A Comissão de Ética do Corinthians abriu um processo disciplinar contra o ex-presidente Andrés Sanchez, investigado por suposto uso indevido do cartão corporativo do clube. O caso envolve gastos suspeitos de R$ 190.523,54 e pode levar à expulsão de Sanchez do clube. Paralelamente, o Ministério Público de São Paulo também denunciou o ex-presidente por crimes como lavagem de dinheiro.
O Corinthians registrou um déficit de R$ 247,8 milhões em 2025, elevando sua dívida total para R$ 2,8 bilhões. O clube planeja um superávit de R$ 12 milhões em 2026 através de cortes de gastos no futebol e social, além de metas de vendas de jogadores e aumento de patrocínios.
O Conselho Deliberativo do Corinthians finalizou investigações sobre o uso indevido do cartão corporativo por Andrés Sanchez entre 2018 e 2020. A Comissão de Justiça recomendou ressarcimento dos valores e novos controles, com a Comissão de Ética avaliando possíveis punições, incluindo a expulsão do ex-presidente.
O Santos está gastando quase R$ 1 milhão por mês com o atacante Billal Brahimi, que custa R$ 750 mil fixos e pode chegar a R$ 950 mil mensais com luvas diluídas, comissões e premiações. O jogador, contratado no ano passado, não tem sido aproveitado pelo técnico Juan Pablo Vojvoda, tendo atuado apenas por 30 minutos em uma única partida e demonstrado desinteresse em sair para outros clubes.
A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar um suposto desvio de dinheiro e uso de notas fiscais frias durante a gestão de Duilio Monteiro Alves como presidente do Corinthians. A investigação foi motivada por uma denúncia de um torcedor, que aponta gastos pessoais com o dinheiro do clube. A defesa de Duilio declarou não ter acesso aos procedimentos.
O lateral direito Fagner está próximo de permanecer no Cruzeiro, clube onde atuou emprestado na última temporada. Ele negocia um acordo para rescindir seu contrato com o Corinthians, que tem vínculo até o fim de 2026. A saída do jogador é vista como uma medida para o Corinthians reduzir gastos e atingir suas metas financeiras para 2026.
O Ministério Público de São Paulo ofereceu uma nova denúncia contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o gerente afastado Roberto Gavioli, acusados de lavagem de dinheiro e crimes tributários. A promotoria também cobra um novo ressarcimento financeiro ao clube, referente a supostos gastos pessoais de Andrés Sanchez com o cartão corporativo.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou o orçamento para 2026, que prevê um superávit de R$ 12 milhões e uma redução de gastos de 19% em pessoal. A aprovação ocorreu por aclamação, mas com dez conselheiros votando contra.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, por apropriação indébita. Ele é acusado de usar o cartão de crédito do clube para gastos pessoais que totalizaram R$ 41.822,62, incluindo despesas em freeshops e salões de beleza. A defesa de Duilio alega que a maioria dos gastos foi reembolsada espontaneamente.
O Corinthians enfrenta uma grave crise financeira em 2025, com um déficit estimado em R$ 272 milhões. Para 2026, a diretoria planeja um corte de R$ 90 milhões no futebol, focado na redução da folha salarial e na priorização da venda de atletas para aliviar as contas.
Leonardo Pantaleão, presidente da Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians, solicitou ao Conselho Deliberativo o afastamento imediato do ex-presidente Andrés Sanchez. A sugestão visa assegurar a credibilidade institucional diante de investigações internas e externas sobre supostos gastos irregulares. A Justiça rejeitou parte das acusações contra Sanchez, mas medidas cautelares foram mantidas.
O Conselho de Orientação (Cori) do Corinthians aprovou a previsão orçamentária para 2026, mas exigiu que a diretoria cumpra as metas estabelecidas. O clube planeja uma redução de gastos, especialmente em salários, e espera arrecadar mais com vendas de jogadores e patrocínios para atingir um superávit projetado.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (BAP), afirmou que o clube tem condições de gastar R$ 1 bilhão em reforços na temporada de 2026. Ele ressaltou a importância do planejamento financeiro para viabilizar tais investimentos, visando manter a competitividade e conquistar títulos.
O Corinthians projeta encerrar 2026 com lucro líquido de R$ 12 milhões, mas esse resultado depende da venda de jogadores por, no mínimo, R$ 151 milhões. Sem essas vendas, o clube retornaria ao vermelho, mesmo com cortes de despesas planejados.
O Corinthians planeja um corte significativo de gastos e um aumento de receitas para 2026, com foco na redução da folha salarial do futebol. O clube prevê arrecadar R$ 151 milhões com a venda de jogadores e espera fechar o ano com as contas no azul em R$ 12 milhões.
O Corinthians enfrenta um dia de intensos bastidores, com o técnico Dorival Júnior sob pressão devido à falta de reforços e ao transfer ban. Simultaneamente, Andrés Sanchez prestou esclarecimentos sobre gastos suspeitos no cartão corporativo, evidenciando a dualidade do clube entre a busca por competitividade e a necessidade de transparência administrativa.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, prestou esclarecimentos à Comissão de Justiça do clube sobre gastos indevidos no cartão corporativo durante sua gestão. Paralelamente, ele responde a uma denúncia do Ministério Público de São Paulo por apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
A CBF anunciou o Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), um modelo de Fair Play Financeiro para o futebol brasileiro, com implementação gradual a partir de 2026. Inspirado em padrões internacionais, o SSF visa controlar dívidas, gastos com elenco e equilibrar as finanças dos clubes, com fiscalização por agência independente.
O Internacional mantém gastos elevados com futebol, superando os R$ 20 milhões mensais, mesmo em meio a uma crise financeira e ao risco de rebaixamento no Brasileirão. Apesar das reformulações no elenco com saídas de jogadores de alto custo, a folha salarial se mantém similar ao ano anterior, gerando preocupação para o clube.
O ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, admitiu ter feito gastos pessoais de R$ 1.300 no cartão corporativo do clube durante seu mandato. Ele alega que os valores foram ressarcidos imediatamente, mas precisa comprovar o reembolso com notas fiscais e comprovantes. O Ministério Público investiga a apropriação indébita dos cartões corporativos.