O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou uma exceção estatutária que abre caminho para a reeleição do presidente Osmar Stábile. A medida, que visa contornar uma restrição de tempo de mandato, passará pela Assembleia de Sócios para ser efetivada. Além disso, o conselho discutiu e aprovou mudanças em outros aspectos políticos e de governança do clube.
Sócios e conselheiros do Corinthians protocolaram um pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile no Conselho Deliberativo. As acusações incluem supostas violações ao Estatuto Social e à legislação, com foco no uso do Parque São Jorge como garantia em acordo para equacionar uma dívida bilionária.
O Corinthians inscreveu 50 jogadores para a fase de grupos da Copa Libertadores de 2026. O clube paulista estreia contra o Platense, na Argentina, e integra o Grupo E com Independiente Santa Fé e Peñarol. O presidente do clube, Osmar Stabile, expressou otimismo quanto às chances de título.
Uma disputa política interna no Corinthians entre os dirigentes Tuma e Stábile escancara divergências sobre a interpretação do estatuto do clube. O embate gira em torno da legalidade da convocação de reuniões extraordinárias do Conselho Deliberativo, com opiniões jurídicas opostas sobre os artigos do estatuto.
A política do Corinthians está agitada com uma briga entre o presidente da diretoria, Osmar Stabile, e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. Stabile acusa Tuma de ameaça e interferência, enquanto Tuma contesta a legalidade de uma reunião convocada por Stabile para seu afastamento. A disputa envolve questões estatutárias, denúncias e possíveis implicações judiciais.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, processou o presidente do clube, Osmar Stabile, por calúnia e difamação. A ação judicial alega que Stabile imputou a Tuma a prática de atos ilícitos e interferência indevida em contratos, buscando provar as acusações.
A Comissão de Justiça do Conselho Deliberativo do Corinthians se posicionou contra a convocação unilateral de uma reunião por Osmar Stabile, presidente do clube. O órgão alertou para o risco de intervenção judicial no Corinthians e recomendou o cancelamento do pleito. O Ministério Público de São Paulo também solicitou a inclusão do atrito no inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, e Leonardo Pantaleão, vice, enviaram um ofício aos conselheiros declarando que não reconhecem a reunião convocada por Osmar Stabile, presidente do clube, para votar o afastamento provisório de Tuma Júnior. A convocação de Stabile é vista como irregular e uma afronta estatutária por Tuma e Pantaleão. O Ministério Público de São Paulo também está investigando o atrito entre os dirigentes.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) incluiu o conflito entre o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, em um inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial no clube. O promotor Cássio Roberto Conserino considera o atrito administrativo um indicativo de irregularidade que pode levar à intervenção, com base em precedentes do STF. A disputa se intensificou após a votação da reforma do Estatuto e envolve a suposta recontratação de seguranças.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, convocou uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo para votar o afastamento do presidente do órgão, Romeu Tuma Júnior. A convocação ignora o rito estatutário para reuniões extraordinárias, que prevê a participação do presidente do Conselho na marcação da data. Há também um conflito envolvendo a suposta contratação de um segurança com histórico em confusões no clube.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, reagiu com indignação à convocação de uma reunião extraordinária pelo presidente do clube, Osmar Stabile. Tuma Júnior classificou a ação como "manobra golpista" e estratégia para obstruir a reforma do estatuto. O vice-presidente do Conselho, Leonardo Pantaleão, também questionou a legalidade da convocação e negou presença.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, protocolou um pedido de impeachment contra Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do clube. A ação surge após um embate verbal entre os dois dirigentes sobre a contratação de seguranças envolvidos em um episódio de invasão ao clube em 2025. Ambos trocam acusações e alegam ter provas para sustentar suas versões.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Osmar Stabile, protocolou um documento pedindo o afastamento de Romeu Tuma Júnior, também membro da diretoria do clube. Stabile alega ter sido coagido por Tuma em um jantar, onde teria recebido uma ameaça relacionada a interferências na gestão do clube.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, planeja solicitar o impeachment do presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. A decisão surge após um impasse em reunião do Conselho, onde Stabile alega estar sofrendo pressão e ameaças de Tuma Júnior.
Uma reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians expôs uma forte crise entre o presidente Osmar Stabile e o presidente do Conselho, Romeu Tuma Júnior. A discussão intensa girou em torno da suposta recontratação de um segurança com histórico problemático, levando a acusações e trocas de ofensas entre os dirigentes. O conflito ofuscou a votação da reforma do estatuto do clube.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, prometeu solicitar o impeachment do presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, após uma discussão acalorada no Parque São Jorge. Stabile alega que Tuma o ameaçou e tentou interferir na gestão do clube. Tuma rebate as acusações, afirmando estar com a consciência tranquila e que a reforma estatutária é mais importante que qualquer cargo.
A votação da reforma do estatuto do Corinthians foi encerrada após um acalorado bate-boca entre o presidente Osmar Stabile e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. As discussões envolveram acusações de interferência na gestão e ameaças, culminando na suspensão e posterior encerramento da reunião. A votação será levada para a Assembleia Geral dos sócios.
O dia no Corinthians foi marcado por um misto de otimismo com o sonho europeu do jovem André, cuja negociação com o Milan foi vetada pelo presidente, e uma crise institucional profunda. Uma reunião expôs um conflito acirrado entre o presidente Osmar Stabile e Romeu Tuma Júnior, com acusações e empurrões, ameaçando a votação da reforma estatutária e gerando desconfiança na torcida.
A venda frustrada do volante André ao Milan revelou uma tensão interna no Corinthians, caracterizada como uma 'guerra fria' entre os departamentos de futebol e a presidência. O departamento de futebol se sentiu exposto e contrariado com as mudanças de posição do presidente Osmar Stábile em negociações, algo que já ocorreu anteriormente e prejudica a imagem do clube.
O presidente do Corinthians, Osmar Stábile, aguarda uma conversa com o meia André para decidir sobre a proposta do Milan. A diretoria considera difícil manter o jogador caso ele manifeste o desejo de ir, mas a transferência só ocorrerá se o clube receber integralmente os 24 milhões de euros oferecidos. Outros clubes, como a Juventus, também demonstraram interesse.