A atuação do árbitro Anderson Daronco na partida entre Palmeiras e Vasco foi alvo de duras críticas do comentarista de arbitragem PC Oliveira, que afirmou que o juiz está abaixo do seu nível e erra com frequência em grandes jogos. O presidente do Vasco, Pedrinho, também reclamou da não marcação de um pênalti por suposto toque de mão de Barboza no início do segundo tempo. A polêmica reacendeu o debate sobre o desempenho da arbitragem em jogos importantes do futebol brasileiro.
O Palmeiras venceu o Vasco por 1 a 0 no jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil, no Nubank Parque. A partida ficou marcada por polêmica arbitral: o presidente do Vasco, Pedrinho, questionou o árbitro Anderson Daronco no túnel após um pênalti não marcado em lance envolvendo o defensor Barboza. Especialista em arbitragem avaliou que a infração deveria ter sido assinalada.
O presidente do Vasco, Pedrinho, cobrou do árbitro Anderson Daronco a não marcação de um possível pênalti a favor do Vasco na derrota para o Palmeiras, no jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil. O Palmeiras foi superior no primeiro tempo e venceu com gol de Maurício, enquanto o Vasco ficou com um jogador a menos após a expulsão de Saldivia.
Pedrinho, presidente do Vasco, negou ter pedido para jogar a volta da semifinal da Copa do Brasil no Maracanã e disse se surpreender com o comunicado do Consórcio Fla-Flu oferecendo o estádio. O dirigente acusou Flamengo e Fluminense de agirem com segundas intenções, lembrando as negativas anteriores em disputa judicial pelo uso do Maracanã. A partida de volta contra o Palmeiras está marcada para 8 de novembro em São Januário.
O presidente do Vasco, Pedrinho, criticou duramente o Consórcio Fla-Flu, administrador do Maracanã, após a empresa oferecer publicamente o estádio para a semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras. O dirigente lembrou que um pedido semelhante havia sido negado um mês antes e afirmou que não fará nova solicitação, mantendo São Januário como sede do confronto. Pedrinho ainda questionou as intenções do consórcio e cobrou reciprocidade na relação.
O presidente do Vasco, Pedrinho, demonstrou desconfiança com a postura do Consórcio Fla-Flu após o comunicado que colocou o Maracanã à disposição do clube para o jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras. O dirigente afirmou que não fez qualquer pedido para usar o estádio, já que o Vasco tinha autorização para mandar a partida em São Januário. A relação entre o clube e os administradores do Maracanã já havia se estremecido, com o Vasco recorrendo à Justiça para enfrentar o Boca Juniors na Copa Sul-Americana.
Pedrinho, presidente do Vasco, recusou a proposta do consórcio Fla-Flu de mandar no Maracanã a partida de volta da semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras, criticando o teor do comunicado. O dirigente acusou o consórcio de tentar tumultuar o jogo e lamentou não receber o mesmo tratamento em situações anteriores, como nas partidas contra o Boca Juniors. O duelo de volta será mantido em São Januário.
A coluna analisa o retrospecto de Pedrinho como presidente do Vasco, que encerrará o mandato em dezembro sem nenhuma vitória sobre o Flamengo em 11 confrontos desde 2024. O texto destaca a goleada por 4 a 1 na despedida do clássico e rememora a maior derrota da história do confronto, o 6 a 1 no Maracanã em 2024. O autor contextualiza a gestão com o afastamento da 777 Partners e critica o baixo público e a renda no Engenhão.
O colunista Mauro Cezar Pereira analisa a vitória do Flamengo por 4 a 1 sobre o Vasco no Brasileirão, afirmando que o período de Pedrinho como presidente vascaíno é marcado por goleadas históricas sofridas do rival. Ele critica a decisão de mandar o clássico no estádio Nilton Santos, considerando-a um erro estratégico, já que o Flamengo tem ótimo aproveitamento em piso sintético. O texto também destaca o retrospecto negativo do Vasco, que não vence o Flamengo desde 2023 e está há 11 anos sem vitórias contra o rival em Campeonatos Brasileiros.
A decisão do técnico Pedro Emanuel de poupar jogadores no clássico contra o Flamengo, que terminou em derrota por 4 a 1, desagradou Pedrinho e repercutiu mal internamente no Vasco. O treinador justificou a escolha pela prioridade à semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras e afirmou que repetiria as mesmas opções. O time chega ao jogo decisivo de domingo sob pressão.
