O promotor Cássio Roberto Conserino, do Ministério Público de São Paulo, visitará o Parque São Jorge para analisar documentos sobre investigações que envolvem ex-dirigentes do Corinthians, como Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves. O Corinthians se apresentou como vítima e assistente de acusação, buscando colaborar com o MP antes de medidas mais drásticas.
O Ministério Público pressiona a Justiça por um bloqueio de bens do ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, em um processo que envolve suposta apropriação indébita. O MP alega que a Justiça rejeitou pedidos essenciais para garantir o ressarcimento do clube, como bloqueio de bens, medidas cautelares e perícia contábil, sem a devida fundamentação.
O ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, tornou-se réu após a Justiça de São Paulo aceitar a denúncia do Ministério Público por apropriação indébita. Ele é acusado de usar o cartão de crédito do clube para despesas pessoais, totalizando R$ 41.822,62, e o ex-gerente financeiro Roberto Gavioli também virou réu no caso.
O Ministério Público de São Paulo ampliou as investigações sobre irregularidades financeiras na gestão do Corinthians entre 2021 e 2023. O atual diretor jurídico do clube, Pedro Luis Soares, foi citado como contador de uma empresa investigada por emitir notas fiscais frias para justificar gastos irregulares. A empresa em questão é a "Centro Automotivo Skapneu LTDA", uma oficina mecânica ativa desde 2005.
O Ministério Público de São Paulo ampliou uma investigação sobre a gestão financeira do Corinthians, apontando possíveis adiantamentos de R$ 1,27 milhão sem comprovação durante a gestão de Duílio Monteiro Alves. Dois empresários e diretores financeiros da época foram convocados para interrogatório, e o ex-presidente também será ouvido.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) ampliou as investigações sobre supostas irregularidades financeiras no Corinthians, incluindo ex-dirigentes das gestões de Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves. Empresários também foram citados na apuração de notas frias e superfaturadas, com depoimentos agendados para março.
O Ministério Público de São Paulo abriu uma nova investigação sobre a gestão do ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves. A apuração foca na liberação de mais de R$ 1,2 milhão em adiantamentos de despesas, supostamente sem documentação comprobatória, a pedido de um ex-motorista do dirigente. Empresários também foram incluídos no inquérito por indícios de notas fiscais frias ou superfaturadas.
A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar um suposto desvio de dinheiro e uso de notas fiscais frias durante a gestão de Duilio Monteiro Alves como presidente do Corinthians. A investigação foi motivada por uma denúncia de um torcedor, que aponta gastos pessoais com o dinheiro do clube. A defesa de Duilio declarou não ter acesso aos procedimentos.
O Corinthians tenta reverter junto à Caixa Econômica Federal o bloqueio de parte da premiação da Copa do Brasil, argumentando que o banco estaria usando receita de 2025 para descontar juros de 2026. No entanto, contratos firmados em 2023 mostram que o clube cedeu receitas presentes e futuras como garantia, o que daria base para a retenção pelo banco.
O Ministério Público de São Paulo denunciou Duílio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians, por apropriação indébita. Ele teria utilizado o cartão corporativo do clube para despesas pessoais, totalizando R$ 41,8 mil. O MP também pede bloqueio de bens, medidas cautelares e auditoria nas despesas.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, por apropriação indébita. Ele é acusado de usar o cartão de crédito do clube para gastos pessoais que totalizaram R$ 41.822,62, incluindo despesas em freeshops e salões de beleza. A defesa de Duilio alega que a maioria dos gastos foi reembolsada espontaneamente.
O ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, admitiu ter feito gastos pessoais de R$ 1.300 no cartão corporativo do clube durante seu mandato. Ele alega que os valores foram ressarcidos imediatamente, mas precisa comprovar o reembolso com notas fiscais e comprovantes. O Ministério Público investiga a apropriação indébita dos cartões corporativos.
O ex-presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, prestou depoimento ao Ministério Público de São Paulo sobre o uso de cartões corporativos durante sua gestão. Ele foi questionado sobre gastos que somariam R$ 86 mil, incluindo itens como cervejas e cigarros. A defesa alega que os valores foram reembolsados e não ultrapassam R$ 1.300.
O ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, prestará depoimento ao Ministério Público de São Paulo para explicar supostos gastos irregulares com o cartão corporativo do clube entre 2021 e 2023. A investigação apura despesas como cabeleireiro, loja de náutica e compras no exterior, consideradas incompatíveis com a função institucional. O Corinthians é tratado como vítima no processo, que também investiga as gestões anteriores de Andrés Sánchez e a atual de Augusto Melo.
O Ministério Público de São Paulo marcou o depoimento do ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, para o dia 13 de novembro. Ele será interrogado sobre supostos gastos irregulares no cartão corporativo do clube durante sua gestão. A investigação segue o mesmo padrão usado com Andrés Sánchez e também abrange a gestão de Augusto Melo.
O Ministério Público de São Paulo intimou o ex-presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, a depor sobre o uso de cartões corporativos do clube. A investigação também abrange supostas notas fiscais que apontam gastos de R$ 86 mil com produtos de uso pessoal durante seu mandato.