O Consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, estimou em R$ 300 mil os prejuízos causados por torcedores de Vasco e Boca Juniors após a partida pela semifinal da Copa Sudamericana 2026. A vistoria identificou 489 cadeiras danificadas, além de vasos sanitários, bebedouros e outros itens destruídos. O Flamengo, que divide a administração do estádio, classificou os atos como vandalismo e informou que buscará o ressarcimento integral dos danos.
O Flamengo terá direito a ressarcimento da Fifa pela fratura no punho esquerdo sofrida por Arrascaeta em amistoso do Uruguai contra a Coreia do Sul, durante a Data Fifa. O Programa de Proteção aos Clubes da Fifa prevê indenizações quando jogadores se lesionam em treinos ou jogos por seleções. O meia desfalcará o time na semifinal da Libertadores contra o Estudiantes, e a compensação pode ficar entre 287 mil e 574 mil euros.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou três ex-dirigentes e um ex-funcionário do Corinthians por desvio de cerca de R$ 3,4 milhões. Os desvios teriam ocorrido entre 2018 e 2023, nas gestões de Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves. O MP-SP pede o ressarcimento integral dos valores desviados, totalizando R$ 7,35 milhões corrigidos.
O Ministério Público de São Paulo ofereceu uma nova denúncia contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o gerente afastado Roberto Gavioli, acusados de lavagem de dinheiro e crimes tributários. A promotoria também cobra um novo ressarcimento financeiro ao clube, referente a supostos gastos pessoais de Andrés Sanchez com o cartão corporativo.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, por lavagem de dinheiro e crimes tributários. A acusação alega o uso indevido do cartão corporativo do clube para despesas pessoais e de terceiros, totalizando um pedido de ressarcimento de R$ 101 mil. A defesa de Sanchez ainda não se pronunciou sobre as novas acusações.
Por Bárbara Mendonça, Gustavo Garcia, Jéssica Maldonado e Sergio Santana em 2025-11-25
O Botafogo social entrou com um agravo judicial solicitando o ressarcimento de R$ 155 milhões à Eagle Football, empresa de John Textor. A ação pede a nomeação de um interventor para a SAF e a proibição de venda de ativos enquanto o processo de "gestão temerária" for investigado.