da oposição por um modelo híbrido. Além disso, ele elevou o quórum necessário para a aprovação do impeachment para 75% dos membros do Conselho, beneficiando o atual presidente.