Um promotor declarou que o estádio Morumbis foi transformado em uma 'máquina de caça-níqueis' devido a um esquema de venda ilegal de camarotes. A investigação, que envolve dirigentes e ex-membros da diretoria do São Paulo, aponta para um esquema maior e mais antigo do que o inicialmente previsto. A Polícia Civil realizou buscas e apreensões em endereços ligados aos investigados.
O Ministério Público de São Paulo requisitou a abertura de um inquérito policial para investigar a exploração clandestina de um camarote no estádio do Morumbis durante um show. A investigação visa apurar possíveis irregularidades, crimes e pressões relacionadas ao uso indevido do espaço.
Uma juíza reduziu as acusações contra Andrés Sánchez, ex-presidente do Corinthians, e Roberto Gavioli, ex-gerente financeiro, para uso irregular de cartão corporativo, afastando lavagem de dinheiro e crime tributário. Em resposta, o promotor Cássio Conserino pediu o anulamento da decisão, alegando que a juíza deveria ter analisado um pedido de afastamento dela no caso.
O Ministério Público de São Paulo instaurou um inquérito civil para investigar se a crise administrativa e financeira do Corinthians justifica uma intervenção judicial na gestão do clube. A investigação aponta um cenário 'gravíssimo' com indícios de ilícitos em gestões recentes, podendo levar à nomeação de um administrador provisório.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, criticou veementemente o pedido de intervenção judicial no clube. Ele contestou as alegações do promotor Cássio Roberto Conserino sobre o descumprimento de ordens judiciais, afirmando que os órgãos internos do Corinthians estão funcionando ativamente.
O colunista Juca Kfouri defende a intervenção judicial como a solução para conter o que ele descreve como um "assalto" ao Corinthians. Ele se baseia em uma proposta anterior e nas constatações de uma investigação do Ministério Público.
Um promotor do Ministério Público de São Paulo sugeriu a intervenção judicial no Corinthians, apresentando 25 motivos para a ação. As justificativas incluem investigações sobre desvio de dinheiro, uso indevido de cartões corporativos, infiltração do crime organizado e irregularidades em contratos.