O Consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, estimou em R$ 300 mil os prejuízos causados por torcedores de Vasco e Boca Juniors após a partida pela semifinal da Copa Sudamericana 2026. A vistoria identificou 489 cadeiras danificadas, além de vasos sanitários, bebedouros e outros itens destruídos. O Flamengo, que divide a administração do estádio, classificou os atos como vandalismo e informou que buscará o ressarcimento integral dos danos.
Pedrinho, presidente do Vasco da Gama, recebeu alta hospitalar após dois dias internado por celulite facial. Ele não pôde acompanhar a eliminação do Vasco na semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors. O artigo também traz contexto sobre a batalha judicial pelo Maracanã e menciona caso anterior do atacante David com a mesma doença.
O Consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, estimou prejuízo de mais de R$ 300 mil em cadeiras e itens quebrados após os danos causados na partida entre Vasco e Boca Juniors, pela semifinal da Sul-Americana. O Flamengo classificou os episódios como vandalismo, e o estádio não conseguiu concluir todos os reparos a tempo de receber Flamengo x Estudiantes pela Libertadores. A matéria também menciona a batalha judicial para autorizar o uso do Maracanã pelo Vasco.
O Flamengo acusou torcedores do Vasco de praticarem atos de vandalismo no Maracanã durante a partida contra o Boca Juniors, válida pela semifinal da Copa Sul-Americana. Segundo nota do clube, centenas de cadeiras foram quebradas e várias estruturas do estádio foram depredadas. A administração do estádio trabalha para reparar os danos antes do jogo entre Flamengo e Estudiantes pela Libertadores.
Por Pedro Henrique Torre e Pedro Ivo Almeida em 2026-10-21
O Maracanã foi depredado após a eliminação do Vasco da Gama para o Boca Juniors na semifinal da CONMEBOL Sul-Americana, com centenas de cadeiras quebradas, banheiros e bares vandalizados. O Consórcio Fla-Flu, responsável pela administração do estádio, calcula o prejuízo financeiro e mobilizou uma força-tarefa para concluir os reparos até o jogo entre Flamengo e Estudiantes, pela semifinal da Libertadores. O Flamengo classificou os episódios como atos de vandalismo inaceitáveis praticados por uma parcela dos torcedores.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro confirmou, por decisão unânime de 25 desembargadores, que o jogo entre Vasco e Boca Juniors pela Sul-Americana será disputado no Maracanã. A decisão encerra três semanas de litígios entre o Vasco e o Consórcio Fla-Flu, administrador do estádio. Cerca de 70 mil ingressos já foram vendidos para a partida de volta, após vitória vascaína por 1 a 0 em La Bombonera.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu por unanimidade derrubar a liminar do Consórcio Fla-Flu, confirmando a realização de Vasco x Boca Juniors no Maracanã pela volta da semifinal da Sul-Americana. O Vasco chega ao jogo de vantagem após vencer por 1 a 0 na Bombonera e precisa apenas de um empate para se classificar à final. A disputa judicial durou cerca de três semanas e os ingressos para o confronto já estão esgotados.
O artigo relata os bastidores da disputa jurídica e institucional pela realização de Vasco x Boca Juniors no Maracanã, pela volta da semifinal da Copa Sul-Americana. O Vasco enfrentou a resistência do Consórcio Fla-Flu, administrador do estádio, e mobilizou o Governo do RJ, o Ministério Público, a Polícia Militar e a Justiça. Após liminares derrubadas no TJ-RJ e pedido negado no STJ, o jogo foi mantido no Maracanã.
O presidente do STJ, ministro Luis Felipe Salomão, rejeitou o pedido do Consórcio Fla-Flu para suspender a partida entre Vasco e Boca Juniors no Maracanã. Com a decisão, o jogo de volta da semifinal da Sul-Americana, marcado para terça-feira (20), permanece no estádio. Na ida, o Vasco venceu o Boca por 1 a 0 na Bombonera.
O STJ negou pedido de rivais do Vasco e confirmou que o clube jogará contra o Boca Juniors no Maracanã. O presidente do STJ declarou-se impedido por vínculo familiar com ex-dirigente vascaíno e manteve a questão no TJ-RJ. Com isso, foi descartada a transferência do jogo para o Paraguai, alternativa cogitada pela Conmebol.
