Rafael Tenório, ex-presidente do CSA, revisitou a participação do clube na Série A de 2019 e declarou que repetiria o planejamento da época. Ele defende que a prioridade foi quitar o passivo do clube, mesmo com um time modesto, e que essa estratégia garantiu a saúde financeira em anos posteriores. Tenório comparou a situação do CSA com a de Sport e Fortaleza, que teriam descido de divisão com altos déficits.
O Corinthians registrou um déficit de R$ 247,8 milhões nos primeiros dez meses de 2025, elevando sua dívida bruta para R$ 2,8 bilhões. As despesas operacionais superaram as receitas, com destaque para os gastos com pessoal no departamento de futebol. O prejuízo projetado para 2025 triplicou o valor inicial, apontando para o pior resultado financeiro da história do clube.
O Corinthians registrou um déficit de R$ 247,8 milhões em 2025, elevando sua dívida total para R$ 2,8 bilhões. O clube planeja um superávit de R$ 12 milhões em 2026 através de cortes de gastos no futebol e social, além de metas de vendas de jogadores e aumento de patrocínios.
O Corinthians encerrou os primeiros dez meses de 2025 com um déficit acumulado de R$ 204,2 milhões. As receitas operacionais líquidas foram de R$ 617 milhões, enquanto as despesas alcançaram R$ 649,4 milhões. Este valor, que inclui futebol e clube social, é quase o triplo do déficit estimado para o ano.
O orçamento do São Paulo para 2026 prevê um déficit acumulado de janeiro a novembro, mas um superávit de R$ 37,9 milhões em dezembro, impulsionado por negociações de atletas e premiações. Contudo, a ausência das vendas de jogadores projeta um déficit anual de R$ 126 milhões.
A proposta orçamentária do São Paulo para 2026 projeta um déficit financeiro acumulado entre janeiro e novembro, com expectativa de superávit apenas em dezembro. O clube planeja reduzir gastos no futebol profissional e aumentar investimentos na base, que saltará de R$ 40 milhões para R$ 59 milhões.
O Corinthians apresentou um déficit financeiro de R$ 204,2 milhões nos primeiros dez meses de 2025, com dívida bruta alcançando R$ 2,7 bilhões. As despesas com futebol foram o principal ponto de atenção, totalizando R$ 377,7 milhões apenas com pessoal. O clube projeta encerrar o ano com um prejuízo de R$ 83,3 milhões, contando com receitas futuras e a possibilidade de um empréstimo.
O Corinthians projeta fechar o ano de 2025 com um déficit de R$ 272 milhões, o pior resultado financeiro de sua história. Apesar do número alarmante, a diretoria considera a situação mais contábil do que de fluxo de caixa, buscando soluções através de transações tributárias, mas o clube enfrenta atrasos em pagamentos a fornecedores e impostos.
O Corinthians divulgou seus balancetes financeiros, registrando um déficit acumulado de R$ 180,1 milhões em setembro, com a dívida total do clube em cerca de R$ 2,7 bilhões. As maiores despesas foram com pessoal, tanto no futebol quanto no clube social, e as receitas provenientes de direitos de transmissão, patrocínios e arrecadação de jogos foram destacados. Para mitigar o prejuízo, o clube espera receber valores em dezembro e avalia a possibilidade de um empréstimo.
O Conselho Deliberativo do Santos aprovou o orçamento para 2026, que prevê um déficit contábil de R$ 94.915.24. Apesar disso, o resultado operacional apresentou um superávit de R$ 79.307.556. A aprovação ocorreu por ampla maioria, com recomendações de renegociação de dívidas e cortes de despesas.
O Palmeiras apresentou um déficit financeiro de R$ 32,5 milhões em outubro de 2025, superando a previsão orçamentária. Apesar do resultado mensal negativo, o clube mantém um superávit acumulado de R$ 296,323 milhões no ano, com receitas que já ultrapassam o total de 2024.
O Santos projeta um déficit contábil de quase R$ 95 milhões para 2026, apesar de um resultado operacional positivo. O Conselho Deliberativo analisará a proposta orçamentária, que inclui a recomendação de renegociação de dívidas e cortes de gastos.
O Santos projeta um aumento de 40% em suas receitas para 2026, alcançando R$ 592 milhões, com expectativa de R$ 178,7 milhões em vendas de jogadores. Apesar disso, o clube prevê um déficit de R$ 94 milhões devido a dívidas e obrigações, embora um superávit de R$ 79 milhões seja projetado se desconsiderados esses pagamentos. O Conselho Fiscal recomenda a aprovação das contas, mas aponta a necessidade de reestruturação financeira e cortes de despesas.
O Corinthians decidiu congelar as atividades de todas as categorias do basquete em 2026, diante de um déficit de R$ 40 milhões no clube social. A diretoria busca parceiros para tornar a modalidade autossuficiente e evitar a medida definitiva.
O Santos apresentou um déficit contábil de R$ 38,5 milhões no terceiro trimestre de 2025, superando em R$ 29,9 milhões o orçamento previsto. Apesar de um superávit operacional e receitas acima do esperado, os custos operacionais e despesas com o elenco dispararam, levando o Conselho Fiscal a emitir um alerta para correções urgentes.
A futura gestão do Grêmio, sob a liderança de Odorico Roman, prevê um cenário financeiro desafiador para 2026, com um déficit orçamentário possivelmente maior que o esperado. A situação é agravada por atrasos de patrocínio, eliminações em competições e um 'transfer ban' da FIFA.