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Palmeiras respirou o dia de ontem com a sombra de um reforço que não correspondeu às apostas. Micael, contratado pelo Palmeiras em fevereiro por cerca de R$ 35 milhões e com vínculo até 2029, não ergueu as expectativas da torcida [fonte 1] [ ]. Em 2025, o zagueiro disputou 28 jogos, 25 como titular, e deu uma assistência, sendo alvo de números que mostram a oscilação da temporada: Micael foi driblado oito vezes, teve 42 desarmes, 58 duelos aéreos ganhos e 16 interceptações [fonte 1] [ ]. Quem não vinha em ritmo de explosão é Paulinho, cujo retorno para o início de 2026 ainda depende de cautela: a baixa ocorre após a segunda cirurgia na tíbia direita, em julho, e o Palmeiras não quer ter Paulinho pela metade [fonte 2] [ ]. Nesta temporada, foram 16 jogos, 4 gols e 3 assistências, números que ajudam no debate sobre o planejamento, ainda que o cronograma de recuperação até o fim de dezembro siga firme aos cuidados da instituição [fonte 2] [ ]. Nas paredes do clube, a pauta que agita o noticiário é outra: o Conselho Deliberativo (CD) do Palmeiras discute um possível terceiro mandato de Leila Pereira, quem sabe alterando o estatuto para manter a presidência por mais tempo. A ideia tem resistência interna, ainda que haja corrente favorável a mudanças, com o argumento de que se trata de uma decisão democrática caso haja adesão dos associados [fonte 3] [ ]. A reportagem também aponta que Mustafá Contursi e Arnaldo Tirone, ex-presidentes, aparecem como possíveis vozes de apoio, enquanto o Estatuto exige votação de 50% + 1 do CD para avançar, seguida de assembleia de sócios, abrindo espaço para o calendário 2027 sob novos desdobramentos [fonte 3] [ ]. Além disso, o ge, citando planos internos, mencionou a possibilidade de renovação de Abel Ferreira como parte do cenário, descrita como “Sonho de Leila Pereira” para a condução esportiva do clube [fonte 3] [ ].