O STJ rejeitou o pedido do consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, que tentava impedir a realização de Vasco x Boca Juniors no estádio na semifinal da Sul-Americana. O ministro Luis Felipe Salomão apontou ilegitimidade do consórcio, que não é concessionária de serviço público, mantendo a decisão do TJRJ. O jogo está confirmado para terça-feira, com ingressos esgotados.
O diretor executivo de futebol do Flamengo, José Boto, ironizou o uso do Maracanã pelo Vasco na semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors. A polêmica envolve uma disputa judicial entre o Vasco e o Consórcio Fla-Flu, administrador do estádio, com liminares e pedidos de embargo no STJ. O Vasco alega má-fé do consórcio ao comparar o jogo de futebol com uma partida de basquete da NBB marcada para o mesmo dia.
O artigo trata da disputa judicial e institucional sobre a realização do jogo de volta da semifinal da Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors no Maracanã. O consórcio Fla-Flu, administrador do estádio, recusa ceder o local e recorre à Justiça, enquanto a Conmebol deu ultimato: se houver nova decisão retirando a partida do Maracanã, o jogo será transferido para o Paraguai.
José Boto, diretor de futebol do Flamengo, manifestou preocupação com a decisão da Justiça do Rio que liberou o Maracanã para o Vasco jogar o jogo de volta da semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors. Boto criticou o uso do estádio pela equipe rival, argumentando que prepara e paga pela manutenção da arena. Pedrinho, presidente do Vasco, classificou a resistência do consórcio Fla-Flu como 'covardia' e alertou que o clube pode ser obrigado a jogar fora do país.
O consórcio formado por Flamengo e Fluminense, gestor do Maracanã, entrou com ação de suspensão de segurança no STJ para tentar impedir o jogo entre Vasco e Boca Juniors no estádio. A ação ocorre horas depois de decisão da Justiça do Rio de Janeiro favorável ao Vasco. A Conmebol avisou que, se nova decisão judicial vetar o uso do Maracanã, a partida de volta da semifinal da Sul-Americana será levada ao Paraguai.
Por Annie Figueiredo, Manuella Dal Mas em 2026-10-13
A Justiça do Rio de Janeiro determinou que o jogo de volta da semifinal da Copa Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors seja realizado no Maracanã, revertendo liminar anterior que impedia o uso do estádio. A decisão resolve um impasse gerado por um conflito de agenda com um jogo de basquete entre Flamengo e Botafogo pela NBB. O Vasco informou a Conmebol sobre o local definido e já vendeu mais de 45 mil ingressos para a partida marcada para 20 de dezembro.
O artigo explica que o jogo de volta entre Vasco e Boca Juniors, pela semifinal da Copa Sul-Americana, segue previsto para o Maracanã, mas a Conmebol mantém a prerrogativa de transferir a partida para outro estádio, inclusive em outro país, caso novas decisões judiciais inviabilizem o confronto. A matéria retrata a disputa judicial entre o Vasco e o Consórcio Fla-Flu pela utilização do estádio e menciona alternativas como Assunção, Santiago e Lima.
Por Guilherme Abrahão, Leonardo Parrela em 2026-10-13
O Consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, entrou com ação no STJ para impedir a realização do jogo do Vasco contra o Boca Juniors pela Copa Sul-Americana no estádio. A ação ocorre após nova decisão judicial favorável ao Vasco, que retomou a venda de ingressos, esgotados em poucas horas. O Vasco argumenta que há parecer favorável do Ministério Público e acusa o consórcio de má-fé.
O presidente do Vasco, Pedrinho, criticou duramente o Consórcio Fla-Flu após nova ação judicial que tenta impedir a realização da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors no Maracanã. O dirigente explicou que só optou pelo Maracanã porque o regulamento impede o uso de São Januário e prometeu retaliação caso o jogo seja transferido para o Paraguai. Pedrinho também afirmou que a relação com o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, ficou abalada pelas tentativas de impedir o mando vascaíno.
O Consórcio Fla-Flu, responsável pela administração do Maracanã, recorreu ao Superior Tribunal de Justiça para tentar impedir a partida entre Vasco e Boca Juniors no estádio. A ação ocorre após o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro voltar a determinar que o confronto seja realizado no local. O jogo de volta da semifinal da Copa Sul-Americana está marcado para 20 de outubro.