A Comissão de Ética do Corinthians remarcou a audiência do ex-presidente Andrés Sanchez para o dia 26 de março, após a defesa não comprovar impedimento jurídico para o depoimento. O caso envolve a investigação de gastos suspeitos no cartão corporativo entre 2018 e 2020, com a possibilidade de recomendação de expulsão do ex-dirigente. Paralelamente, Andrés Sanchez enfrenta denúncias do Ministério Público por apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
O São Paulo, sob a liderança do presidente Harry Massis, implementou um plano de 20 semanas para reduzir custos e renegociar dívidas. O objetivo é estabelecer um novo padrão de governança, onde as despesas operacionais não superem as receitas recorrentes, buscando a sustentabilidade financeira e o fim da dependência da venda de jogadores.
O promotor do Ministério Público de São Paulo, Cássio Roberto Conserino, visitou a sede do Corinthians para coletar documentos sobre supostos gastos indevidos nas gestões anteriores. A visita, acompanhada por autoridades policiais, causou mal-estar interno, especialmente entre os membros do Conselho Deliberativo, que não foram previamente informados sobre a entrega de atas.
O São Paulo FC registrou uma economia de mais de R$ 11,3 milhões em janeiro de 2026, superando as projeções financeiras do clube. Essa economia foi impulsionada principalmente pelo departamento de futebol e por medidas de controle de gastos em eventos sociais.
O Corinthians entregou ao Ministério Público documentos referentes às gestões de Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves. A documentação, incluindo notas fiscais e faturas de cartões de crédito, visa auxiliar na investigação de supostos gastos indevidos. A atual gestão do clube se colocou como assistente de acusação.
A Comissão de Ética do Corinthians definiu um prazo de dez dias para a realização de uma audiência sobre o caso Andrés Sanchez, referente a despesas no cartão corporativo. O ex-presidente deverá prestar esclarecimentos documentados sobre gastos que somam mais de R$ 190 mil, com possibilidade de expulsão do clube. O Ministério Público de São Paulo também denunciou Sánchez por crimes financeiros.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a utilização de tornozeleira eletrônica para o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez. A alegação é de descumprimento de medidas cautelares impostas pela Justiça, incluindo a comunicação com dirigentes do clube. A defesa de Sanchez considera a medida desproporcional e afirma ter tomado conhecimento do pedido pela imprensa.
Marcelo Paz, diretor de futebol do Corinthians, afirmou que a renovação do contrato com o jogador Memphis Depay não vai contra a política de corte de gastos do clube, desde que esteja dentro do orçamento. Ele explicou que a prioridade atual é resolver pendências com o Talleres e, posteriormente, negociar com o atleta.
Uma investigação do Conselho Fiscal do São Paulo revelou que o ex-presidente Julio Casares gastou quase R$ 500 mil em despesas pessoais no cartão corporativo durante sua gestão. Os gastos, que incluíram salão de cabeleireiro e lojas de grife, foram devolvidos com correção e juros após a descoberta, levando à criação de uma nova política de uso de cartões no clube.
O comentarista Renan Teixeira expressou preocupação com os altos valores gastos por Flamengo, Cruzeiro e Palmeiras em contratações de jogadores que não teriam o mesmo valor de mercado na Europa. Ele argumenta que essas movimentações inflacionam o mercado do futebol.
A Comissão de Ética do Corinthians abriu um processo disciplinar contra o ex-presidente Andrés Sanchez, investigado por suposto uso indevido do cartão corporativo do clube. O caso envolve gastos suspeitos de R$ 190.523,54 e pode levar à expulsão de Sanchez do clube. Paralelamente, o Ministério Público de São Paulo também denunciou o ex-presidente por crimes como lavagem de dinheiro.
O Corinthians registrou um déficit de R$ 247,8 milhões em 2025, elevando sua dívida total para R$ 2,8 bilhões. O clube planeja um superávit de R$ 12 milhões em 2026 através de cortes de gastos no futebol e social, além de metas de vendas de jogadores e aumento de patrocínios.
O Conselho Deliberativo do Corinthians finalizou investigações sobre o uso indevido do cartão corporativo por Andrés Sanchez entre 2018 e 2020. A Comissão de Justiça recomendou ressarcimento dos valores e novos controles, com a Comissão de Ética avaliando possíveis punições, incluindo a expulsão do ex-presidente.
O Santos está gastando quase R$ 1 milhão por mês com o atacante Billal Brahimi, que custa R$ 750 mil fixos e pode chegar a R$ 950 mil mensais com luvas diluídas, comissões e premiações. O jogador, contratado no ano passado, não tem sido aproveitado pelo técnico Juan Pablo Vojvoda, tendo atuado apenas por 30 minutos em uma única partida e demonstrado desinteresse em sair para outros clubes.
A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar um suposto desvio de dinheiro e uso de notas fiscais frias durante a gestão de Duilio Monteiro Alves como presidente do Corinthians. A investigação foi motivada por uma denúncia de um torcedor, que aponta gastos pessoais com o dinheiro do clube. A defesa de Duilio declarou não ter acesso aos procedimentos.
O lateral direito Fagner está próximo de permanecer no Cruzeiro, clube onde atuou emprestado na última temporada. Ele negocia um acordo para rescindir seu contrato com o Corinthians, que tem vínculo até o fim de 2026. A saída do jogador é vista como uma medida para o Corinthians reduzir gastos e atingir suas metas financeiras para 2026.
O Ministério Público de São Paulo ofereceu uma nova denúncia contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o gerente afastado Roberto Gavioli, acusados de lavagem de dinheiro e crimes tributários. A promotoria também cobra um novo ressarcimento financeiro ao clube, referente a supostos gastos pessoais de Andrés Sanchez com o cartão corporativo.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou o orçamento para 2026, que prevê um superávit de R$ 12 milhões e uma redução de gastos de 19% em pessoal. A aprovação ocorreu por aclamação, mas com dez conselheiros votando contra.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, por apropriação indébita. Ele é acusado de usar o cartão de crédito do clube para gastos pessoais que totalizaram R$ 41.822,62, incluindo despesas em freeshops e salões de beleza. A defesa de Duilio alega que a maioria dos gastos foi reembolsada espontaneamente.
O Corinthians enfrenta uma grave crise financeira em 2025, com um déficit estimado em R$ 272 milhões. Para 2026, a diretoria planeja um corte de R$ 90 milhões no futebol, focado na redução da folha salarial e na priorização da venda de atletas para aliviar as contas.