Vasco e Flamengo se enfrentam nesta quinta-feira pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro em meio a uma série de provocações e disputas judiciais entre os presidentes Pedrinho e Bap. O cartola flamenguista processou o dirigente vascaíno por danos morais após ataques públicos, e o embate envolve ainda críticas ao empréstimo da Crefisa ao Vasco e a batalha judicial pelo uso do Maracanã na Sul-Americana. Leila Pereira, presidente do Palmeiras, também entrou na polêmica ao negar interesse em comprar a SAF do clube vascaíno.
Vasco e Flamengo se enfrentam no Estádio Nilton Santos em um clássico cercado por uma guerra nos bastidores entre os presidentes Pedrinho e Bap. O conflito envolve a venda da SAF vascaína, questionamentos financeiros, uma ação judicial e a disputa pelo uso do Maracanã. A reportagem detalha a escalada da rivalidade institucional entre os dois dirigentes.
O colunista Mauro Cezar Pereira analisa a goleada de 4 a 1 do Flamengo sobre o Vasco, resultado que amplia a ampla superioridade rubro-negra no retrospecto recente do clássico. Em tom crítico, o texto atribui a derrota à decisão do presidente vascaíno Pedrinho de levar o jogo ao Engenhão, deixando o elenco abalado antes da semifinal da Copa do Brasil.
O artigo detalha os bastidores do pré-jogo do clássico Vasco x Flamengo pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Destaca o conflito pela divisão de ingressos, intermediado por CBF e Ferj, o encontro inesperado entre as diretorias em um shopping e a megaoperação da Polícia Militar com mais de mil policiais. Também aborda o histórico negativo do presidente Pedrinho contra o Flamengo e as situações opostas dos clubes na tabela.
A reportagem explica como a rivalidade tradicional entre Flamengo e Vasco se transformou em um conflito pessoal entre os presidentes Bap e Pedrinho, culminando em um processo judicial movido pelo cartola rubro-negro. O embate envolve questionamentos sobre investimentos do Vasco na recuperação judicial, ofensas públicas, disputa pelo uso do Maracanã e a definição do Nilton Santos como sede do clássico pelo Brasileirão. A briga judicial entre as partes deve continuar mesmo após a partida desta quinta-feira.
Pedro Strozenberg lançou sua candidatura à presidência do Vasco da Gama para o triênio 2027-2029, liderando a chapa 'Vasco dos vascaínos', oposição à gestão de Pedrinho. Sócio há 42 anos, ele votou contra a venda da SAF a Marcos Lamacchia e defende forte fiscalização das finanças do futebol. A chapa uniu grupos tradicionais e emergentes da política vascaína e reconhece que mira o segundo lugar, que garante 30 cadeiras no Conselho Deliberativo.
Seis chapas foram inscritas para disputar as eleições presidenciais do Vasco da Gama. Até o momento, apenas dois nomes anunciaram oficialmente candidatura ao principal cargo: Pedrinho, atual presidente do clube, e Pedro Strozenberg. As demais chapas ainda não definiram quem serão seus candidatos.
Os associados do Vasco da Gama aprovaram em Assembleia Geral Extraordinária a venda de 90% da SAF do clube para a Almirante Participações, empresa ligada a Marcos Lamacchia. A votação terminou com 4.675 votos favoráveis, 437 contrários e 48 abstenções. O presidente Pedrinho e o novo dono da SAF afirmaram que o clube terá um nível esportivo muito acima do atual.
O presidente do Vasco, Pedrinho, celebrou a aprovação dos sócios para a venda da SAF do clube ao empresário Marcos Lamacchia, com cerca de 90% dos votos favoráveis na Assembleia Geral Extraordinária. Em entrevista, ele garantiu que o novo investidor colocará fim ao problema das dívidas do clube e também comentou obras do CT e de São Januário, os processos na Anresf e no Cade, e a possibilidade de disputar a reeleição. Pedrinho classificou o momento como uma virada de página na história do Vasco.
Os sócios do Vasco aprovaram em Assembleia Geral Extraordinária a venda de 90% da SAF do clube para a empresa Almirante Participações, ligada ao investidor Marcos Lamacchia. A votação híbrida terminou com 4.675 votos favoráveis, 437 contrários e 48 abstenções, alcançando 90% de aprovação. O presidente Pedrinho classificou o resultado como um dia histórico e o negócio ainda depende de condições contratuais e aprovações de órgãos fiscalizadores.