A Comissão de Justiça do Conselho Deliberativo do Corinthians se posicionou contra a convocação unilateral de uma reunião por Osmar Stabile, presidente do clube. O órgão alertou para o risco de intervenção judicial no Corinthians e recomendou o cancelamento do pleito. O Ministério Público de São Paulo também solicitou a inclusão do atrito no inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, e Leonardo Pantaleão, vice, enviaram um ofício aos conselheiros declarando que não reconhecem a reunião convocada por Osmar Stabile, presidente do clube, para votar o afastamento provisório de Tuma Júnior. A convocação de Stabile é vista como irregular e uma afronta estatutária por Tuma e Pantaleão. O Ministério Público de São Paulo também está investigando o atrito entre os dirigentes.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) incluiu o conflito entre o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, em um inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial no clube. O promotor Cássio Roberto Conserino considera o atrito administrativo um indicativo de irregularidade que pode levar à intervenção, com base em precedentes do STF. A disputa se intensificou após a votação da reforma do Estatuto e envolve a suposta recontratação de seguranças.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, convocou uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo para votar o afastamento do presidente do órgão, Romeu Tuma Júnior. A convocação ignora o rito estatutário para reuniões extraordinárias, que prevê a participação do presidente do Conselho na marcação da data. Há também um conflito envolvendo a suposta contratação de um segurança com histórico em confusões no clube.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, reagiu com indignação à convocação de uma reunião extraordinária pelo presidente do clube, Osmar Stabile. Tuma Júnior classificou a ação como "manobra golpista" e estratégia para obstruir a reforma do estatuto. O vice-presidente do Conselho, Leonardo Pantaleão, também questionou a legalidade da convocação e negou presença.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, protocolou um pedido de impeachment contra Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do clube. A ação surge após um embate verbal entre os dois dirigentes sobre a contratação de seguranças envolvidos em um episódio de invasão ao clube em 2025. Ambos trocam acusações e alegam ter provas para sustentar suas versões.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Osmar Stabile, protocolou um documento pedindo o afastamento de Romeu Tuma Júnior, também membro da diretoria do clube. Stabile alega ter sido coagido por Tuma em um jantar, onde teria recebido uma ameaça relacionada a interferências na gestão do clube.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, planeja solicitar o impeachment do presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. A decisão surge após um impasse em reunião do Conselho, onde Stabile alega estar sofrendo pressão e ameaças de Tuma Júnior.
Uma reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians expôs uma forte crise entre o presidente Osmar Stabile e o presidente do Conselho, Romeu Tuma Júnior. A discussão intensa girou em torno da suposta recontratação de um segurança com histórico problemático, levando a acusações e trocas de ofensas entre os dirigentes. O conflito ofuscou a votação da reforma do estatuto do clube.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, prometeu solicitar o impeachment do presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, após uma discussão acalorada no Parque São Jorge. Stabile alega que Tuma o ameaçou e tentou interferir na gestão do clube. Tuma rebate as acusações, afirmando estar com a consciência tranquila e que a reforma estatutária é mais importante que qualquer cargo.
A votação da reforma do estatuto do Corinthians foi encerrada após um acalorado bate-boca entre o presidente Osmar Stabile e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. As discussões envolveram acusações de interferência na gestão e ameaças, culminando na suspensão e posterior encerramento da reunião. A votação será levada para a Assembleia Geral dos sócios.
O dia no Corinthians foi marcado por um misto de otimismo com o sonho europeu do jovem André, cuja negociação com o Milan foi vetada pelo presidente, e uma crise institucional profunda. Uma reunião expôs um conflito acirrado entre o presidente Osmar Stabile e Romeu Tuma Júnior, com acusações e empurrões, ameaçando a votação da reforma estatutária e gerando desconfiança na torcida.
A venda frustrada do volante André ao Milan revelou uma tensão interna no Corinthians, caracterizada como uma 'guerra fria' entre os departamentos de futebol e a presidência. O departamento de futebol se sentiu exposto e contrariado com as mudanças de posição do presidente Osmar Stábile em negociações, algo que já ocorreu anteriormente e prejudica a imagem do clube.
O presidente do Corinthians, Osmar Stábile, aguarda uma conversa com o meia André para decidir sobre a proposta do Milan. A diretoria considera difícil manter o jogador caso ele manifeste o desejo de ir, mas a transferência só ocorrerá se o clube receber integralmente os 24 milhões de euros oferecidos. Outros clubes, como a Juventus, também demonstraram interesse.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, recusou-se a assinar a venda do volante André para o Milan, alegando insatisfação com os valores propostos. Apesar da pressão interna e ameaças de acionamento da Fifa, o dirigente manteve sua posição.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, decidiu não afastar o diretor jurídico Pedro Luis Soares, citado em investigação do Ministério Público de São Paulo sobre possíveis irregularidades financeiras. Stabile avalia que Soares não cometeu irregularidades em sua função de contador de empresa investigada, mas a decisão pode mudar se as apurações avançarem.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, viajou à Argentina para negociar a dívida do clube com o Talleres pela contratação de Rodrigo Garro. O Corinthians propôs um pagamento à vista de cerca de R$ 28 milhões, mas a oferta foi recusada pelo clube argentino, que apresentou três alternativas para a quitação. As partes buscam um acordo e novas reuniões estão previstas.
O departamento de futebol do Corinthians tornou-se palco de intensos embates políticos internos, com críticas direcionadas principalmente ao gerente Renan Bloise e à equipe de scout. As disputas giram em torno da origem das indicações de jogadores e de supostos vazamentos de informações, gerando pressão por mudanças no setor.
O Ministério Público de São Paulo, através do promotor Cássio Conserino, ameaça pedir busca e apreensão no Parque São Jorge para obter gravações de segurança. A investigação apura suposto contato do ex-presidente Andrés Sanchez com dirigentes, o que poderia violar medida cautelar judicial. Paralelamente, o presidente do Conselho Deliberativo suspendeu apurações internas sobre uso de cartão corporativo, gerando atrito com o promotor.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, negou que o jogador Memphis Depay tenha recebido uma premiação maior que o clube pela Supercopa. Ele afirmou que o contrato do jogador será cumprido rigorosamente e que a prioridade atual é resolver a dívida com o Talleres. Stabile também mencionou que não conversou com Memphis sobre renovação, mas que o jogador está feliz no clube.